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04/08 - Lattes: após dias fora do ar, CNPq diz que acesso a currículos está disponível
Segundo o órgão, é possível consultar os registros, mas não imprimir, baixar ou atualizar os dados. Página saiu do ar em 23 de julho. Exemplo de currículo de pesquisador cadastrado na plataforma Lattes, do CNPq. Reprodução Após quase duas semanas fora do ar, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou na terça-feira (3) que foi restabelecido o acesso parcial aos sistemas e plataformas com currículos de pesquisadores no Brasil. Não é possível ainda, porém, fazer atualizações, mas estão disponíveis as opções de impressão e download. O problema, que retirou do ar todos os seus sistemas e plataformas, foi identificado no dia 23 de julho. Um dos que ficaram inacessíveis foi a Plataforma Lattes, que reúne quatro sistemas onde cientistas, professores e pesquisadores do Brasil devem registrar seus currículos para conseguirem bolsas de pesquisa, vagas em universidades e participarem de editais e concursos. O órgão garante que o pagamento das bolsas não será afetado e não depende da restauração completa dos sistemas. "O trabalho de restauração dos acessos ainda está em andamento, incluindo novas atualizações da base de dados, que serão feitas nos próximos dias, incluindo, nos currículos, as fotos e o número de citações", informou o CNPq em uma rede social. A consulta ao currículo é possível por meio do acesso direto ao currículo a partir do ID Lattes, escrevendo, no campo de endereço do seu navegador: http://lattes.cnpq.br [número do ID], ou por meio de busca textual pelo endereço: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual. A base de dados conta com atualizações feitas até as 18h do dia 23 de julho, quando começou a indisponibilidade dos sistemas. Não foi informada a causa do problema. De acordo com o CNPq, não foi identificada nenhuma perda de dados. Veja também: Brasil deixa milhares de cientistas no limbo Fiquei desesperado, diz estudante do CE que concorre a doutorados Pesquisador da Ufal teme perder um ano de trabalho Na UnB, pesquisadores temem problemas em financiamento CNPq irá incluir período de licença maternidade e paternidade no currículo Lattes O CNPq, a agência federal de fomento à pesquisa, tem a maior e mais importante plataforma científica do Brasil, reunindo toda a produção cientifica nacional, como projetos, pesquisas e trabalhos desenvolvidos por pesquisadores e universidades brasileiras. O órgão também é responsável pelo pagamento de bolsas a cientistas no país. Mulheres cientistas comentam sobre como conciliar maternidade, trabalho e pesquisas Vídeos: os 10 mais vistos da semana
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03/08 - Conselho Universitário da UFRGS aprova parecer para analisar a destituição de reitor
Documento aponta que Carlos André Bulhões Mendes teria alterado a estrutura de pró-reitorias sem o aval do Consun. Representações serão enviadas para análise do Ministério Público Federal e do Ministério da Educação. Reitoria nega irregularidades. Análise do pedido será no dia 13. Sede da Reitoria da UFRGS, em Porto Alegre Ramon Moser/Divulgação O Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) analisa, no dia 13 de agosto, se coloca em votação o pedido de destituição do reitor Carlos André Bulhões Mendes. O envio da proposta para discussão foi feito durante reunião do Consun na última sexta-feira, dia 30 de julho. As denúncias serão enviadas pelo conselho para apuração do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério da Educação (MEC). Segundo o processo, o reitor mudou a estrutura de pró-reitorias sem o aval do Consun, como seria exigido pelo regimento da instituição. O parecer contrário aos atos de Bulhões recebeu 55 votos favoráveis, seis contrários e uma abstenção. Em nota, a Reitoria da UFRGS disse que "não teme as reclamações, pois todas as medidas administrativas tomadas ocorreram dentro da legalidade". O documento ainda alega que a posição dos conselheiros é motivada por "questões ideológicas" referentes à indicação de Bulhões ao comando da universidade. Veja a nota abaixo. O reitor foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro de 2020 para um mandato de quatro anos. A nomeação causou polêmica, uma vez que Bulhões foi o último colocado na consulta feita à comunidade acadêmica e na votação da lista tríplice pelo Consun. O conselho recomendou a reeleição do então reitor, Ruy Oppermann. Ex-reitor da UFRGS busca reverter indicação de Bolsonaro Uma lei de 1995 e um decreto de 1996 preveem que a escolha de reitores de universidades federais cabe ao presidente da República, que pode escolher qualquer nome entre os apresentados pelas instituições em uma lista tríplice. Processo O parecer aprovado contra Bulhões afirma que o reitor realizou uma reforma administrativa no organograma da UFRGS, sem consultar o Consun. Entre as alterações, estão a fusão das Pró-Reitorias de Graduação e de Pós-Graduação, além da criação da Pró-Reitoria de Inovação. De acordo com a análise da Comissão Especial montada para apurar o caso, "um ambiente administrativo paralelo" foi formado na UFRGS, em "modificações estruturais incompatíveis com o conjunto normativo" da instituição. O grupo Somos UFRGS, que representa docentes, discentes e técnicos administrativos, afirma que "a administração central dá continuidade às restrições da autonomia e do funcionamento de setores estabelecidos e eficientes, que vinham operando há anos". Carlos André Bulhões Mendes assumiu como reitor da UFRGS em setembro de 2020 Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Divulgação Nota da Reitoria da UFRGS: "Em relação às decisões do Conselho Universitário (Consun) tomadas na tarde desta sexta-feira (30), a Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul esclarece que: 1. A modernização administrativa, com alterações na estrutura interna da Universidade, é prerrogativa do reitor em exercício; 2. A medida que causou contrariedade do Consun foi simplesmente a mudança no organograma da Universidade; 3. Modificações como essa fazem parte da discricionariedade do reitor, conforme atestado em análise da Advocacia-Geral da União (AGU) e parecer da ProcuradoriaGeral da Universidade; 4. Desde 1996, ano do último regimento da UFRGS, nenhum dos reitores anteriores ao atual pediu permissão ao Consun antes de realizar alguma alteração. Várias mudanças ocorreram desde lá, sem qualquer contestação; 5. A modernização administrativa atendeu a uma necessidade de reorganização para garantir mais eficiência nas ações e economicidade no orçamento da instituição. Essa ação tornou-se ainda mais importante em um período de contingenciamento de verbas em função da crise econômica em todo o país; 6. Além de acelerar processos, a medida reduziu o número de cargos vinculados à Reitoria e diminuiu despesas; 7. A partir das readequações, a Reitoria tem focado em fazer mais gastando menos, priorizando o investimento naquilo que é mais essencial e garantindo a prestação dos serviços mais importantes; 8. Desde as mudanças, no ano passado, até aqui, a Reitoria sempre esteve aberta ao diálogo e a qualquer sugestão. Porém, o que diversos membros do conselho fizeram até agora foi somente a contestação oposicionista, sem a disposição de dialogar ou avançar no debate de forma construtiva; 9. Qualquer mudança para retomar a estrutura antiga acarretará em enormes prejuízos por conta do risco de perder programas em andamento nas novas estruturas já estabelecidas — além de prejuízos de recursos, o que seria extremamente negativo para a Instituição do ponto de vista do ensino e financeiro; 10. Quanto aos encaminhamentos ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério da Educação, a Reitoria esclarece que não teme as reclamações, pois todas as medidas administrativas tomadas ocorreram dentro da legalidade. A Reitoria confia no cumprimento do papel institucional desses respeitados órgãos federais e aguardará as suas manifestações; 11. Por fim, a Reitoria lamenta a postura de conselheiros motivada simplesmente por questões ideológicas e por terem sido contrários à indicação do atual reitor, ocorrida com base na lei; 12. A Reitoria atua de forma responsável, preocupada em garantir novas parcerias, avanços em termos de infraestrutura e ensino, tornando a UFRGS uma universidade mais aberta e acolhedora, sem distinção ideológica. Enquanto isso, as posições motivadas por disputas políticas atrapalham e atrasam os processos que são os que realmente deveriam importar para o Consun e para a Universidade; A reitoria seguirá à disposição para dialogar e continuará trabalhando de forma séria, fazendo o que é certo para atuar em defesa dos interesses da UFRGS e da sociedade gaúcha." VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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03/08 - Prouni 2021: MEC divulga selecionados na segunda chamada
Estudantes têm até o dia 11 de agosto para apresentar documentação. Quem não tiver sido contemplado, pode se inscrever na lista de espera entre os dias 17 e 18 de agosto. Prouni oferta bolsas de estudo em universidades particulares David Mark/Pixabay O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (3) o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de educação superior. O resultado pode ser consultado no site. Os alunos aprovados terão até o dia 11 de agosto para entregar a documentação necessária nas instituições de ensino superior escolhidas, comprovando as informações no ato da inscrição. Quem não tiver sido selecionado na segunda chamada poderá se inscrever na lista de espera entre os dias 17 e 18 de agosto. O resultado sairá dia 20 de agosto. Os que forem selecionados na lista de espera terão entre os dias 23 e 27 de agosto para apresentar a documentação. Essa será a última oportunidade para ser contemplado pelo Prouni neste semestre. Os selecionados no programa podem receber bolsas de 50% ou 100% em instituições de todo o Brasil. No segundo semestre de 2021, o programa oferece 134.329 bolsas de estudo em mais de 10 mil cursos de quase mil instituições de ensino superior da rede privada. Dessas, 69.482 bolsas são integrais e 64.847 são parciais. Critérios Para obter a bolsa integral (100%), o estudante precisa comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), é preciso comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa da família, de até 3 salários mínimos. Cronograma do Prouni Comprovação das informações para aprovados na segunda chamada: 3 a 11 de agosto Interesse em participar da lista de espera: 17 e 18 de agosto Resultado da lista de espera: 20 de agosto Comprovação das informações para pré-aprovados na lista de espera: 23 a 27 de agosto
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03/08 - Volta às aulas: 2º semestre letivo começa na rede municipal de Joinville com 85% dos alunos presencial
'Ele estar vindo para aula faz uma diferença enorme', diz mãe de estudante. Turmas se revezam, metade presencialmente e metade permanece com aulas remotas, invertendo grupo a cada semana. Aluno fala sobre volta às aulas presenciais em modelo híbrido em SC O segundo semestre do ano letivo de 2021 começou nesta terça-feira (3) em Joinville, no Norte catarinense, com cerca de 85% dos alunos da rede municipal presencialmente nas escolas, segundo a prefeitura. Os estudantes devem ir às unidades pelo menos uma vez por semana. Os alunos são divididos e as turmas se revezam, metade presencialmente e metade com aulas remotas, invertendo o grupo a cada semana. Os alunos e pais que optaram por ir às escolas de forma presencial dizem que já notaram diferença nos estudos. Quem optar pela continuidade das atividades remota, também terá assistência. José Luiz Miranda é aluno do 9º ano e vê vantagens no modelo híbrido adotado neste segundo semestre letivo, de forma semelhante ao ocorreu no primeiro semestre - veja no vídeo acima. "Ano passado a gente foi muito afetado pela pandemia. Vir a cada duas semanas para a escola é muito importante para desenvolver o nosso conhecimento que foi muito afetado no ano passado", diz José Luiz Miranda. O formato híbrido também é adotado pelas redes estadual e particular. São os pais que definem se os filhos retornam para as unidades ou permanecem de maneira integral no modelo remoto. Na rede estadual de Santa Catarina e nas redes municipais de Blumenau, Joinville, Florianópolis, Chapecó e Criciúma no segundo semestre começou na segunda-feira (2). José frequenta presencialmente a escola de duas em duas semanas em Joinville (SC) Lisandra Oliveira/NSC TV IEE retoma aulas em formato híbrido no 2º semestre em Florianópolis Volta às aulas em SC: Segundo semestre letivo começa nas escolas estaduais A comerciante Valdevina Correa, mãe do aluno Lucas Correa de 9 anos avalia como positiva a ida presencial do filho para a escola. Mãe fala sobre retorno presencial e segundo semestre letivo do filho em SC "Em casa por mais que a gente se desdobre para passar a matéria da melhor forma possível, não é a mesma coisa do que estar na escola. Ele estar vindo para aula faz uma diferença enorme. Ele está voltando a ler livros novamente, o que em casa já não estava mais fazendo. É bem diferente", disse. A prefeitura destaca que nas escolas os alunos têm adaptações no horário de entrada, saída e recreio, distanciamento nas salas de aula e mudanças no uso de laboratórios e atividades de educação física. O uso de máscaras é obrigatório e a higienização das mãos é estimulada. Para os alunos que ficam em casa, há tablets para fazer as atividades, um sistema para tirar dúvidas com os professores e também o auxílio para refeições em casa, a partir de alimentos que seriam utilizados na merenda escolar e são direcionados às famílias. Mãe vê benefícios no retorno presencial do filho para a escola em Joinville (SC) Lisandra Oliveira/NSC TV "Trabalhamos para um planejamento de retomada total segura e eficaz para toda a comunidade escolar assim que as autoridades sanitárias entenderem ser o momento para tal", afirma o secretário de Educação, Diego Calegari. Segundo a Secretaria de Educação de Joinville, a cidade foi a primeira do país entre os municípios com mais de 500 mil habitantes a ter aulas presenciais em todos os níveis de ensino. Modelo foi implantado em fevereiro. Vacinação De acordo com o administração municipal, a vacinação contra a Covid-19 dos professores deve ser finalizada até o fim de setembro, com todo o grupo imunizado com as duas doses. Até a última atualização divulgada, cerca de 11 mil profissionais já haviam tomado a primeira dose. Entre janeiro e o início de julho, as contas da Secretaria de Educação apontam que 411 professores e auxiliares tiveram confirmação de Covid-19. No dia 9 de julho, na atualização mais recente, eram 10 casos confirmados. VÍDEOS: mais assistidos do G1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no G1 SC
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03/08 - Alunos de creches e pré-escolas do Recife e dos anos iniciais do ensino fundamental voltam para a sala de aula
Retomada ocorrida nesta terça-feira (3) abrange as turmas do 1º, do 2º e do 3º do ensino fundamental, da educação infantil e da educação de jovens e adultos na rede municipal. Estudantes dos primeiros anos do ensino fundamental retomam aulas presenciais, no Recife Estudantes da rede municipal de ensino no Recife, das turmas do 1º, do 2º e do 3º do ensino fundamental, da educação infantil (creches e pré-escolas) e da educação de jovens e adultos (EJA), voltaram para as salas de aula nesta terça-feira (3). A retomada das atividades presenciais ocorre com cumprimento de protocolos para evitar a Covid-19 (veja vídeo acima). Veja como será o 2º semestre nas escolas do Recife No primeiro semestre, esses alunos tinham aulas exclusivamente pela internet. A retomada ocorre no modelo híbrido, com atividades presenciais e aulas online, cabendo a cada unidade de ensino decidir se há necessidade de rodízio entre os estudantes. Como essa volta às aulas presenciais não é obrigatória, a decisão de os filhos retornarem para a escola é dos pais. Para muitos destes, o suporte dos professores e a socialização com os colegas de turma são fatores que ajudam no aprendizado. Distanciamento dentro das salas de aula das escolas municipais do Recife deve ser de um metro e meio Reprodução/TV Globo Acompanhado da mãe, a dona de casa Susilene Santos, o estudante Luiz Antônio, de 5 anos chegou cedo para o primeiro dia da retomada das aulas presenciais. “Eu acho que eu estou mais ansiosa do que ele. Ansiosa para ver como vai ser. Ele estava ansioso porque acordou sem ninguém precisar chamar, ele acordou sozinho”, disse a mãe da criança. Na Escola Municipal 14 Bis, em Boa Viagem, foram colocadas pias na porta das salas. Dos 331 alunos com idade entre 3 e 5 anos, 30 vão participar das atividades presenciais, neste primeiro momento. Os demais estudantes recebem o material em casa. “A gente está no ensino híbrido, onde vai ser formatada a aula presencial. O aluno que não vem para a unidade terá a duração de uma hora com o professor, em casa, durante a semana, além disso a TV Alepe e outras plataformas que a prefeitura está disponibilizando”, afirmou a gestora da escola, Mércia Assumpção - Protocolos Pias foram colocadas na entrada das salas da Escola Municipal 14 Bis, no Recife Reprodução/TV Globo A retomada das aulas presenciais nas escolas municipais do Recife começou com as turmas dos 8º e 9º anos do ensino fundamental, no dia 22 de julho. A volta às salas de aula para os alunos dos 4º, 5º, 6º e 7º anos do ensino fundamental ocorreu no dia 27 de julho. O protocolo para a retomada das aulas presenciais no Recife conta com orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção e prevenção. O distanciamento exigido nas escolas municipais é de um metro e meio. O aluno que estiver com qualquer sintoma de gripe ou da Covid-19 deve ficar em casa. É de responsabilidade de cada unidade de ensino aferir a temperatura corporal dos estudantes e disponibilizar álcool em gel pelos corredores. Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
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03/08 - Fuvest 2022: Termina no sábado prazo para pedido de redução e isenção de taxa de inscrição do vestibular
Candidato deve fazer solicitação no site da Fuvest. Resultado será divulgado até 6 de setembro. Prova do vestibular da Fuvest RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) encerra no próximo sábado (7) o prazo para o pedido de isenção ou de redução da taxa de inscrição do vestibular da Universidade de São Paulo (USP) de 2022. A solicitação deve ser feita pelo site www.fuvest.br até as 12h. O resultado será divulgado até dia 6 de setembro. São três modalidades de benefícios: isenção da taxa de inscrição concedida pelo Conselho Curador da FUVEST (renda bruta mensal individual ou familiar por indivíduo de no máximo R$ 1.745,32); redução de 50% da taxa de inscrição concedida pelo Conselho Curador da FUVEST (renda bruta mensal individual ou familiar por indivíduo entre R$ 1.745,33 e R$ 3.490,65); redução de 50% da taxa de inscrição nos termos da Lei Estadual nº 12.782/2007 (renda bruta mensal individual ou familiar por indivíduo de no máximo R$ 2.327,10). O candidato deverá optar apenas por uma modalidade de benefício a ser requerido e não poderá modificar a opção após o envio do pedido. Já o período para a inscrição do vestibular vai de 16 de agosto a 1º de outubro de 2021, no site da Fuvest. VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e a região metropolitana
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03/08 - Aprovados no vestibular, ao menos 12 candidatos vão à Justiça para cursar aulas após veto do ITA
O ITA tem um dos vestibulares mais concorridos do país e, ligado a Força Aérea Brasileira (FAB), exige uma série de exames de aptidão, mesmo com a aprovação na prova. Entre os motivos de veto estão obesidade, asma, problemas cardíacos e rejeição de autodeclaração na política de cotas. Alunos recorrem à justiça após serem aprovados em vestibular, mas reprovados em testes da FAB Divulgação/ITA Ao menos 12 alunos aprovados no vestibular 2021 do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA) foram à Justiça para cursar a graduação depois de serem considerados inaptos na avaliação de saúde, toxicológica ou ter a autodeclararão de raça rejeitada. O ITA tem um dos vestibulares mais concorridos do país e, ligado a Força Aérea Brasileira (FAB), exige uma série de exames de aptidão, mesmo com a aprovação na prova (Leia mais abaixo). André Afonso Cardoso é um desses alunos. Ele tentou a aprovação no instituto por três anos até ser aprovado para a turma de 2021. Com passagem por escola militar no ensino médio e praticante de esportes, foi surpreendido com a negativa no teste de aptidão física. Ele tem ambliopia, que prejudica parte da visão do olho direito, fazendo com que precise de mais esforço do olho esquerdo. “Eu sabia, mas é algo leve e não me impedia de ter habilitação e dirigir, de ser aluno de colégio militar. Quando vi a minha classificação como inapto pensei que o meu esforço de três anos tinha sido em vão”, conta. Aluno do ITA teve que pedir a justiça permissão para matrícula mesmo com a aprovação no vestibular Arquivo Pessoal Ele recorreu à Justiça e conseguiu uma liminar para se manter cursando engenharia eletrônica. Mas para isso, teve de custear um gasto de R$ 8 mil, que não tinha, e que foi pago com uma vaquinha com alunos e pais de alunos. Outros casos Os processos são movidos por alunos que ingressariam na instituição neste ano. O ITA exige que, após a aprovação na prova, os alunos todos sejam submetidos a teste de aptidão do Centros de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). A instituição tem vagas para militares e civis, mas mesmo civis cumprem um ano de preparo militar e depois são incluídos na reserva para seguir o curso como civil. O exame é feito conforme critérios da Força Aérea Brasileira (FAB) para exercício da carreira militar, o que exige determinada aptidão física, apesar do instituto ter como alvo a formação técnica e academia. Primeira fase do vestibular do ITA teve 10 mil candidatos Entre as reprovações, está a de um aluno que teve Índice de Massa Corporal (IMC) acima do que o ITA considerou apto para atividades físicas. De acordo com a declaração à Justiça, o jovem tem 1,80 metro e pesa 120 kg. Outro caso é de um aluno que foi reprovado no teste de saúde por ter asma. À Justiça, apresentou laudos que mostravam sua aptidão para os estudos e atividades. Os dois tiveram a decisão revertida pela Justiça e estão cursando a graduação no ITA. De acordo com o advogado Fernando Souza, que representa quase 20 estudantes na Justiça desde 2019 em situações semelhantes a essas, os casos vêm crescendo ano a ano. “Isso acontece há muitos anos, de alunos sendo barrados depois de aprovados no vestibular, que é um dos mais concorridos do país. Em 2020 tivemos seis casos e agora 12 em 2021. Isso só reforça o quanto esse critério aplicado é desproporcional. O aluno vai ser engenheiro. Ele vai exercer funções técnicas, não vai atuar com infantaria e campo”, explica. Rejeição de autodeclaração Além das rejeições por aptidão física, um dos casos é de um aluno que se autodeclarou pardo, mas teve a declaração rejeitada pela comissão avaliadora. O aluno teria a aprovação mesmo sem o valor de cotas e teve de recorrer à Justiça para poder cursar o ITA. A Justiça não só permitiu que fizesse a matrícula e frequentasse as aulas, mas reconheceu sua autodeclaração como pardo. “O vestibular é concorrido e depois eles passam por uma pressão para a avaliação que traz critérios injustos”, pontua o advogado. O ITA passou a aceitar cotas apenas em 2018, após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu que a lei de cotas também valeria para concursos das Forças Armadas. Eduardo Zindani tenta na Justiça autorização para ser aceito no ITA após teste toxicológico identificar canabidiol Arquivo pessoal Canabidiol Eduardo Zindani, de 20 anos, foi rejeitado no ITA após a aprovação no vestibular. Na terceira e última etapa do teste ele foi classificado como inapto após um exame toxicológico identificar presença de canabidiol (CBD), substância derivada da maconha, no organismo dele. Ele move na Justiça Federal um processo para que a instituição seja obrigada a aceitá-lo no quadro. Eduardo assiste aulas no curso de engenharia aeroespacial desde março graças a uma liminar (decisão temporária) que possibilitou a chance de que ele siga a vida acadêmica até que o caso tenha um veredito. À Justiça ele alegou que faz uso medicinal para conter ansiedade do medicamento que é legal no Brasil. Dos 12 casos, apenas um não conseguiu manter os estudos na instituição. Um dos alunos foi flagrado no exame toxicológico com resquícios de cocaína. Ele chegou a recorrer, ter decisão liminar favorável, mas o parecer foi revertido pela justiça e teve de deixar o ITA. O G1 conversou com alguns dos alunos reprovados no teste, mas eles preferiram não falar para a reportagem por medo de represálias. O que diz o ITA A reportagem procurou o ITA e a FAB, mas aguardava o retorno até a publicação.
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03/08 - Unicamp 2021: comissão divulga 2ª chamada de aprovados no vestibular indígena
Relação divulgada nesta terça-feira (12) tem nomes de 17 candidatos aprovados no exame. Terceira edição da modalidade teve abstenção recorde por causa da pandemia; veja calendário. Candidatos durante vestibular indígena 2020 da Unicamp Antoninho Perri A Unicamp divulgou na manhã desta terça-feira (3) a segunda chamada de candidatos aprovados no vestibular indígena 2021. Ao todo são 17 estudantes que devem realizar a matrícula pela internet, na página da comissão organizadora do exame (Comvest), até 17h desta quarta-feira. A universidade também publicou uma relação com nomes de estudantes que estão em espera. Veja abaixo. VEJA APROVADOS EM 2ª CHAMADA CONFIRA LISTA DE ESPERA Segundo a Unicamp, a cidade com maior número de aprovados é São Gabriel da Cachoeira (AM). Documentação de matrícula A universidade destaca que, após a matrícula online, os aprovados devem subir os arquivos da documentação exigida no edital pelo Sistema de Gestão Acadêmica (SIGA) da Diretoria Acadêmica (DAC), dentro do prazo de 30 dias, usando login e senha que serão fornecidos pela instituição. Abstenção recorde Esta é a terceira edição da modalidade e o exame aplicado em 20 de junho teve 719 participantes. Diante da pandemia da Covid-19, entretanto, a abstenção foi recorde: 57,6% dos inscritos - 978 candidatos - não fizeram a avaliação que teve como locais de prova as cidades de Bauru (SP), Campinas (SP), Caruaru (PE), Dourados (MS), São Gabriel da Cachoeira (AM) e Tabatinga (AM). A prova teve 50 questões de múltipla escolha e uma redação. Foram 14 questões de linguagens e códigos; 12 de ciências da natureza; outra 12 de matemática; e mais 12 de ciências humanas. Nas duas edições anteriores, o percentual de candidatos ausentes foi de 42% e a universidade avalia que o aumento era esperado em virtude da crise sanitária e os reflexos dela para a logística do vestibular. Acolhimento Em nota, a Comvest destaca que a Unicamp terá programação especial para o acolhimento dos estudantes ingressantes, de maneira remota. Nesta semana haverá apresentações sobre a universidade, os cursos e serviços sociais, enquanto que entre os dias 9 e 13 de agosto terá espaço para detalhamento das carreiras e atividades como rodas de conversa e palestras. A programação será divulgada em página especial, destaca a comissão organizadora. Calendário do vestibular indígena de 2021 03/08: Divulgação dos convocados em 2ª chamada. 04/08: Matrícula virtual dos convocados em 2ª chamada, no site da Comvest. 06/08: Divulgação dos convocados em 3ª chamada. 09/08: Matrícula virtual dos convocados em 3ª chamada, no site da Comvest. 11/08: Divulgação dos convocados em 4ª chamada. 12/08: Matrícula virtual dos convocados em 4ª chamada, no site da Comvest. 13/08: Divulgação dos convocados em 5ª chamada. 16/08: Matrícula virtual dos convocados em 5ª chamada, no site da Comvest. VÍDEOS: veja o que é destaque na região de Campinas Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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03/08 - Resultados do Fies do segundo semestre de 2021 são divulgados
Pré-selecionados terão de quarta a sexta para complementar inscrições. Página de divulgação dos resultados do Fies 2021 Reprodução Os resultados da pré-seleção Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foram divulgados no final da noite desta terça-feira (3) no site oficial do programa. Sisu do 2º semestre abre inscrições Enem 2021 tem 3,1 milhões de inscritos confirmados, menor número desde 2005 Quem estiver entre os pré-selecionados deverá fazer a complementação das informações da inscrição entre quarta (4) e sexta-feira (6). Os candidatos que não forem selecionados serão automaticamente incluídos na lista de espera e poderão ser convocados entre 4 e 31 de agosto. Quem ficar em lista de espera deverá complementar sua inscrição em até 3 dias úteis a partir do dia em que sua pré-seleção for divulgada. O Fies é um programa de financiamento para estudantes em instituições de ensino superior privadas que usa notas do Enem. Nesta edição, são 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos e/ou turnos de 1.324 instituições privadas de ensino superior diferentes. Os candidatos puderam usar notas que obtiveram no Enem entre 2010 e 2020. Atualmente, o Fies tem duas categorias: a primeira oferece vagas com juro zero para estudantes com renda mensal familiar de um a três salários mínimos; a segunda, chamada P-Fies, tem juros variáveis e é direcionada a alunos com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos. Vídeos: confira as notícias sobre Educação p
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03/08 - Ensino remoto melhora no Maranhão em 2021, mas segue longe do ideal, mostra estudo
Na avaliação que vai de 0 a 10, nota média da qualidade do ensino remoto da rede estadual foi de 2,13, de acordo com índice desenvolvido pela Rede de Pesquisa Solidária. Ao G1, Governo do Maranhão disse que já investiu R$ 16,5 milhões em educação durante a pandemia. Escola Paulo VI, em São Luís, Maranhão Gilson Teixeira/Secap A nota média da qualidade do ensino remoto no Maranhão está entre as piores do país, segundo o levantamento da Rede de Pesquisa Solidária, que divulgou dados referente ao plano de ensino remoto no Brasil em 2021. O relatório aponta que a nota do Maranhão subiu de 1,66 em 2020 para 2,13 neste ano, mas ainda distante da nota máxima que é 10. Segundo o Índice de Ensino a Distância (IEAD), os estados com as maiores notas no ensino a distância em 2021 foram, Paraíba (8.89), Distrito Federal (8.33), Minas Gerais (7.78), Paraná (7.78) e São Paulo (7.74). No fim da lista, junto estão Goiás (1.85), Maranhão (2.13), Alagoas (2.67), Santa Catarina (3.17) e Piauí (3.33). O estudo mostra, ainda, que o baixo investimento direcionado à educação pública (às redes estaduais) está entre os principais problemas. Os estados com maior PIB per capita tiveram um melhor desempenho nos programas de ensino remoto em 2020. Ao G1, o Governo do Maranhão diz que investiu 16,5 milhões em educação durante a pandemia (veja a nota na íntegra abaixo). Para chegar a essa nota, a pesquisa levou em consideração quatro fatores: MEIOS DE TRANSMISSÃO: Os meios e canais utilizados para oferecer aulas a distância, vídeos ou conteúdo educacional aos estudantes, como rádio, televisão ou internet; FORMAS DE ACESSO: Os materiais, dispositivos e tecnologias disponibilizados para oferecer a alunos e professores acesso às aulas e aos conteúdos, como celulares, tablets, apostilas ou quaisquer formas de subsídio à internet; SUPERVISÃO DOS ALUNOS: As responsabilidades de supervisionar e garantir a frequência dos alunos nas aulas, além do monitoramento das atividades propostas, são atribuídas a professores e escolas, às instituições educacionais dos governos, ou a ambos; COBERTURA: Os níveis educacionais cobertos, como infantil, fundamental e médio. Secretaria de Estado de Educação (Seduc) abre inscrições para vagas na rede estadual de ensino do Maranhão Divulgação/Seduc De acordo com o IEAD, Entre esses subindicadores do IEAD, a categoria em que o Maranhão mais avançou foi a de "acesso", que indica se o do estado prevê a distribuição de apostilas específicas, dispositivos e/ou subsídio para acessar a Internet. De acordo com Luiz Cantarelli, também membro da Rede de Pesquisa Solidária, a média das redes estaduais para construir seus planos de ensino remoto foi de um mês e meio após o início da pandemia e das municipais da capital foi de dois meses e meio, chegando a cinco meses em alguns casos. "A principal fragilidade dos planos de 2020 era no acesso, que melhorou bastante neste ano. Muitos estados passaram a garantir acesso a dados e equipamentos digitais e também a aplicativos com internet subsidiada", explica Cantarelli. No Maranhão, segundo dados do Censo Escolar 2020, 19% dos estudantes estão matriculados em escolas mantidas e administradas (e, se incluída a rede privada e municipal de ensino, 17% do total de matrículas no estado). O Maranhão se aproxima, pela primeira vez desde o início de agosto de 2020, de uma reabertura geral das escolas. Nesta segunda-feira (2), estão sendo retomadas as aulas presenciais na rede estadual e privada de ensino de todo o Maranhão. Devido a pandemia de Covid-19, o governo do Estado adotou um sistema de rodízio por turmas e as atividades devem acontecer de forma híbrida, com períodos de aulas presenciais e online. O que diz o Governo do Maranhão "A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que o Estado do Maranhão desenvolveu uma série de investimentos para inclusão dos estudantes nas atividades remotas, tais como: disponibilização de chips, gravação de aulas, implantação da Plataforma Gonçalves Dias, implantação da TV Educação, disponibilização de roteiros de estudos, apostilas e materiais impressos para garantir o acesso de todos os estudantes. Além de uma revisão voltada ao Enem, durante todo o mês de julho (#TerceirãoNãoTiraFérias), que ocorreu pela Televisão e internet. O monitoramento de tais ações ocorre por meio do Sistema Integrado de Administração das Escolas Públicas (SIAEP), plataforma própria da rede estadual de ensino em que é realizado o registro de todas as atividades, bem como a frequência dos estudantes. Somado a isto, nos casos em que é detectada a ausência dos estudantes, é desenvolvida a Busca Ativa Escolar, que tem como foco a busca e o apoio ao estudante no seu retorno às atividades escolares. Outrossim, são desenvolvidas ações articuladas por meio das equipes escolares, equipes regionais e equipes de acompanhamento (Acompanhamento Mais Ideb), por meio das quais são realizadas análises conjuntas e periódicas quanto à frequência e ao rendimento dos estudantes, visando minimizar ao máximo as dificuldades que surgiram em decorrência do trabalho remoto. Assim, é realizado um trabalho sistemático de acompanhamento e monitoramento do trabalho desenvolvido, com intervenção imediata para melhoria dos resultados alcançados. Durante a pandemia, somente com ações para desenvolvimento da educação remota, o Governo do Maranhão investiu cerca de R$ 16,5 milhões."
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02/08 - ITA 2022: vestibular tem inscrições abertas para 150 vagas em seis cursos de engenharia
Instituição manteve as 150 vagas oferecidas no ano passado. Delas, são 120 voltadas para candidatos que queiram atuar como civis e 30 voltadas à carreira militar. As inscrições do vestibular para graduação em engenharia abriram nesta segunda-feira (2) Divulgação/ITA O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com sede em São José dos Campos (SP), abriu nesta segunda-feira (2) as inscrições para o vestibular 2022. A instituição manteve o número de 150 vagas para os seis cursos de engenharia. Unicamp: prova de matemática da 2ª fase terá ajustes para contemplar candidatos de humanas Os interessados têm até 15 de setembro para se inscrever e a taxa é de R$ 170. São 120 vagas voltadas para candidatos que queiram atuar como civis e 30 voltadas à carreira militar. Em ambos os casos há 20% cotas para candidatos negros. É necessário que o candidato se autodeclare negro ou pardo no ato de inscrição, para acessar o sistema de cotas. As opções de graduação são para seis áreas da engenharia: Aeroespacial, Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, de Computação, Eletrônica e Mecânica-Aeronáutica. Os cursos têm duração de 5 anos. Provas e cronograma Um dos vestibulares mais concorridos do país, o ITA manteve o exame dividido em duas etapas eliminatórias. A primeira fase será no dia 2 de novembro e conta com 70 questões de matemática, física, química, português e inglês. Os aprovados para a segunda etapa, responderão 30 questões dissertativas e a redação nos dias 24 e 25 de novembro. Além de São José, as provas do ITA são aplicadas em outras 23 cidades pelo Brasil. A previsão é que o resultado para o vestibular do ITA seja divulgado em 23 de dezembro. Os selecionados na segunda etapa deverão se apresentar ao ITA, em São José dos Campos, em janeiro de 2022 para passarem pela inspeção de saúde, que é a terceira etapa. O acesso ao edital e às inscrições pode ser feito no site do ITA. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
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02/08 - Sisu do 2º semestre abre inscrições nesta terça; veja como participar
Sistema usa notas do Enem 2020 para selecionar alunos que estudarão em universidades públicas. Candidato pode mudar suas opções de curso até sexta-feira. Sisu: MEC divulga previsão de datas para seleção do 2º semestre de 2021 Reprodução/Twitter/MEC As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre foram abertas nesta terça-feira (3), na página oficial do programa, e podem ser feitas até sexta-feira (6). O processo, gratuito, leva em conta as notas dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 para selecionar alunos que estudarão em universidades públicas. Leia também: VESTIBULAR: Unicamp mudará prova de matemática VOLTA ÀS AULAS: 10 formas de fazer uma retomada segura ENEM 2021: prova tem menor número de inscritos FIES: resultados do 2º semestre devem ser divulgados nesta terça Quem pode participar? Para se inscrever no Sisu, é preciso ter feito o Enem 2020 e tirado nota superior a zero na redação. Treineiros não podem participar do processo seletivo. Como o Sisu funciona? O candidato pode escolher até duas opções de curso no sistema. Até sexta-feira, é possível alterar a inscrição. Mas por que alguém mudaria de ideia ao longo da semana? Pode ser uma questão estratégica, para aumentar as chances de aprovação. A partir de quarta-feira, o Sisu mostrará as notas de corte parciais com base no desempenho de quem se inscreveu até o momento em determinado curso. Exemplo: Vamos supor que 60 pessoas se inscreveram, no primeiro dia, para o curso de odontologia da universidade X. São apenas 15 vagas. Na modalidade de ampla concorrência (sem cotas), o sistema analisará as notas de cada um desses 60 estudantes no Enem 2020. O 15º melhor desempenho (já que são 15 vagas) desse grupo foi o do João, com 732,8 pontos. Isso significa que a nota de corte parcial neste curso será exatamente de 732,8. Como é possível alterar suas opções até o fim de sexta-feira, as notas de corte vão mudando a todo momento. Elas são divulgadas uma vez ao dia (quarta, quinta e sexta-feira). O João talvez desista, outra pessoa com nota maior pode se inscrever, e isso fará com que o patamar mínimo de aprovação para odontologia suba mais um pouco. É importante ficar atento a essas notas de corte. Se o seu desempenho for muito inferior, talvez valha mais a pena alterar sua inscrição. Mas atenção: este é apenas um mecanismo para guiar os candidatos. A última nota de corte divulgada (na sexta-feira) não será necessariamente o patamar definitivo para selecionar os aprovados. Ainda haverá horas até o fim do prazo, com possíveis mudanças nas inscrições. Só será possível saber quem foi aprovado em 10 de agosto. Por que minha nota está diferente em cada universidade? O Enem é composto por 5 provas: linguagens, ciências da natureza, ciências humanas, matemática e redação. Em cada curso, os pesos podem ser diferentes. A graduação de engenharia em determinada universidade pode dar uma importância maior ao desempenho do aluno em matemática, por exemplo. E uma de pedagogia talvez estipule que a nota de linguagens vale mais que a de ciências da natureza. Por isso, o mesmo candidato pode ter notas diferentes. Como funciona a escolha de primeira e segunda opção? Ao se inscrever, o candidato deve escolher dois cursos: um como primeira e outro como segunda opção. Podem ser dois da mesma universidade (por exemplo: letras e ciências sociais na USP) ou em instituições diferentes (letras na USP e letras na UFMG). Se ele for: aprovado nas duas opções de curso: poderá se matricular apenas na primeira; aprovado só em uma das duas opções: terá direito a se matricular nela, sem a alternativa de participar da lista de espera; em nenhuma das opções: se quiser continuar tentando entrar na universidade pelo Sisu, pode se inscrever na lista de espera para a primeira OU a segunda opção. Dica: só se inscreva para cursos pelos quais você realmente se interessa. Não adianta, por exemplo, tentar passar em economia na Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), só porque sua nota seria suficiente para a aprovação. Se não for possível se mudar para lá, você "queimará" sua chance de participar da lista de espera. Existe política de cotas? Sim. Cada universidade pode adotar sua própria conduta na distribuição de vagas por cotas. Na hora de se inscrever, as opções ficam separadas: ampla concorrência e demais modalidades (por cor, renda ou rede escolar). É permitido também que as instituições de ensino estipulem outro critério: todos os alunos participam da mesma classificação, mas com bônus (pontos extras) a candidatos de determinados perfis (pretos, pardos e indígenas que estudaram em escola pública, por exemplo). Cronograma Inscrição: 3 a 6 de agosto Resultado: 10 de agosto Período de matrícula: 11 a 16 de agosto Inscrição na lista de espera: 10 a 16 de agosto Vídeos
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02/08 - Estudantes retornam para salas de aula em Macapá após 1 ano e meio: 'Ansiosa e nervosa', diz mãe
Creches, 5º ano do ensino fundamental e EJA retornaram para um 2º semestre 100% presencial nesta segunda-feira (2). Outras etapas de ensino passaram a ser no formato híbrido. Volta às aulas: alunos do 2º, 5º e 9º ano voltaram a frequentar as escolas de Macapá Nesta segunda-feira (2) foi o primeiro dia de aulas presenciais para alguns estudantes de Macapá que deixaram de frequentar o ambiente físico escolar há quase um ano e meio. Foi o caso dos alunos matriculados na rede municipal em creches, 5º ano do ensino fundamental e Ensino de Jovens e Adultos (EJA), que passaram para a modalidade 100% presencial. Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Macapá Especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Estudantes de outras etapas do ensino fundamental também retomaram as aulas neste 2º semestre no formato híbrido, onde parte da carga horária é na sala de aulas e a outra segue on-line. Adriana dos Anjos junto com o marido no retorno das aulas presenciais da filha Rede Amazônica/Reprodução A empregada doméstica Adriana dos Anjos não escondeu a felicidade e a ansiedade pelo momento. Prova disso, foi que ela chegou primeiro para deixar a filha na creche Eliana Azevedo, no Conjunto Macapaba, na Zona Norte da capital. "Estou muito feliz por esse momento que a minha filhinha vai para a escola. Ansiosa demais, nervosa também, mas vai dar tudo certo. Ontem nós acordamos cedo e fomos comprar o material dela para a escola, preparei à noite e está sendo maravilhoso", relatou. Aula presencial em creche de Macapá Rede Amazônica/Reprodução O titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Macapá, Edielson de Souza Silva, explicou que nesse momento o retorno das crianças à escola não é obrigatório. "Cada escola vai adotar uma programação para que os pais que não autorizarem recebam suas atividades referente ao período letivo. É bom que se diga que essa autorização é obrigatória e a Semed está programando que a cada mês esse procedimento de consulta aos pais seja renovado", afirmou. Nesse primeiro momento do retorno 100% das aulas presenciais na rede municipal, as turmas serão divididas em 50% da quantidade de alunos por dia. Ou seja, se uma turma tem 10 alunos, em um dia irão à escola cinco estudantes e no outro mais cinco. Todos receberão o mesmo conteúdo didático. Já nas turmas do 1° ao 4° ano da rede municipal de educação será implementado o regime híbrido, com 50% de alunos por dia em cada sala de aula a partir de 9 de agosto. Estudante Glayde Queiroz Rede Amazônica/Reprodução Com filho em idade escolar, a estudante Glayde Queiroz contou que ainda não se sente tão segura com o retorno das aulas presenciais, mas reconheceu a importância do ambiente de ensino para o desenvolvimento da aprendizagem dos pequenos. "Fico ainda receosa de trazer as crianças para a escola porque não sei como elas vão se adaptar, já que faz muito tempo que elas não sabem o que é ficar em conjunto com outras crianças. Mas elas precisam ter esse convívio porque só a gente em casa não consegue passar tudo que elas precisam", comentou. Profissionais da educação Quem ainda tem receios é a classe dos trabalhadores desse setor. Na sexta-feira (30), o Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Amapá (Sinsepeap) realizou uma assembleia geral para debater as aulas nas escolas neste 2º semestre. A presidente do Sinsepeap, Kátia Cilene Almeida, informou que a categoria decidiu continuar em aulas remotas por falta de segurança. "A gente [professores] continua em aula remota, somos contrários às aulas presenciais e híbridas, porque não tem nenhuma segurança sanitária a todos da comunidade, não só os professores, mas também os pais e alunos", detalhou. Para o retorno seguro, a categoria entende que deve haver a imunização dos profissionais da educação. A vacina contra a Covid-19 passou a ser ofertada em junho para esse grupo, inclusive com o imunizante da Janssen, que é em dose única. No entanto, a procura foi baixa. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP:
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02/08 - ES lança programa de incentivo para implantação de tempo integral em escolas municipais
Projeto estabelece o repasse direto aos municípios do valor de R$ 3 mil por estudante ao ano, durante um período de três anos. Edital de apoio às redes municipais para a criação ou ampliação da oferta desta modalidade de ensino foi lançado pelo governador Renato Casagrande (PSB), durante cerimônia no Centro de Convenções de Vitória Rodrigo Araujo/Governo do ES O Governo do Espírito Santo lançou, nesta segunda-feira (2), o Programa Capixaba de Fomento à Implementação de Escolas Municipais de Ensino Fundamental em Tempo Integral (Proeti). O projeto de lei, que será encaminhado à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), estabelece o repasse direto aos municípios do valor de R$ 3 mil por estudante ao ano, durante um período de três anos. Segundo o governo, a iniciativa é inédita no Brasil. O edital de apoio às redes municipais para a criação ou ampliação da oferta desta modalidade de ensino foi lançado pelo governador Renato Casagrande (PSB), durante cerimônia no Centro de Convenções de Vitória. Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Vitória De acordo com o projeto, devem ser ofertadas cerca de 30 mil vagas por ano, com investimento total de R$ 270 milhões neste período. A ação, segundo o governo estadual, visa ao cumprimento da meta 6 dos planos nacional e estadual de educação, que tem o objetivo oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica. Além do apoio financeiro, o governo do estado vai compartilhar com as secretarias municipais conhecimentos e recursos técnico-pedagógicos já consolidados pela Secretaria de Estado da Educação (Sedu). O foco será a melhoria da aprendizagem do estudante em nível estadual por meio das metodologias da educação em tempo integral, bem como estabelecer uma estratégia conjunta de expansão dessa modalidade de ensino, desenvolvendo um modelo unificado e capixaba. “Discutir a educação é algo que me deixa muito entusiasmado e nós estamos agindo. Quando essas ações acontecem em parceria com as prefeituras, temos um resultado ainda mais expressivo. Para que a gente possa criar oportunidades aos capixabas. O caminho da educação distribui renda, mas temos um caminho longo. Temos o melhor ensino médio do país, mas a nossa nota é 5. Caminhamos a metade, mas queremos ser nota 10”, afirmou o governador. Casagrande citou que a pandemia da Covid-19 afastou os alunos de sala de aula, o que aumenta o desafio na área. “Muitos alunos quando se afastam não voltam mais à escola. Por isso, estamos colocando uma energia maior ainda para superar os desafios na educação e confio muito em nossos profissionais. Juntos, vamos recuperar esse atraso causado pela pandemia. Serão 30 mil alunos a mais do que já temos na educação em tempo Integral, principalmente no ensino fundamental I. Nossa equipe pedagógica está à disposição para ajudar nessa transição. É pioneiro, inovador e esse projeto vai dar certo”, garantiu. O secretário de Educação, Vitor de Angelo, destacou que os municípios devem aprovar, junto às respectivas câmaras, um projeto de lei do tempo integral. “Já preparamos uma minuta de referência para esse projeto e encaminharemos aos gabinetes de todos os prefeitos, ainda esta semana”, adiantou. O presidente da Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), Victor Coelho (PSB), que é prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, também participou do evento. Ele falou sobre a importância da parceria do Estado com os municípios. “Esse é um evento de grande relevância para todos nós. O governo do estado tem uma gestão séria, comprometida com os capixabas e de resultados. Implantar a escola em tempo integral é um desafio e esse projeto será fundamental para motivar os municípios a aderirem. Como presidente da Amunes, daremos todo o suporte para que os municípios possam aderir”, comentou. Escolas estaduais do ES terão aulas de reforço de português e matemática Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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02/08 - Santos retoma aulas presenciais com 100% da capacidade de alunos nesta segunda
Aulas ocorrem em horário normal e em todos os dias da semana, em unidades municipais e estaduais. Alunos da Escola Estadual Suetônio Bittencourt recebem orientação sobre protocolos de segurança no retorno às aulas Nina Barbosa/G1 As aulas presenciais das escolas municipais e estaduais de Santos, no litoral de São Paulo, foram retomadas nesta segunda-feira (2) com 100% da capacidade de alunos. As unidades que voltaram às atividades são dos ensinos Infantil, Fundamental, Médio e Técnico. Nos colégios municipais, após o recesso em 1° de julho, os alunos retornaram às unidades no último dia 22, em formato híbrido (aulas presenciais e remotas), com atendimento presencial de 35% da capacidade de alunos por dia. De acordo com a prefeitura, foram respeitados todos os protocolos de segurança exigidos, como aferição de temperatura na entrada, utilização de álcool em gel 70%, uso obrigatório de máscaras e distanciamento, entre outros. As turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) já estavam sendo atendidas 100% presencialmente, devido ao número reduzido de alunos. Após esse período, nesta segunda-feira, as aulas voltaram com 100% da capacidade de alunos, seguindo os protocolos exigidos e o distanciamento, que mudou para um metro entre as mesas e cadeiras nas salas de aula, e não mais 1,5 m, como era anteriormente. Alunos da Escola Estadual Suetônio Bittencourt retomaram as aulas nesta segunda-feira Nina Barbosa/G1 Nas escolas estaduais, as aulas voltam para as unidades que tenham capacidade física de atender 100% dos alunos diariamente, dentro do distanciamento proposto. A unidade terá autonomia para definir a melhor forma de revezamento dos estudantes, de forma que o máximo de alunos seja atendido dentro das regras de saúde. Ensino Superior Segundo o governador João Doria (PSDB), as instituições de Ensino Superior, como universidades e faculdades técnicas, poderão receber presencialmente até 60% do total de alunos. Já as de Ensino Técnico de nível médio, como as ETECs do Centro Paula Souza, seguem as mesmas regras da educação básica, ou seja, não têm limite de ocupação. A capacidade máxima de 60% dos estudantes de Ensino Superior não se aplica aos cursos da área da saúde, que podem receber presencialmente 100% dos alunos matriculados. Foram incluídos na categoria da saúde, também, os cursos de Saúde Coletiva, Saúde Pública e Medicina Veterinária. Além disso, atividades práticas, laboratoriais e estágios de cursos superiores em todas as áreas também poderão ocorrer presencialmente, sem limite de ocupação. Demais cidades As demais cidades da Baixada Santista optaram por retomar as aulas de forma escalonada. Em Bertioga, a partir desta segunda-feira, o número de alunos para as escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental foi readequado, passando para 70%. Já os Núcleos de Educação Infantil Municipal (Neims) devem retornar em agosto com 50% dos alunos em cada período. Em Guarujá, o retorno presencial das aulas será com capacidade de 50% dos alunos. A medida vale para os Núcleos de Educação Infantil Municipais (Neims); Núcleo de Educação Infantil Conveniados (Neics); Educação Infantil (Emeis); Ensino Fundamental I e II; Educação para Jovens e Adultos (EJA I e II); e os Centros de Atividades Educacionais e Comunitárias (Caecs). Na cidade de Praia Grande, nos primeiros 15 dias, a partir desta segunda-feira, a capacidade será de até 35% por turma nas escolas municipais. A partir de 16 de agosto, o município começará a ampliar a quantidade de alunos por turma nas atividades presenciais, mas prevê o atendimento de 100% da capacidade a partir do fim de agosto. Em Itanhaém, os alunos do Pré II ao 5º ano terão aulas presenciais em dias alternados com aulas remotas. Os estudantes do 6º ao 9º ano irão à escola em semanas alternadas, com aulas remotas nos dias em que não comparecerem às unidades. Segundo a administração, as escolas receberão até 50% da capacidade total de alunos em cada sala de aula. O atendimento remoto continuará para os estudantes cujos familiares optarem pelo não retorno ao ensino presencial. Em São Vicente, os alunos da rede municipal retornarão às atividades educacionais presenciais a partir de 13 de setembro, com limite máximo estabelecido pela Seduc, que ainda não foi divulgado. Em Cubatão, o retorno das aulas presenciais ocorrerá de maneira revezada, e as presenças serão intercaladas a partir de 9 de agosto. O plano de retomada prevê 35% da quantidade total de alunos nas aulas presenciais. Para isso, cada unidade de ensino deverá construir um plano estruturando as ações que serão realizadas pelos profissionais que ali atuam. Em Peruíbe, o retorno das aulas em 39 unidades escolares ocorreu nesta segunda-feira, inicialmente com 25% dos alunos por dia, em esquema de revezamento, pelo período de 3h30 de aula. Em Mongaguá, a retomada das aulas nas creches, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Ensino de Jovens e Adultos (EJA) e Projeto de Atividade Complementar (PAC) será no dia 9 de agosto. O retorno ocorre de forma híbrida e escalonada. VÍDEOS: G1 em 1 Minuto Santos
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02/08 - IEE retoma aulas em formato híbrido no 2º semestre em Florianópolis
Escola recebeu 480 alunos nesta segunda-feira. Instituto Estadual de Educação segue as determinações do governo estadual. Aulas na rede estadual retomam nesta segunda-feira em SC A maior escola da rede estadual de Santa Catarina reabriu as portas nesta segunda-feira (2) para a volta às aulas no segundo semestre de 2021. Localizado no Centro de Florianópolis, o Instituto Estadual de Educação (IEE) recebeu 480 estudantes nesta manhã. A unidade opera em formato de ensino hibrido e segue as determinações do governo. O coordenador-geral da unidade, Vendelin Borguezon, afirmou que a retomada das aulas começou com "sentimento de esperança para o retorno da normalidade". A expectativa agora é de que, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, mais alunos possam estudar de forma presencial. "Estão todos bem motivados, animados e a perspectiva é boa. Tem uma expectativa de que com a confiança que estão tendo com o avanço da vacina, e os protocolos que a escola segue, isso com o tempo vai cada vez aumentando mais [o número de alunos]", disse. O IEE possui 5.043 alunos matriculados, mas por conta do tamanho estrutura, 3.358 estudantes estão indo até a escola de maneira escalonada desde fevereiro deste ano. Assim, quando uma grupo está em sala de aula, outro faz as atividades em casa. Nas salas, a distância entre as carteiras entre os alunos é de 1 metro. Volta às aulas em SC: Segundo semestre letivo começa nas escolas estaduais Na rede pública municipal, o segundo semestre também começou nesta segunda. Na rede privada, o início está marcado também para esta semana. Principais medidas sanitárias para as aulas presenciais: Disponibilização de álcool 70%; Utilização obrigatória de máscara; exceto para crianças menores de 6 anos; Readequação dos espaços físicos, respeitando o distanciamento mínimo de 1 metro; Aferição da temperatura dos alunos e frequentadores; Testagem de casos suspeitos nas regiões com maiores contaminações. Busca ativa O governo estadual realiza ações de busca ativa para levar de volta às salas de aula cerca de 8 mil alunos que desistiram das aulas no primeiro semestre. O trabalho de busca ativa começou ainda no ano passado, quando foi identificado que muitos alunos não conseguiam participar das atividades remotas. Ao todo, são mais de 500 mil alunos na rede estadual. "O ano de 2021 tem sido um desafio importante. Neste segundo semestre, nós precisamos aumentar a participação dos alunos nas salas de aula", disse o secretário estadual de Educação, Luiz Fernando Vampiro. Para tentar controlar os casos de Covid-19 que possam surgir nas unidades, alunos e professores que com suspeita da doença serão testados. Segundo a Secretaria da Educação (SED), 95% dos professores estão imunizados contra a Covid. Apesar do retorno e o esforço do estado em aumentar o número de alunos nas escolas de forma física, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC) afirmou que não há segurança total para o retorno 100% presencial. "Não há segurança no ambiente escolar, principalmente nos momentos de alimentação escolar, no recreio, e muito menos no transporte escolar", disse presidente da categoria, Luiz Carlos Vieira. O sindicato também defende que a distância entre as cadeiras nas salas seja de 1,5 metro. SC retoma as aulas na rede estadual nesta segunda-feira VÍDEOS: mais assistidos do G1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no G1 SC
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02/08 - Unicamp 2022: prova de matemática da 2ª fase terá ajustes para contemplar candidatos de humanas
Diretor da Comvest afirmou que questões terão mudanças por conta da redução das notas no processo deste ano, após impactos da pandemia da Covid-19. Inscrições foram abertas nesta segunda. Diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, na manhã desta segunda (2) Reprodução A Comissão Permanente Para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) confirmou, na manhã desta segunda-feira (2), mudanças na prova de matemática da 2ª fase do vestibular 2022, após a instituição constatar uma queda nas notas do processo seletivo deste ano por conta dos impactos do ensino remoto, provocado pela pandemia da Covid-19. A universidade abriu as inscrições nesta segunda-feira. No total, são 2.540 vagas em 69 cursos. O candidato deve preencher um formulário no site da comissão até o dia 9 de setembro e pagar uma taxa de R$ 180 caso não seja isento. Neste ano, 8.327 pessoas foram contempladas com a isenção, apesar da queda 29,5% nas solicitações em comparação com o ano anterior, o que a Comvest também acredita ser um reflexo da "desilusão" com o ensino remoto. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, afirmou em coletiva de imprensa nesta segunda-feira que a mudança na prova de matemática na 2ª fase será um ajuste para contemplar candidatos a cursos de ciências humanas, que eventualmente têm mais dificuldade com a disciplina e podem ter tido os problemas de compreensão potencializados pelas aulas online. Segundo ele, o exame será mais "próximo da realidade" deste grupo. "Quando estamos presencialmente, o professor detecta a deficiência, mas no ensino remoto o aluno sequer pergunta. Percebemos isso na prova de matemática do ano passado. Ela já teve uma dificuldade menor, inclusive atestada pelos cursinhos, mas, apesar disso, o resultado foi uma queda expressiva das notas na área de humanidades. Teremos uma prova diferente nesta área também para que as pessoas não se sintam amedrontadas pela prova", explicou. Ainda segundo Freitas Neto, assim como aconteceu em 2021, o vestibular da Unicamp vai considerar os impactos na educação após a pandemia da Covid-19 e a prova será novamente adequada à atual realidade de ensino. Apesar do retorno das aulas presenciais na rede municipal e estadual nesta segunda-feira, a Unicamp não sabe quanto tempo levará a recuperação dos conteúdos prejudicados durante o período de ensino remoto. "Temos que preparar uma prova para estudantes que terão passados dois dos três anos de ensino médio no ensino remoto. E os novos ingressantes passarão por uma transição. Temos a expectativa que esses estudantes estejam aqui presencialmente no ano que vem, para que a gente possa mostrar a cara da Unicamp, com a defesa dos direitos democráticos, dos direitos humanos", completou. A prova da 1ª fase do processo seletivo está marcada para 7 de novembro, enquanto que a 2ª fase será em janeiro de 2022 - veja abaixo calendário. A universidade prevê pelo menos 70 mil inscrições. O exame será realizado em 31 cidades do estado de São Paulo - a única exceção com o vestibular deste ano é a exclusão de Fernandópolis (SP) - além de cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Salvador. Inscrições no vestibular da Unicamp Ao contrário do ano anterior, a Unicamp terá no vestibular 2022 a retomada da seleção que considera as notas dos candidatos no Enem como critério de seleção para 639 vagas. Neste caso, as inscrições também são obrigatórias e devem ser realizadas pelos candidatos entre os dias 3 e 30 de novembro. Em 2021, a universidade incluiu todas as vagas da modalidade via Enem no vestibular tradicional por causa da incompatibilidade do calendário interno com datas definidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), diante de reflexos gerados pela pandemia. Entre os 77,6 mil inscritos do vestibular 2021, diz a Comvest, 34,2% eram oriundos da rede pública. Unicamp muda data da 2ª fase do vestibular 2022 e divulga novo calendário Como serão as provas? O formato das avaliações deve ser o mesmo da edição anterior: 1ª fase: 72 questões de múltipla escolha e prova com duração de até 4 horas (antes da pandemia eram aplicadas 90 perguntas para até 5 horas de avaliação); 2ª fase: a avaliação é comum para todos os estudantes chamados e tem a seguinte estrutura: No primeiro dia, a avaliação é comum para todos os estudantes chamados e tem a seguinte estrutura: redação, além de questões dissertativas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, e interdisciplinares em língua inglesa; Já no segundo dia, o exame terá perguntas dissertativas para todos convocados nas disciplinas de matemática, interdisciplinar de ciências humanas, e interdisciplinar de ciências da natureza. Além disso, serão realizadas provas de conhecimentos específicos, conforme a opção de curso: área de ciências biológicas/saúde (biologia e química), ciências exatas/tecnológicas (física e química), e ciências humanas/artes: (geografia e história, incluindo filosofia/sociologia). Vestibular 2022 Modalidade tradicional Inscrições: 2/08 a 8/9/2021 1ª fase: 7/11/2021 2ª fase: 9/01/2022 e 10/01/2022 Provas de habilidades específicas de música: (setembro e outubro, datas a confirmar) Provas de habilidades específicas outros cursos: 19 a 22/01/2022 Divulgação da primeira chamada: 14/02/2022 Matrícula (não presencial) da primeira chamada: a confirmar Outras modalidades Vagas remanescentes: inscrições de 20/9 a 8/10/2021 Ingresso via Enem: inscrições de 3 a 30/11 Vagas para premiados em olimpíadas de conhecimentos: inscrições de 16/11 a 14/1/2022 Vista aérea do campus da Unicamp, em Campinas (SP) Reprodução/EPTV VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região . Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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02/08 - Alunos da rede municipal voltam às aulas nesta segunda em Montes Claros
Aulas presenciais foram retomadas para os níveis infantil e fundamental em sistema de revezamento. Segundo a Prefeitura, todas as escolas foram adequadas e seguem medidas de prevenção à Covid-19. Alunos retornaram às aulas nesta segunda-feira (2) Délio Pinheiro/ Inter TV As aulas presenciais na rede municipal foram retomadas nesta segunda-feira (2), em Montes Claros, para as turmas dos níveis infantil e fundamental. Segundo a Prefeitura, o retorno será em sistema de revezamento com 50% da capacidade. “O público é reduzido conforme o decreto, nós vamos atender até 50%. Isso depende do espaçamento e da realidade da escola, mas o retorno é parcial. Todas as nossas escolas estão preparadas e munidas dos itens necessários para um retorno com segurança”, disse a secretária de Educação Rejane Veloso, em entrevista ao Inter TV Notícia. Secretária de Educação fala sobre o retorno das aulas em Montes Claros O revezamento entre as turmas será semanal conforme o planejamento de cada escola. O município informou também que todas as unidades já receberam máscaras e álcool em gel, e foram demarcadas para garantir o distanciamento. Além disso, cantineiras e serventes passaram por treinamento para preparar a merenda e servir de acordo com os protocolos sanitários. “É um retorno opcional, a família decide e a criança que ficar em casa terá o atendimento com o material impresso e as aulas remotas”. A secretária destacou ainda que todos os profissionais da educação já receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19. Prefeitura publica decreto com regras para retomada de aulas presenciais em Montes Claros Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro As aulas no município chegaram ser retomadas no dia 25 de maio e foram suspensas dois dias depois. Na época, a Prefeitura informou que houve baixa adesão por parte dos alunos e disse que a suspensão permitiria o avanço da vacinação. As regras para o retorno das aulas presenciais estão previstas no no decreto 4169 e devem seguidas pelas escolas. Confira algumas medidas: Eventos como feiras, palestras, seminários, festas, assembleias, competições e campeonatos esportivos, salvo se exclusivamente por meio virtual, estarão proibidos; Aulas de educação física somente poderão ocorrer em locais abertos, arejados e sem contato físico entre os alunos; Deverá ser respeitado o distanciamento de 1,5 (um e meio) metro entre as pessoas, com exceção dos profissionais que atuam diretamente com crianças de creche e pré-escola; Durante os intervalos, recreios, entrada ou saída do estabelecimento, deve ser privilegiado o distanciamento de 1,5 (um e meio) metro entre os alunos, de modo a evitar aglomerações; Os intervalos, recreios, entrada ou saída do estabelecimento devem ser feitos com revezamento de turmas em horários alternados, limitando-se a, no máximo, um quarto das turmas ao mesmo tempo e ao espaçamento mínimo de 01 pessoa a cada 5 m² (cinco metros quadrados) em área aberta; Deverá ser adotado o ensino não presencial combinado ao retorno gradual das atividades presenciais; Utilizar marcação no piso para sinalizar o distanciamento de 1,5 (um e meio) metro; Cumprir o distanciamento de 1,5 (um e meio) metro durante a formação de filas; Para crianças a partir de 06 (seis) anos, usar máscara cobrindo a boca e o nariz, dentro da instituição de ensino, no transporte escolar e em todo o percurso de casa até a respectiva instituição de ensino. Crianças, entre 02 (dois) e 05 (cinco) anos, deverão usar máscaras sempre acompanhadas por professores ou responsáveis, a todo o momento. Lavar as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool em gel 70% (setenta por cento) ao entrar e sair da instituição de ensino, ao entrar e sair da biblioteca e antes das refeições, sempre com supervisão de um responsável da instituição de ensino; Não utilizar objetos compartilhados que não sejam higienizados antes do uso; Higienizar os prédios, as salas de aula e, particularmente, as superfícies que são tocadas por muitas pessoas (grades, mesas de refeitórios, carteiras, puxadores de porta e corrimões), antes do início das aulas em cada turno e sempre que necessário; Higienizar os banheiros, lavatórios e vestiários antes da abertura, após o fechamento e, no mínimo, a cada três horas; Manter os ambientes bem ventilados com as janelas e portas abertas, evitando o toque nas maçanetas e fechaduras; Evitar o uso de ventilador e ar-condicionado. Caso o ar-condicionado seja a única opção de ventilação, instalar e manter filtros e dutos limpos, além de realizar a manutenção e limpeza semanais do sistema de ar-condicionado; Fornecer alimentos e água potável de modo individualizado. Caso a água seja fornecida em galões, purificadores, bebedouros ou filtros de água, cada um deverá ter seu próprio copo. Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em G1 Grande Minas.
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02/08 - Volta às aulas: 13 cidades retomam atividades na rede municipal da região; veja regras para particulares e estaduais
A partir desta segunda-feira (2) escolas das redes pública e privada voltam sem limite de ocupação, desde que respeitem 1 metro de distanciamento, seguindo o Plano SP. Rede particular e estadual de ensino retomam às aulas presenciais em Campinas O mês de agosto começa com volta às aulas presenciais em escolas da rede municipal de ao menos 13 cidades da região de Campinas (SP). Nesta segunda-feira (2), prefeituras começaram a receber alunos e muitas instituições estaduais e particulares dos demais municípios também voltam às atividades. O G1 fez um levantamento nos 31 municípios, veja detalhes e regras aplicadas em cada um ao longo da reportagem. Por conta da pandemia da Covid-19, as medidas sanitárias, o uso de máscara e o distanciamento entre os estudantes seguem obrigatórios. Os 13 municípios que voltam nesta segunda são: Águas de Lindóia, Americana, Amparo, Holambra, Indaiatuba, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Pedreira, Serra Negra, Socorro, Tuiuti e Vinhedo. Espírito Santo do Pinhal e Morungaba retomam na rede municipal nesta terça-feira (3); Pinhalzinho e Santo Antônio do Jardim voltam no dia 9. Outras cidades já tinham começado as aulas nos colégios da prefeitura, algumas com capacidade reduzida que deve ser revista a partir deste mês. São elas: Artur Nogueira, Campinas (que retomou dia 21 de julho), Itapira, Louveira, Mogi Guaçu, Paulínia, Santo Antônio de Posse, Sumaré e Valinhos. Hortolândia prevê a retomada na rede municipal após 100% de imunização dos profissionais da educação. Mogi Mirim e Jaguariúna não divulgaram datas. As prefeituras de Estiva Gerbi e Pedra Bela não responderam ao G1. Escola de Campinas retoma aulas presenciais com medidas sanitárias obrigatórias para conter a Covid-19 Reprodução/EPTV A retomada na Educação acontece diante da melhora do cenário da pandemia, com redução de mortes, casos graves e número de infecções, e também devido ao aumento de pessoas vacinadas contra o coronavírus. Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro De acordo com o governo estadual, as aulas presenciais podem voltar sem limite de ocupação desde que respeitem o distanciamento de 1 metro entre os alunos. A EPTV, afiliada da TV Globo, exibiu uma série de três reportagens com informações sobre a retomada - veja na playlist. Regras para volta às aulas na região Águas de Lindóia Os alunos dos ensinos municipal e privado devem retornar em sistema de revezamento com 50% dos estudantes por sala na segunda-feira (2). Já na rede estadual, cada escola deve tomar uma medida e entrar em contato com as famílias. De acordo com a administração municipal, o retorno dos estudantes não será obrigatório, mas, para isso, é preciso comparecer ao colégio e assinar uma declaração. O percentual de funcionários da educação vacinados contra a Covid-19 não foi informado. Americana O retorno presencial é facultativo na cidade e cada escola municipal deve entrar em contato com as famílias para explicar o cronograma das aulas que começam na segunda-feira (2). A capacidade dos alunos de 3 anos será 100%. Para níveis I, II e do 4º ao 9º anos será 50%. Do 1º ao 3º anos, todos os estudantes podem voltar. A administração não respondeu sobre os colégios privados e estaduais. A cidade não informou a quantidade de profissionais da educação imunizados da Covid-19. Amparo Amparo determinou que o retorno às aulas presenciais dos ensinos público e privado será feito de forma gradual, com capacidade de 35% a partir da segunda-feira (2). Os alunos do grupo de risco podem permanecer em casa pelo ensino remoto após apresentar o atestado médico na escola. Segundo a prefeitura, todos os profissionais da educação já receberam a vacina do coronavírus. Artur Nogueira A prefeitura informou que as aulas presenciais do ensino municipal já tinham retornado em maio com 30% da capacidade, mas, a partir da 2ª quinzena de agosto, devem ampliar o número de alunos. A capacidade dependerá da quantidade de alunos por classe, uma vez que é necessário deixar um espaço de 1 metro por pessoa. Segundo a gestão do município, as redes privada e estadual devem seguir o Plano SP, que prevê a volta às aulas sem limite de ocupação na segunda-feira (2). A cidade informou que 90% dos profissionais da educação estão vacinados contra a Covid-19. Campinas Campinas informou que a rede municipal de ensino retomou as aulas presenciais no dia 21 de julho e os alunos foram divididos em três grupos. Mas, a partir da segunda-feira (2), serão dois. Já colégios estaduais e particulares devem seguir a orientação do Estado de receber os alunos em agosto, desde que seja respeitado o espaço de 1 metro entre os alunos. Universidades devem voltar no próximo mês com 60% da capacidade. No entanto, cursos superiores e técnicos da área de saúde, além de atividades práticas de todas as faculdades, podem ter 100%. Volta às aulas em Campinas com medidas sanitárias para conter o avanço da Covid-19 Reprodução/EPTV Espírito Santo do Pinhal Escolas estaduais e particulares retornam na segunda-feira (2) com aulas presenciais, a rede municipal de ensino volta na terça-feira (3) e o ensino superior recebe os alunos no dia 9 de agosto. Nos colégios municipais e privados, as salas de aula podem comportar de 50% a 100% dos alunos, dependendo do espaço. Já as escolas do Estado, a capacidade será de 50%. O ensino superior ainda não possui uma dinâmica definida. A cidade informou que todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e muitos devem receber a segunda em agosto ou setembro. Holambra A partir da segunda-feira (2), as escolas das redes pública e privada retornarão com o ensino presencial com capacidade de 100%. Como é necessário o distanciamento mínimo de 1 metro entre os alunos, pode ser que o percentual seja menor de acordo com o espaço da escola. A cidade informou que todos os profissionais da educação foram imunizados contra a Covid-19, mas ainda há uma parcela que não recebeu a segunda dose. Hortolândia As aulas de ensino estadual e particular voltaram no dia 9 de abril com capacidade de 60%. Já a rede municipal deve permanecer de forma remota até que todos os profissionais da educação estejam vacinados contra a Covid-19. Cidade não informou o percentual de trabalhadores da área imunizados. Indaiatuba As aulas da rede municipal de ensino de Indaiatuba voltarão a ser de forma presencial na segunda-feira (2), mas os alunos não têm obrigatoriedade em comparecer, pois a opção remota permanecerá. A prefeitura informou que a capacidade é de 50% nas salas de aula. As escolas privadas e estaduais devem seguir o Plano SP, que permite receber 100% dos alunos de acordo com o tamanho dos espaços na segunda-feira (2). Mais informações podem ser obtidas das 8h às 17h pelo telefone (19) 3801-9191. Itapira Segundo a Prefeitura de Itapira, a rede municipal de ensino retornou de forma presencial no dia 7 de junho e as escolas estaduais e particulares devem tomar as próprias medidas de acordo com o Plano SP. Por enquanto, a gestão da cidade disse que a capacidade é de 35% dos alunos e, por isso, os colégios funcionam com revezamentos. Os profissionais da educação com mais de 48 anos já receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19 e a equipe de 18 a 47 anos aguarda a segunda aplicação, de acordo com o município. Jaguariúna Jaguariúna informou que ainda não há nada definido para o retorno das aulas presenciais. Lindóia As aulas no ensino municipal de Lindoia retornam na segunda-feira (2) com 50% da capacidade. A cidade não possui rede privada e faculdades, e não soube informar sobre os colégios estaduais. A prefeitura não divulgou o percentual de profissionais da educação imunizados contra a Covid-19. Louveira A rede municipal de ensino voltou com as aulas presenciais no dia 26 de julho com capacidade de 35%. A prefeitura não respondeu sobre as escolas estaduais e privadas. Segundo a gestão da cidade, 97% dos profissionais da educação receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e cerca de 60% tomaram a segunda dose ou o imunizante da Janssen que é administrada em uma aplicação. Mogi Guaçu As escolas da rede municipal de ensino começaram a receber os alunos para aulas presenciais no dia 28 de julho com 35% da capacidade. O município não soube informar sobre as redes municipal e privada de ensino. A cidade não informou o percentual de profissionais vacinados contra a Covid-19, mas disse que "a maioria dos servidores da Educação de Mogi Guaçu já foram vacinados com a primeira e segunda doses". Mogi Mirim Mogi Mirim informou que as aulas presenciais da rede municipal de ensino ainda não possui uma data definida. As escolas privadas devem seguir o decreto estadual, que permite receber 100% dos alunos a partir da segunda-feira (2). A cidade não soube informar a dinâmica de funcionamento dos colégios estaduais. A quantidade de profissionais da educação vacinados contra a Covid-19 não foi divulgada. Monte Alegre do Sul Em Monte Alegre do Sul, o retorno das aulas presenciais nas redes estadual e municipal de ensino será na segunda-feira (2). A cidade não possui colégios particulares. A capacidade das salas deve respeitar o distanciamento de 1 metro entre os alunos. A administração do município não informou o percentual de profissionais da educação que receberam a vacina da Covid-19. Monte Mor A cidade informou que as aulas presenciais do ensino municipal retornam na segunda-feira (2) com 35% da capacidade e devem aumentar o percentual de forma gradual até chegar aos 100%. A prefeitura não respondeu sobre os colégios estaduais e particulares. De acordo com a administração municipal, todos os trabalhadores da educação da cidade receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e até setembro deve ocorrer a segunda aplicação em 100% dos profissionais. Morungaba O retorno da rede municipal em Morungaba será na terça-feira (3) e as escolas estaduais e privadas voltam na segunda-feira (2). A capacidade das salas de aula nos colégios públicos será conforme os espaços dos locais. Já as particulares informaram que, como são poucos alunos, será possível receber todos. Segundo a administração municipal, 60% dos profissionais da educação estão imunizados contra a Covid-19. Paulínia O retorno das aulas presenciais na rede municipal de Paulínia aconteceu no dia 28 de julho com 35% da capacidade. A prefeitura não soube informar sobre as escolas estaduais e particulares. A cidade não informou o percentual de trabalhadores da educação que receberam a vacina contra a Covid-19. Pedreira A rede municipal de ensino de Pedreira retorna com aulas presenciais a partir da segunda-feira (2) com 50% da capacidade. A cidade não informou sobre a rede estadual. Já os colégios particulares também retornam na segunda-feira (2) e a capacidade depende dos espaços das salas. A administração municipal informou que todos os trabalhadores da educação receberam somente a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Pinhalzinho Os colégios da rede municipal de Pinhalzinho estão programados para retornar as aulas presenciais no dia 9 de agosto com 50% da capacidade. As redes estadual e privada devem voltar na segunda-feira (2) e seguem as orientações do Plano SP. A cidade não informou o percentual de trabalhadores da educação que receberam a vacina da Covid-19. Santo Antônio de Posse As aulas da rede municipal voltaram no dia 26 de julho com 35% da capacidade, mas, a partir de agosto, a prefeitura deve aumentar o limite, respeitando 1 metro entre os alunos. A cidade não possui escolas particulares e a gestão da cidade não soube informar sobre os colégios estaduais e de ensino superior. De acordo com a assessoria de imprensa, todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Santo Antônio do Jardim A Secretaria de Educação de Santo Antônio do Jardim informou que o retorno das aulas presenciais da rede municipal está marcado para 9 de agosto com 50% da capacidade. A prefeitura não respondeu sobre os colégios estaduais e não possui escola particular. De acordo com a administração municipal, todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Serra Negra As aulas nas redes pública e privada de Serra Negra retornarão na segunda-feira (2). A capacidade dos colégios dependerá do espaço de cada um para que seja respeitado o distanciamento de 1 metro por aluno. A cidade não informou o percentual de profissionais da educação que receberam a vacina contra a Covid-19, mas disse que todos já tomaram pelo menos a primeira dose. Socorro Socorro retorna com as aulas presenciais das escolas públicas e privadas na segunda-feira (2). Como é necessário ter o distanciamento mínimo de 1 metro por aluno, cada escola fará uma dinâmica diferente em relação à capacidade de acordo com o espaço. No entanto, os alunos podem optar por continuar de forma remota. Segundo a administração municipal, todos os professores receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e estão próximos da data da segunda aplicação. Sumaré A rede municipal de ensino de Sumaré iniciou as aulas presencias no dia 27 de julho e com capacidade de 35%. O município disse que aguarda mais orientações para retomada integral. A gestão não respondeu sobre os colégios estaduais e privados. Segundo a administração da cidade, todos os profissionais da educação receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e nas primeiras semanas de agosto os trabalhadores devem ter a imunização completa. Tuiuti Tuiuti retorna às aulas presenciais nas redes municipal e estadual na segunda-feira (2). A cidade não possui colégios particulares. A capacidade dependerá dos espaços das salas por conta do distanciamento de um metro entre os alunos. Segundo a Secretaria de Educação, todos os profissionais receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e a imunização completa deve acontecer até setembro. Valinhos A rede municipal de Valinhos começou a receber os alunos no dia 28 de julho com 30% da capacidade. Já as escolas estaduais e particulares devem retornar com as aulas presenciais na segunda-feira (2) de acordo com as determinações do Plano SP. A cidade não informou o percentual, mas disse que "a maioria dos profissionais da educação da rede municipal de Valinhos já receberam, ao menos, a primeira dose da vacina". Vinhedo Vinhedo informou que o retorno para as aulas presenciais na rede municipal de ensino será a partir da segunda-feira (2) com capacidade máxima de 35% dos alunos. A administração do município disse que os colégios estaduais e privados devem funcionar de acordo com o Plano SP que prevê a volta também na segunda-feira (2). A cidade não divulgou o percentual de trabalhadores da educação vacinados contra a Covid-19. Cidades que não responderam Estiva Gerbi Pedra Bela * Sob a supervisão de Patrícia Teixeira VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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02/08 - Estudantes de escolas particulares voltam às aulas presenciais do segundo semestre no Recife
Esquema de ensino é híbrido, onde parte dos alunos pode participar das atividades presenciais e outra parte permanece em casa. Presença em sala de aula não é obrigatória, de acordo com sindicato. Estudantes retomam aulas presenciais nas escolas particulares do Grande Recife Os alunos das escolas particulares do Recife retornaram às atividades presenciais do segundo semestre nesta segunda-feira (2). O modelo de ensino adotado pelas instituições é o híbrido, o mesmo do primeiro semestre, onde parte dos alunos permanece em casa com aulas online e outra parte vai às salas. Especialistas listam 10 pontos para um retorno às aulas mais seguro Devido à pandemia da Covid-19, a presença dos alunos nas escolas não é obrigatória. Apenas aqueles que se sentiram confortáveis voltam para as atividades presenciais. As escolas particulares foram autorizadas a retomar as aulas de forma escalonada em outubro de 2020. Os alunos do ensino infantil ao médio que não quiseram retornar às atividades presenciais puderam permanecer com o ensino remoto. De acordo com o Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco, entre os protocolos de prevenção ao novo coronavírus estão a disponibilização de álcool em gel e a aferição de temperatura na entrada das unidades escolares. Estudantes que tiverem qualquer sintoma de gripe também devem permanecer em casa. Segundo o sindicato, para o segundo semestre o distanciamento físico entre os alunos foi modificado, passando de um metro e meio para um metro, o que possibilita um número maior de estudantes em sala de aula. Trânsito registrado na manhã desta segunda (2), na Avenida Doutor Malaquias, no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife Reprodução/TV Globo No bairro das Graças, na Zona Norte do Recife, o trânsito próximo a unidades de escolas particulares ficou complicado no início da manhã desta segunda-feira. Na Avenida Doutor Malaquias, uma faixa ficou tomada pelos veículos à espera de entrar em uma escola. Na Avenida Rui Barbosa, o trânsito também estava lento, já que a via passa por cinco escolas particulares. Maria Luiza Araújo, de 7 anos, voltou às aulas presenciais nesta segunda-feira (2), no Recife Luna Markman/TV Globo A estudante Maria Luiza Araújo, de 7 anos, estava ansiosa para voltar a estudar. “Estava com saudade das minhas professoras. Era difícil estudar em casa. Eu quero brincar, aproveitar muito”, disse. Romero Canuto, de 12 anos, está no 7º ano do ensino fundamental Luna Markman/TV Globo Romero Canuto, de 12 anos, está no 7º ano do ensino fundamental. Ele também estava animado para retomar a rotina. “Voltar ao ritmo de antes é diferente. A principal diferença é que, no computador, você não consegue focar. Aqui, não, você tem a professora para tirar qualquer dúvida. Eu gosto mais de português, mas não tenho dificuldades com outras disciplinas”, declarou. Os servidores públicos Paulo Henrique Lima e Viviane Vilanova, pais de Cecília, de 6 anos, e Paulo Henrique, 4, sentiram segurança no protocolo adotado pelas escolas. "A gente ficou muito preocupado não só com o ambiente pedagógico, que a gente sabe que isso acontece, mas com o prejuízo tanto social quanto emocional das crianças", afirmou Viviane (veja vídeo abaixo). Alunos de escolas particulares voltam ao segundo semestre de aulas O colégio em que eles estudam tem 1.090 estudantes. Apenas 76 continuam com aulas remotas, acompanhando o ensino pelo computador. Diretora psicopedagógica da unidade de ensino, Rejane Maia disse que ficar em casa, interagindo por meio da tela, foi desafiador para alunos e professores. "Essa volta traz essas vida, porque a escola é um espaço socializador por excelência", disse. Escolas públicas Alunos do ensino fundamental das escolas municipais do Recife voltam às salas de aula Nas escolas públicas, os alunos do ensino médio das unidades estaduais e os estudantes das turmas as turmas dos 8º e 9º anos retornaram às aulas no dia 22 de julho (veja vídeo acima). No primeiro semestre, as aulas para os estudantes do ensino fundamental ocorreram exclusivamente pela internet, mas os estudantes do ensino médio tiveram aulas presenciais. No dia 27 de julho, foram retomadas as aulas nas turmas do 4º, 5º, 6º e 7º anos. Na terça-feira (3), os alunos dos primeiros anos do ensino fundamental e do ensino infantil devem voltar à escola. VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias
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02/08 - Enem: o que explica menor número de inscritos na prova em mais de uma década
Menor índice de inscritos no Enem em mais de uma década reflete 'aumento do abismo entre ensino público e privado', mas há esforços de professores e ativistas para alimentar a conexão dos jovens com a escola e com o ensino superior: 'você vai conseguir, sim'. Enem teve índice de inscrições mais baixo desde 2005; observadores veem isso como reflexo de desconexão dos jovens com o ensino Marcello Casal Jr/ Ag Brasil Quando falava sobre o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) com seus alunos adolescentes, a professora Márcia Maia muitas vezes notava a faísca de interesse deles em prestar a prova que, hoje, é a principal porta de entrada para a educação universitária no Brasil. Mas ela percebia que parte dos alunos de baixa renda não se sentia pertencente ao universo do ensino superior ou que não tinha repertório o bastante. "Tinha os estudantes que até queriam prestar o Enem, mas se sentiam constrangidos por suas desigualdades, pelo seu acúmulo de deficiências que vêm desde a alfabetização nas escolas públicas. 'Sou bom aluno, mas não li esses 20 livros, não tenho como participar desses debates'", conta Maia, professora de português no Instituto Federal da Bahia, na região de Ilhéus. Ela então criou um projeto de leitura para seus alunos, dedicado à redação do Enem — um dos pontos mais temidos para muitos estudantes que se preparam para o exame. Maia usa como motivador sua própria história de vida, de estudante da zona rural baiana que passou na faculdade e ascendeu por meio da educação. "Sempre digo a eles que sou resultado de ter acreditado em estudar, algo que me situa em qualquer lugar que eu for", conta. Os alunos do grupo de estudos de Maia passaram a escrever uma redação por semana, que ela corrigia em detalhes, para ensinar-lhes a estrutura do texto exigida pelo Enem. No ano passado, com a pandemia, o esforço precisou ser redobrado para manter o grupo engajado, mesmo sem as sessões presenciais. "O volume de atenção caiu, os alunos ficaram mais dispersos", relata Maia. "Fizemos aulões, lives de redação, mas 2020 foi um ano assustador. Tivemos uma abstenção histórica, porque o aluno sabia o quanto estava desconectado de tudo." Maia celebra os estudantes que persistiram, prestaram o Enem e conseguiram vagas em universidades. Mas lamenta o "abismo que aumentou em quilômetros de profundidade" entre os jovens que cursam o ensino privado e os que cursam o ensino público no Brasil. "Para o aluno que já vivencia a exclusão, que não tem dinheiro para pagar cursinho e se vê solto nesse período (de fechamento das escolas), o que acontece?" Queda no número de inscritos no Enem O relato de Márcia Maia coincide com o de estudantes, professores, ativistas e especialistas em educação ouvidos pela BBC News Brasil a respeito de uma perigosa desconexão dos jovens com a escola e com o Enem — e uma aparente descrença, entre uma parcela crescente dos estudantes, no poder dos estudos como forma de ascensão social. Um exemplo disso é o número de inscritos (3,1 milhões) no Enem 2021, índice mais baixo dos últimos 16 anos. O exame chegou a ter 8,7 milhões de inscritos em 2014. O desalento nessa faixa etária se reflete em outros dados. Segundo relatório do Unicef (braço da ONU para a infância), em novembro do ano passado, havia cerca de 1,5 milhão de jovens de 15 a 17 anos sem qualquer tipo de acesso à educação no Brasil. Em maio deste ano, pesquisa do Datafolha para fundações educacionais apontou que 46% dos pais de 1,5 mil alunos dos ensinos fundamental e médio entrevistados diziam não ver motivação nos seus filhos com os estudos. Ao mesmo tempo, a proporção de jovens nem-nem (que nem trabalham, nem estudam) na faixa etária de 15 a 19 anos atingiu seu maior patamar — 25,5% no último trimestre de 2020 — nos oito anos em que o segmento é analisado pela pesquisa Pnad Contínua, segundo levantamento da consultoria iDados cedido ao jornal Valor Econômico. "Sem trabalhar e sem estudar, esses indivíduos não estão acumulando capital humano, o que pode levar a perdas de rendimentos significativas e persistentes que comprometem suas trajetórias laborais ao longo da vida", diz estudo recém-lançado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre esse tema. "Para os jovens, o legado da crise sanitária pode durar décadas." "Muitos jovens aqui da região tiveram que parar os estudos durante a pandemia, e aumentou o número de jovens nas favelas que viraram chefes de família" porque seus pais perderam o emprego, diz à BBC News Brasil a arquiteta Ester Carro, ativista social na comunidade de Jardim Colombo, zona Sul de São Paulo. Nas comunidades e periferias do Brasil, 'ninguém te fala que você pode ser médico, advogado', dizem ativistas BBC "Percebo cada vez mais jovens de 16 ou 17 anos que tiveram que começar a trabalhar. Muitos também estão cada vez mais expostos ao tráfico de drogas nas ruas", complementa seu colega Erik Luan Santos, também morador do bairro. "E na época de se inscrever nas universidades eu perguntava a eles 'e aí, vai prestar?' a resposta era 'ah, não, tô trabalhando, preciso ganhar dinheiro agora'." O problema, porém, vem de antes da pandemia, dizem ambos os ativistas — que, por sinal, desafiaram prognósticos e entraram na USP (Ester Carro já concluiu seu mestrado em Arquitetura; Erik está concluindo a graduação em Saúde Pública). "A questão é que nem se fala muito no Enem por aqui", diz Ester Carro sobre o Jardim Colombo. "Não se discutem os sonhos dos moradores e o que de fato eles podem fazer para alcançá-los. A maioria dos pais não fala 'precisa ir pra faculdade'; fala 'precisa trabalhar'. É diferente do incentivo que os jovens de classe mais alta têm. Não há essa clareza de mostrar que eles (jovens de baixa renda) são capazes, e de mostrar o quanto vão crescer no longo prazo e o que podem conquistar com uma faculdade." 'Ninguém fala que você pode ser médico, advogado' Na verdade, o que Carro ouviu quando decidiu que queria estudar Arquitetura foi o contrário. "Me diziam que eu não seria arquiteta. Que não era para uma mulher negra de periferia (como eu). Ninguém fala que você pode ser médico, advogado. Falam só dos trabalhos medianos." É uma experiência parecida à vivida por Matheus de Araújo Moreira Silva, 26, morador de Feira de Santana (BA), que começou a cursar Medicina na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia tendo estudado por conta própria, em condições adversas (conheça em detalhes a história de Matheus aqui: 'Não há meritocracia sem direitos iguais': o desabafo do jovem que ficou famoso ao passar em Medicina estudando sem luz elétrica). "Os meninos aqui, quando terminam (o ensino médio), vão trabalhar no comércio. Não conseguem imaginar que podem ser algo grande, como médico, empresário — não é 'para eles'. É complicado sonhar grande na situação em que você vive. Eu fui exceção. (...) Quando eu falava que queria ser médico, o pessoal zombava. Quando você sai desse eixo, vê que a escola pública é fomentada para esse ciclo mesmo: terminar o colégio e trabalhar", relata. E, novamente, o cenário piorou com a pandemia e com o fechamento das escolas. "O que era difícil se tornou quase impossível na mente deles (estudantes)", prossegue Matheus. "O convívio com os colegas é legal, aquele ambiente de estudos te incentiva a estudar. E quando você vai pra tela do celular (estudar à distância), sem contato físico, te desmotiva demais." Mas existem iniciativas — de cursinhos populares a projetos de motivação nas escolas - que tentam fazer com que histórias como a de Matheus, Erik ou Ester deixem de ser exceção. Em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Vinícius de Andrade criou em 2017 o projeto Salvaguarda, com o objetivo de aproximar os jovens da rede pública do ambiente do ensino superior — desde ajudá-los no processo decisório de qual curso buscar até mantê-los motivados para as provas e desmistificar a percepção de que "só quem tem o perfil nerd passa" em vestibulares, explica Andrade. O projeto, que começou atendendo jovens da região de Ribeirão, hoje conta com mais 15 mil alunos do Brasil inteiro, acompanhados por 1,3 mil voluntários (estudantes universitários que oferecem mentoria aos adolescentes). Uma das propostas é transformar a ideia abstrata de "estudar é importante" em passos concretos, como aprender o estilo das provas e da redação do Enem, monitorar os vestibulares que tenham os cursos que cada jovem deseja e oferecer conteúdo preparatório para deixá-los afiados para as provas. Initial plugin text Na pandemia, Andrade viu crescer o medo, a sobrecarga e a sensação de "não dar conta" entre os estudantes. Para alguns, "o desalento está maior do que a esperança de 'e se der certo e eu passar no Enem?'. Daí eles não acham que vale a pena a energia gasta nisso", lamenta Andrade. Em julho, na reta final das inscrições para o Enem 2021, celebridades e movimentos sociais se mobilizaram para pagar as inscrições de R$ 85 para jovens de baixa renda, como um empurrão final para quem queria prestar a prova mas não havia conseguido isenção na taxa. O Movimento Amplia Enem, por exemplo, relata ter conseguido mobilizar 1,4 mil pessoas para para pagar a inscrição de 835 estudantes, sendo 80% deles negros. Initial plugin text De volta a Ilhéus, a professora Márcia Maia conta que, ao longo dos anos, já pagou (ou criou vaquinhas para pagar) aos seus alunos inscrições, almoços, passagens de ônibus, "tudo em nome da permanência deles na escola", conta. Foi uma ação dessas que fez diferença em sua própria trajetória, quando Maia ainda era estudante de cursinho e estava sem dinheiro para prestar o vestibular em Letras. "Me inscrevi porque um amigo me emprestou um dinheiro - se não fosse ele, eu ia deixar o vestibular passar. E acabei passando em primeiro lugar", conta. "Como é legal alguém acreditar, dizer 'você vai conseguir, sim'." Agora, com seu grupo de estudos em redação para o Enem, Maia também dedica energia a cuidar "do emocional dos alunos, dizendo 'você pode, sim. Você é capaz'". "Mostramos que é possível, sim, que eles se saiam bem na redação do Enem", diz Maia. "Os alunos que conseguem manter o ritmo no grupo de estudos saem do nível mediano e vão para os 80% (de excelência). Alguns chegaram a fazer 960 pontos na redação (perto do máximo de mil)." Motivação: 'jovem quer ser acolhido' Em um momento em que as redes públicas se preparam para a volta às aulas — algumas ainda no ensino remoto ou híbrido; outras, já no presencial —, os problemas a serem enfrentados são grandes: de segurança sanitária e ventilação adequada nas escolas até os atrasos de aprendizagem que se acumularam na pandemia. Um estudo divulgado em 23 de julho pela Rede de Pesquisa Solidária aponta que, embora as redes públicas de ensino tenham conseguido estruturar melhor seus planos no primeiro semestre de 2021, a nota média dos pesquisadores para o ensino à distância do país foi de 5,1 (de um máximo de 10), levando-se em conta os meios de transmissão, a capacidade de acesso dos estudantes, a cobertura das aulas e a existência ou não de supervisão dos adultos sobre o processo de aprendizado. Além disso, há problemas financeiros graves: em um momento de descoordenação por parte do Ministério da Educação, as despesas dos Estados com educação caiu 9,1% no ano passado em comparação com 2019. Tudo isso vai se traduzir em dificuldades persistentes ao longo de 2021 e além. Mas em meio a tudo isso é preciso prestar atenção também à motivação e à individualidade de cada aluno que vai voltar (ou não) à escola, diz à BBC News Brasil Tatiana Filgueiras, vice-presidente de educação, inovação e estratégia do Instituto Ayrton Senna. "O que a gente vê nas pesquisas é que os jovens estão pedindo acolhimento", afirma. "Não é apenas um cérebro 'aprendedor', é uma pessoa, e ele quer ser tratado assim para voltar à escola." A pesquisa ConVid Adolescentes, lançada pela Fiocruz no final de 2020, apontava que quase a metade dos jovens entrevistados dizia sentir-se preocupado, nervoso ou mal-humorado, na maioria das vezes ou sempre. Esses sentimentos eram mais fortes justamente na faixa etária de 16 a 17 anos. Filgueiras diz que a motivação dos estudantes passa por resgatar o espírito de curiosidade e criatividade, que, de modo geral, costuma decair à medida que os anos escolares avançam. De certa forma, é como se a própria escola fosse "matando as competências que são a base para o aprendizado todo" - competências essas que, por sinal, serão cada vez mais importantes para os trabalhos do futuro. Em contrapartida, já existem muitas iniciativas para engajar os alunos no aprendizado e ajudá-los a planejar seu futuro na educação — incluindo algumas das iniciativas descritas nesta reportagem. O importante, agora, é fazer isso ganhar escala e se tornar parte formal do funcionamento das escolas, prossegue Filgueiras. "Tem muita coisa (voltada à motivação) em curso, só que sendo feita de forma desarticulada e sem intencionalidade (ou seja, informalmente)", opina. "E o truque, agora, é dar voz aos estudantes. A geração Z não quer as mesmas coisas que queria a geração que está neste momento planejando a escola. Precisamos trazer os jovens para a discussão. E garantir que todos tenham voz - não apenas os mais extrovertidos. (...) A escola vai precisar ser cada vez mais personalizada para que os alunos não a abandonem." Veja mais vídeos:
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02/08 - Cidades da região retomam ensino presencial e salas com 100% da capacidade
Em São José dos Campos e Jacareí os alunos voltam com 100% da capacidade. Em Taubaté, pela primeira vez desde março de 2020, os alunos vão ter aulas presenciais, mas com capacidade reduzida. Professora com face shield acompanha aluna usando máscara em sala de aula em São José dos Campos Claudio Vieira/ PMSJC Com o fim do recesso de julho, os alunos da rede pública em Taubaté, São José dos Campos e Jacareí voltam à sala de aula nesta segunda-feira (2). Em São José dos Campos e Jacareí os alunos voltam com 100% da capacidade. Em Taubaté, pela primeira vez desde março de 2020, os alunos vão ter aulas presenciais, mas com capacidade reduzida. Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Após o decreto estadual, algumas cidades da região decidiram retomar as aulas presenciais com 100% dos alunos. Este é o caso de São José dos Campos e Jacareí, que ampliaram a capacidade de público com a volta às aulas. Em São José dos Campos todas as escolas retornaram com 100% da capacidade nesta segunda-feira. Os alunos e professores passaram por uma adaptação e apresentação de protocolos uma semana antes. Psicopedagoga fala sobre preparo das crianças para volta às aulas Já em Jacareí, a retomada com a capacidade total das salas foi mantida, mas com início de forma escalonada para que os alunos se adaptem aos protocolos. Para o Ensino Infantil e Fundamental vão ser quatro dias de aula presencial e um de forma remota. Para as creches e para o Ensino de Jovens e Adultos (EJA) as aulas acontecem nos cinco dias. Em Taubaté, pela primeira vez desde a suspensão das aulas presenciais com o anúncio da pandemia da Covid-19 as salas voltam a receber alunos. A cidade chegou a tentar retomar o ensino presencial, mas com casos de coronavírus em professores e alunos decidiu suspender a medida, que foi retomada nesta segunda-feira (2). Apesar disso, as salas vão ser reabertas com 50% da capacidade. Alunos da educação infantil terão revezamento semanal. Já as crianças em educação integral terão aulas todos os dias, mas apenas em um período. Os berçários voltam a partir de 16 de agosto. Apesar do retorno, os pais podem manter os alunos apenas com ensino remoto, que segue sendo oferecido.
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02/08 - Escolas privadas de Fortaleza retomam aulas em modelo híbrido
Governo do Ceará permite que cada turma tenha apenas 50% de sua capacidade presencial. Nas escolas municipais, retorno deve ocorrer em setembro. A previsão é que, ao final de setembro, todos os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental já tenham retornado às aulas presenciais, mas mantendo um esquema de rodízio semanal, com parte dos estudantes com aulas presenciais e a outra parte em atividades remotas. Ainda segundo o prefeito, todos os profissionais da educação de Fortaleza devem ser imunizados contra a Covid-19 até o fim do mês de agosto, para o retorno das aulas presenciais. Também estão planejados projetos para garantir a segurança e adesão aos alunos em sala de aula. Camila Lima/SVM As escolas privadas de Fortaleza podem retomar nesta segunda-feira (2) as aulas presenciais, com até 50% da capacidade da sala e com distância mínima entre os estudantes. As unidades de ensino devem oferecer também o modelo de ensino remoto, sem a presença do aluno em sala de aula. As atividades em educação infantil e ensino fundamental, geridas pela Prefeitura de Fortaleza, devem voltar a ser presenciais em setembro, em formato híbrido. O sindicato das escolas particulares informou que retoma as atividades do segundo semestre letivo de forma híbrida também no próximo mês, "após as férias de julho". Retorno nas escolas públicas Nas instituições municipais de Fortaleza, a previsão é de que todos os profissionais da educação devem ser imunizados contra a Covid-19 até o fim do mês de agosto, para o retorno das aulas presenciais em formato híbrido na capital a partir do dia 8 de setembro, conforme informado pelo prefeito Sarto Nogueira. O início das aulas vai acontecer de forma remota para ter um período de sensibilização e capacitação em relação a novos protocolos sanitários. Conforme o prefeito, será feita a busca ativa de alunos que não comparecerem às aulas na capital. Para auxiliar no retorno às aulas presenciais, A Prefeitura de Fortaleza lançou uma seleção pública com 1.300 vagas para agente escolar. A atividade, segundo o prefeito Sarto Nogueira, terá remuneração de R$ 1.050 e tem como objetivo fazer uma busca ativa dos estudantes para o retorno das aulas presenciais nas escolas municipais. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto:
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02/08 - Unicamp 2022: comissão abre inscrições do vestibular nesta segunda-feira; veja como fazer
Universidade oferece 2.540 vagas na modalidade tradicional e prova da 1ª fase está marcada para 7 de novembro. Comissão organizadora prevê pelo menos 70 mil inscritos nesta edição. Uma das entradas do campus da Unicamp em Campinas Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp abriu às 9h desta segunda-feira (2) o período de inscrições para o vestibular 2022, com oferta de 2.540 vagas em 69 cursos. O candidato deve preencher um formulário no site da comissão organizadora (Comvest), até 9 de setembro, e ainda pagar uma taxa de R$ 180 caso não seja isento. A prova da 1ª fase do processo seletivo está marcada para 7 de novembro, enquanto a 2ª fase será em janeiro de 2022. A universidade prevê pelo menos 70 mil inscrições. O exame será realizado em 31 cidade de São Paulo, além de cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Salvador. A única mudança em comparação com 2021 é a exclusão de Fernandópolis (SP). Veja a lista dos municípios de SP abaixo: Araçatuba Barueri Bauru Botucatu Bragança Paulista Campinas Franca Guarulhos Indaiatuba Jundiaí Limeira Lorena Marília Mogi das Cruzes Mogi Guaçu Osasco Piracicaba Presidente Prudente Ribeirão Preto Santa Bárbara D’Oeste Santo André Santos São Bernardo do Campo São Carlos São João da Boa Vista São José do Rio Preto São José dos Campos São Paulo Sorocaba Sumaré Valinhos "Não temos uma expectativa numérica, mas consideramos estar próximos da média da Unicamp. Estamos atentos ao contexto da queda de inscritos no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], mas não imaginamos algo semelhante no vestibular", diz o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto. Inscrições no vestibular da Unicamp Ao contrário do ano anterior, a Unicamp terá no vestibular 2022 a retomada da seleção que considera as notas dos candidatos no Enem como critério de seleção para 639 vagas. Neste caso, as inscrições também são obrigatórias e devem ser realizadas pelos candidatos entre os dias 3 e 30 de novembro. Em 2021, a universidade incluiu todas as vagas da modalidade via Enem no vestibular tradicional por causa da incompatibilidade do calendário interno com datas definidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), diante de reflexos gerados pela pandemia. Entre os 77,6 mil inscritos do vestibular 2021, diz a Comvest, 34,2% eram oriundos da rede pública. Unicamp 2021: aprovados têm notas de matemática mais baixas após 'impacto da pandemia' Unicamp muda data da 2ª fase do vestibular 2022 e divulga novo calendário Unicamp isenta 8,3 mil de pagar taxa do vestibular 2022; veja lista com nomes Como devem ser as provas? O formato das avaliações deve ser o mesmo da edição anterior: 1ª fase: 72 questões de múltipla escolha e prova com duração de até 4 horas (antes da pandemia eram aplicadas 90 perguntas para até 5 horas de avaliação); 2ª fase: a avaliação é comum para todos os estudantes chamados e tem a seguinte estrutura: No primeiro dia, a avaliação é comum para todos os estudantes chamados e tem a seguinte estrutura: redação, além de questões dissertativas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, e interdisciplinares em língua inglesa; Já no segundo dia, o exame terá perguntas dissertativas para todos convocados nas disciplinas de matemática, interdisciplinar de ciências humanas, e interdisciplinar de ciências da natureza. Além disso, serão realizadas provas de conhecimentos específicos, conforme a opção de curso: área de ciências biológicas/saúde (biologia e química), ciências exatas/tecnológicas (física e química), e ciências humanas/artes: (geografia e história, incluindo filosofia/sociologia). Vestibular 2022 Modalidade tradicional Inscrições: 2/08 a 8/9/2021 1ª fase: 7/11/2021 2ª fase: 9/01/2022 e 10/01/2022 Provas de habilidades específicas de música: (setembro e outubro, datas a confirmar) Provas de habilidades específicas outros cursos: 19 a 22/01/2022 Divulgação da primeira chamada: 14/02/2022 Matrícula (não presencial) da primeira chamada: a confirmar Outras modalidades Vagas remanescentes: inscrições de 20/9 a 8/10/2021 Ingresso via Enem: inscrições de 3 a 30/11 Vagas para premiados em olimpíadas de conhecimentos: inscrições de 16/11 a 14/1/2022 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região . Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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02/08 - Franca, SP, retoma aulas presenciais na rede municipal após 16 meses
Escolas fecharam em março de 2020 devido à pandemia e reabrem nesta segunda-feira (2). Retorno acontece em três etapas, a primeira com 35% dos alunos por sala. Escolas municipais em Franca (SP) foram preparadas para o retorno dos alunos durante a pandemia Divulgação/Prefeitura de Franca Fechadas desde 23 de março de 2020 por causa da pandemia da Covid-19, as 56 escolas da rede municipal de Franca (SP) retomam as aulas presenciais nesta segunda-feira (2). O retorno gradual acontecerá em três etapas e começa em um momento de melhora dos indicadores epidemiológicos na cidade, com o avanço da campanha de vacinação. Segundo a Prefeitura, a primeira etapa da retomada permite que as aulas voltem com 35% dos alunos por sala até pelo menos 27 de agosto. As condições são as mesmas das adotadas pelas creches, que foram as primeiras a voltar, no dia 27 de julho. Como o retorno não é obrigatório, as divisões feitas por equipes das próprias escolas vão considerar "a quantidade de alunos que os pais autorizaram e a quantidade de profissionais imunizados". LEIA TAMBÉM Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Franca segue o Plano SP e flexibiliza atividades A previsão da administração municipal é que a segunda etapa comece no dia 30 de agosto e vá até 22 de setembro. A partir disso, a expectativa é pelo aumento da quantidade de estudantes, considerando as mesmas condições citadas anteriormente. Escola Municipal de Ensino Básico Professor Mitermayr Alves Barbosa em Franca (SP) José Augusto Junior/EPTV Já a terceira e última etapa deve ter início em 23 de setembro, quando as aulas poderão ocorrer com a totalidade de estudantes. Nesse período, a Prefeitura considera que estará concluída a vacinação em massa dos profissionais de educação, com grande parte tendo recebido as duas doses ou dose única. De acordo com a administração, a rede municipal conta atualmente com 19.581 estudantes matriculados. O boletim epidemiológico mais recente aponta que Franca soma 39.563 casos e 911 óbitos provocados pela Covid-19 desde o início da pandemia. Por outro lado, a cidade já vacinou 54,97% da população com a primeira dose, 18,9% com as duas e 2,37% com a dose única. Protocolos Além das restrições de capacidade, alunos e professores precisarão seguir também outras medidas de prevenção ao contágio da Covid-19: Uso de máscara cobrindo boca e nariz obrigatório para crianças maiores de 3 anos e funcionários; Aferição de temperatura; Uso de álcool em gel; Não utilização de bebedouros, exceto para encher garrafinhas; Distanciamento entre carteiras; Sinalizações sobre boas práticas nas unidades de ensino; Alunos que apresentarem febre ou sintomas de gripe não deverão ir, e a família deverá comunicar a escola imediatamente Reforço escolar Na tentativa de diminuir a defasagem no aprendizado dos alunos durante a pandemia, as escolas oferecerão reforço escolar em horário oposto às aulas regulares. Além disso, professores, coordenadores e pedagogos realizarão até dezembro, de forma presencial, um curso sobre defasagem e diversidade escolar. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
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02/08 - Após mais de um ano fechadas, escolas públicas do DF voltam a receber professores nesta segunda
Trabalhadores da Educação passam por encontros pedagógicos até quarta (4). Retorno dos alunos será de forma escalonada, a partir de quinta (5). Sala de aula em escola pública do DF TV Globo/Reprodução O calendário de retorno das atividades presenciais nas escolas públicas do Distrito Federal sai do papel a partir desta segunda-feira (2). Os três primeiros dias serão voltados para um "encontro pedagógico" de professores. As instituições estavam fechadas desde março de 2020, por conta da pandemia da Covid-19. O ano letivo foi retomado quatro meses depois mas, desde então, as aulas ocorrem apenas de forma remota – pela internet ou por meio de material impresso a quem não tem acesso à rede. Volta às aulas presenciais na rede pública do DF será escalonada e apenas em 5 de agosto Especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro nas escolas Na volta às aulas no DF, especialistas preveem sobrecarrega de professores e defasagem na aprendizagem: 'Ensino híbrido é medida paliativa' Os estudantes só voltam a frequentar as aulas a partir de quinta-feira (5), gradualmente, começando pelo ensino infantil (veja cronograma mais abaixo). As aulas ocorrerão de forma híbrida, ou seja, com metade da turma nas salas de aula e o restante, de forma remota. A cada semana, os grupos se alternam. De acordo com a Secretaria de Educação, até quarta-feira (4), "professores, gestores, coordenadores e auxiliares preparam a recepção aos estudantes". O G1 questionou a pasta se, nesse período, os trabalhadores passarão por treinamento para lidar com suspeitas de infectados em sala de aula ou orientações para gerir o plano de aulas híbrido, mas não obteve resposta. A reportagem também questionou se todos os 56 mil profissionais devem receber equipamentos de proteção individual, mas a pasta não se manifestou. Debate Aluno escreve em caderno TV Globo / Reprodução Ao anunciar o modelo de retomada das aulas na última semana, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, afirmou que as escolas deverão seguir os protocolos de segurança, como distanciamento, reforço na higienização e redução da carga horária – de cinco, para quatro horas de aulas. Ainda de acordo com a secretária, os educadores vão atuar nas duas modalidades de ensino. "O professor vai dar a aula aos estudantes que estiverem presentes à escola e passar tarefas e ações pedagógicas do mesmo conteúdo para quem estiver em casa", explicou a secretária. Para o diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), Samuel Fernandes, o planejamento de prevenção contra o novo coronavírus proposto pelo GDF para as salas de aula ainda não é suficiente. "Precisa ter um protocolo bem definido de testagem em massa de todos da escola, caso ocorra alguma suspeita de infecção pela Covid-19, com desinfecção de todo ambiente e cumprimento de quarentena para evitar novos casos", afirma Samuel. Calendário de retomada das aulas O calendário de retorno ficou definido da seguinte forma: 2 a 4 de agosto: encontro pedagógico (para professores) 5 de agosto: retorno dos alunos da Educação Infantil 9 de agosto: retorno dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) e do 1º Segmento da EJA 16 de agosto: retorno dos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e do 2º e 3º segmentos do EJA 23 de agosto: retorno dos alunos do Ensino Médio e da Educação Profissional e Tecnológica 30 de agosto: retorno de todos os demais atendimentos (Escolas de Natureza Especial, CILs, Centros de Ensino Especial e demais atendimentos) Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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02/08 - Escolas iniciam segundo semestre com mais aulas presenciais a partir desta segunda-feira em BH
Após recesso escolar, alunos das redes municipal, estadual e privada voltam às salas de aula. Estudantes do ensino médio retornam às aulas presenciais em Belo Horizonte Reprodução TV Globo Após duas semanas de recesso, as escolas da rede municipal de Belo Horizonte retomam as aulas presenciais da educação infantil e do 1º ao 5º ano do ensino fundamental nesta segunda-feira (2). Os alunos do 6º ao 9º ano voltam na próxima quinta-feira (5). Prefeitura convoca ao trabalho professores do 6º ao 9º ano da rede municipal em BH Volta às aulas presenciais: como será o 2º semestre nas escolas de Belo Horizonte Na rede privada, a maioria das instituições também reabre nesta segunda-feira, com autorização para receber estudantes da educação infantil, do ensino fundamental e, pela primeira vez desde o início da pandemia, do ensino médio – a retomada das atividades presenciais deste nível de ensino foi autorizada no dia 23 de julho, durante o recesso. Já nas escolas estaduais, as aulas presenciais voltam nesta terça-feira (3) para alunos do 1º ao 5º ano e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Alunos do ensino médio voltam às escolas, a partir de hoje, em Belo Horizonte Veja como será o retorno em cada rede de ensino: Rede municipal As escolas municipais de educação infantil e as creches parceiras da prefeitura têm em torno de 80 mil alunos, mas metade aderiu às aulas presenciais até o momento, segundo a Secretaria Municipal de Educação (Smed). Apesar de os protocolos já permitirem o horário integral e a presença das crianças por até oito horas por dia nas escolas, na rede municipal, a escala ainda está reduzida a quatro horas. De acordo com a Smed, as instituições foram orientadas a fazer um levantamento da adesão das famílias ao período integral para avaliar a possibilidade de ampliação do atendimento a partir deste mês. Aulas nas escolas municipais de educação infantil de BH voltaram no dia 3 de maio Reprodução/TV Globo Já as escolas municipais de ensino fundamental têm cerca de 105 mil estudantes matriculados. Elas também estão realizando pesquisas de adesão das famílias ao ensino presencial, e os dados serão consolidados ao longo da próxima semana. O protocolo sanitário da prefeitura recomenda a alternância de dias com atividades presenciais e remotas para cada turma e a divisão das turmas em grupos menores, de forma a assegurar o distanciamento de 2 metros entre alunos nas salas de aula. A Smed garante que vai manter o ensino remoto para quem optar por não frequentar as escolas por enquanto. A rede municipal não trabalha com ensino médio. Rede privada As escolas da rede privada também reabrem a partir desta segunda-feira. As instituições estão autorizadas a receber estudantes da educação infantil ao ensino médio. Segundo o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG), Belo Horizonte tem 834 escolas privadas, com 150.994 alunos. A adesão ao ensino presencial na rede privada tem sido de 75% a 85%. A volta do ensino médio foi autorizada no dia 23 de julho, durante o recesso escolar. Por isso, de acordo com a presidente da entidade, Zuleica Reis, algumas instituições ainda estão se adaptando para receber estes discentes. "O próprio ensino médio tem características totalmente diferentes na escola particular. Além da carga horária ser maior que cinco aulas por dia, as turmas têm um número maior de estudantes por sala. Como o protocolo é o mesmo para educação infantil até o ensino médio, as escolas terão um trabalho maior para tentar, dentro dos protocolos e o distanciamento de 2 metros, atender o maior número de estudantes possível", diz Zuleica. No Colégio Nossa Senhora das Dores, no bairro Floresta, na Região Centro-Sul da capital, as aulas do ensino médio já voltam nesta segunda-feira. Dos cerca de 150 alunos matriculados do 1º ao 3º ano, em torno de 70 optaram por retornar no primeiro dia. Brenda Alves Couto, de 17 anos, está no 3º ano do ensino médio e voltou às aulas presenciais nesta segunda-feira (2) em BH Vagner Tolendato/ TV Globo A estudante Brenda Alves Couto, de 17 anos, está no 3º ano do ensino médio e decidiu retornar à escola. "Este retorno à sala de aula marca algo muito importante, tanto para motivar a estudar quanto para a parte psicológica", diz. Rede estadual Já na rede estadual, as aulas presenciais voltam nesta terça-feira (3). Apesar de Belo Horizonte não adotar o Minas Consciente, a capital está inserida na onda amarela do programa, o que permite o retorno dos estudantes do 1º ao 5 ano e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. A mesma regra vale para municípios na onda verde. Nestas cidades, professores que atuam no 8º ano do ensino fundamental, no 2º ano do ensino médio e em turmas do último período de cursos profissionalizantes e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) devem voltar ao trabalho presencial nesta terça. A retomada das atividades para alunos destes anos escolares está prevista para a próxima segunda-feira (9). Sala de aula de escola estadual preparada para retorno das atividades presenciais Gil Leonardi/Imprensa MG Já nas cidades na onda vermelha, apenas alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental podem ter aulas presenciais, por enquanto. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), o ensino híbrido será mantido: em uma semana, os alunos vão às escolas e, na outra, ficam em casa. A participação nas aulas presenciais é facultativa às famílias. A lista completa de escolas que vão reabrir nesta terça-feira está disponível no site da pasta. Vídeos mais vistos do G1 MG nos últimos dias:
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02/08 - Volta às aulas no ensino infantil: Maioria das capitais vão ter formato híbrido no 2º semestre
Sistema, com parte das aulas presenciais e parte à distância, será adotado em ao menos 22 delas. Dessas, 16 tiveram 1º semestre 100% remoto. Foto mostra aula em novembro Escola Municipal de Aplicação Carioca Coelho Neto, no Rio de Janeiro, enquanto algumas escolas retomam a abertura gradual. Pilar Olivares/Reuters Alunos do ensino infantil das redes municipais terão mudanças no formato de ensino com o início do segundo semestre letivo. Volta às aulas no ensino infantil municipal das capitais Em 16 das 27 capitais brasileiras, os alunos poderão voltar às aulas presenciais pela primeira vez, segundo um levantamento do G1. Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Veja como vai ser o início do 2º semestre nos ensinos infantil, fundamental e médio das capitais Em Aracaju, Belém, Brasília (rede distrital), Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Natal, Palmas, Recife, Salvador, São Luís e Vitória, as aulas no primeiro semestre foram totalmente remotas; no próximo semestre, serão híbridas. Em Cuiabá, também será híbrido, mas o reinício será apenas em outubro. (CORREÇÃO: O G1 errou ao informar que em 17 capitais o ensino infantil municipal passará remoto para híbrido no 2º semestre. Na verdade, são 16. Em Rio Branco, o ensino infantil já foi híbrido no 1º semestre e deve seguir assim no 2º. A informação foi corrigida às 9h40.) Em Porto Alegre, as aulas serão totalmente presenciais, com ida obrigatória à escola. No primeiro semestre, as escolas municipais adotaram o modelo híbrido. Além da capital gaúcha, outras duas capitais terão o retorno às aulas majoritariamente presencial na rede municipal: Belo Horizonte e Rio de Janeiro. As crianças poderão ficar em casa e ter aulas remotas. As duas já adotavam o modelo híbrido no 1º semestre. Outras 4 que já adotavam o formato híbrido no primeiro semestre e vão mantê-lo no segundo: Florianópolis, Manaus, Rio Branco e São Paulo. Apenas uma capital vai manter o ensino 100% remoto na rede municipal, adotado também no primeiro semestre: Boa Vista. Três capitais ainda estavam em discussão sobre a data de retomada ou não tinham modelo de ensino determinado até a sexta-feira (30) : João Pessoa, Porto Velho e Teresina. O pediatra Marcelo Otsuka, coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), lembra que muitas crianças não têm acesso à internet – e, quando têm, é só pelo celular. "Já são situações que limitam muito essa possibilidade [de aula à distância]. As crianças precisam estar num ambiente propício para ter um ensino à distância adequado. Dar uma aula à distância não é a mesma coisa que aula presencial. Tem que ter capacitação dos professores para conseguir isso. É possível captar a atenção [das crianças] através dessas aulas? Sim, é possível, mas requer uma técnica muito mais apurada. Não é tão simples assim. Além de todos esses fatores, tem a questão do tempo de tela. Isso também é um problema, a gente sabe", pontua. Por outro lado, ele avalia que mesmo a volta no formato híbrido ainda é melhor do que ter um ensino completamente remoto. "O que é melhor? Não ter nada ou ter alguma coisa com o ensino híbrido? As crianças estão extremamente prejudicadas no desenvolvimento neuropsicomotor. Por pior que seja o ensino híbrido, é melhor do que nada", diz. Olavo Nogueira Filho, diretor-executivo do Todos pela Educação, concorda. Além da questão do acesso, ele salienta que o ensino remoto infantil tem "baixíssima efetividade pedagógica". "Mesmo que tenha baixa efetividade, cumpre um papel relevante de manutenção do vínculo com o professor, com seus pares. Por isso que é importante lançar mão disso num cenário em que as escolas não podem abrir. É a melhor opção. Mas tem que entender que o ensino remoto é uma solução emergencial – dura um tempo limitado. No Brasil, estamos falando de quase 16 meses de escolas fechadas", lembra. Mas, no caso dos alunos menores, essa manutenção do vínculo remotamente não é tão eficaz, explica. "Do ponto de vista dos [alunos] menores, é claro que a solução remota tem ainda menos eficácia – mesmo no que diz respeito à manutenção do vínculo. O que os especialistas indicam, mais do que soluções tecnológicas, [é que] o que deve se estimular são atividades físicas – em que a própria família possa ajudar", diz. Pública x privada A diferença nos modelos de ensino também muda se a escola for pública ou privada: nenhuma rede particular, até agora, anunciou um modelo 100% remoto para o segundo semestre – mas algumas ainda não comunicaram decisões. A maioria terá aulas híbridas; mesmo as escolas que decidiram pelo formato presencial terão que oferecer o ensino remoto. Olavo Nogueira Filho, do Todos pela Educação, explica que os impactos da pandemia no ensino só serão conhecidos quando as crianças voltarem às salas de aula – mas que eles serão sentidos com maior intensidade pelas crianças pobres – que, no Brasil, são em sua maioria também pretas e pardas. "Os impactos são muito heterogêneos – tem o acesso [à internet no ensino remoto], o quanto os pais conseguem apoiar – mesmo dentro de uma mesma região, mesma escola", explica. "O que a gente consegue mais ou menos saber das pesquisas que estão saindo, e olhando para pesquisas de outros cenários de fechamentos prolongados de escolas em função de outros contextos, como pandemias localizadas, desastres naturais e pós-guerra, é que os efeitos são de múltiplas naturezas. Não estamos falando apenas de impactos educacionais– mas de efeitos emocionais, sociais, e em alguns casos de ordem física", afirma Nogueira Filho. "A gente também já sabe que os efeitos são de repercussão duradoura. O melhor exemplo para materializar isso é a experiência de New Orleans, que em 2005 teve o furacão [Katrina]. Lá as escolas ficaram fechadas por 4 meses. O que aconteceu em termos de impacto? Os patamares de aprendizagem só foram recuperados depois de 2 anos. Isso mostra o tamanho do que a gente deve ter em termos de impacto", avalia. *Colaboraram G1 AC, G1 AL, G1 AP, G1 AM, G1 BA, G1 CE, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 MT, G1 MG, G1 MS, G1 PA, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 PI, G1 RJ, G1 RN, G1 RS, G1 RO, G1 RR, G1 SC, G1 SE, G1 SP e G1 TO.
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02/08 - Volta às aulas em SC: Segundo semestre letivo começa nas escolas estaduais
Há oito mil alunos que desistiram das aulas no primeiro semestre. Veja como deve ser a volta às aulas para cada nível de ensino. Cerca de 8 mil alunos não retornaram aos estudos em SC O segundo semestre letivo começa nesta segunda-feira (2) para alunos da rede estadual de Santa Catarina com ensino presencial e também híbrido. Nas salas, a distância entre as carteiras dos alunos será de 1 metro. Na rede pública municipal, o segundo semestre inicia em 3 de agosto. Na rede privada, o início está marcado também para esta semana. Para tentar controlar os casos que possam surgir nas unidades de ensino, alunos e professores que tiverem com suspeita da Covid-19 devem ser testados. Inicialmente essa testagem deve ser feita nas regiões que tiverem mais índices de contaminação, seguindo os dados da Secretaria de Saúde. Segundo a Secretaria da Educação (SED), 95% dos professores estão imunizados contra a Covid. O estado realiza ações de busca ativa para levar de volta às salas de aula cerca de 8 mil alunos que desistiram das aulas no primeiro semestre. O trabalho de busca ativa começou ainda no ano passado, quando foi identificado que muitos alunos não conseguiam participar das atividades remotas. Ao todo, são mais de 500 mil alunos na rede estadual. Primeiro semestre teve cerca de 70% dos alunos nas escolas, segundo o governo de SC Foto: Julio Cavalheiro/Secom Nos primeiros seis meses do ano, cerca de 10 mil alunos estavam nesta condição. Ainda de acordo com o estado, o primeiro semestre, que foi concluído há duas semanas, teve 70% dos mais de 500 mil alunos de forma presencial nas escolas catarinenses. LEIA TAMBÉM: Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro SC tem oito mil alunos fora das escolas; governo realiza busca ativa para 2º semestre letivo Principais medidas sanitárias para as aulas presenciais: Disponibilização de álcool 70% Utilização obrigatória de máscara; exceto para crianças menores de 6 anos Readequação dos espaços físicos, respeitando o distanciamento mínimo de 1 m Aferição da temperatura dos alunos e frequentadores Testagem de casos suspeitos nas regiões com maiores contaminações Veja abaixo como será a volta às aulas no segundo semestre para cada nível de ensino: Ensino Infantil A rede municipal de Florianópolis segue com aulas híbridas e o segundo semestre do ano letivo no infantil será também nesta segunda-feira (2). A família decide se deseja ou não que os alunos tenham aula no espaço físico nas unidades de educação. O mesmo já vinha ocorrendo desde o início do ano. Em Chapecó, Blumenau e Criciúma as aulas também iniciaram nesta segunda. Em Joinville, começam na terça-feira (3). Desde o primeiro semestre deste ano, a rede privada de ensino atende presencialmente a população. Para as famílias que quiserem, o ensino remoto será mantido no segundo semestre, que começa no início de agosto, segundo o Sindicato das Escolas Particulares do Estado (Sinepe/SC). Ensino fundamental Na rede estadual, as aulas começam nesta segunda-feira (2). As escolas oferecem aulas nos três modelos adotados no primeiro semestre letivo: 100% presencial, híbrido e remoto (veja os detalhes abaixo). 100% presencial: aplicado nas escolas que têm estrutura para atender todos os alunos respeitando os critérios de distanciamento; Híbrido: oferecido nas escolas com maior número de alunos matriculados e que não conseguiriam respeitar o distanciamento; 100% remoto: para estudantes do grupo de risco ou que assim preferirem. As aulas presenciais do segundo semestre do ano letivo do ensino fundamental na rede municipal da capital estão previstas para retornar também no dia 3 de agosto. Segundo o município, são 18.929 alunos matriculados que voltaram ao ensino híbrido, assim como no primeiro semestre. As aulas no segundo semestre manterão o sistema híbrido na rede particular: presencial ou online. Quem escolhe é o responsável pela matrícula. A medida já acontecia desde o início do ano. Ensino médio Na rede estadual, os alunos podem ter aula 100% presencial, por ensino híbrido e ou remoto, assim como o primeiro semestre (veja os detalhes acima). Também no ensino médio, as escolas particulares seguem no ensino híbrido e com início no começo de agosto. O modelo repete o que ocorreu no primeiro semestre. A rede municipal não atende alunos do ensino médio. No entanto, para alunos no Educação de Jovens e Adultos (EJA) de Florianópolis as aulas serão retomadas nesta segunda, assim como o primeiro semestre. São 1.777 estudantes matriculados nessa modalidade. Sala de aula vazia em Florianópolis Arquivo SME/Divulgação VÍDEOS: Mais assistidos do G1 SC nos últimos dias Veja mais notícias do estado no G1 SC
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02/08 - Novo Ensino Médio em SP divide especialistas: 'retrocesso para manter pobre como pobre' ou 'protagonismo dos jovens'
Reforma do ensino médio vai chegar a 900 mil estudantes da rede estadual de SP em 2022. De um lado, especialistas acreditam que curso técnico de baixa qualidade não garante emprego e dificulta mais o acesso às universidades e aumenta desigualdade. De outro, especialistas afirmam que conteúdo é dado de forma aplicada nos cursos e que ajudam alunos a se descobrirem profissionalmente. Alunos do ensino médio em SP Reprodução/TV Globo O Novo Ensino Médio anunciado no último mês pelo governo de São Paulo para o próximo ano causou cisão entre especialistas em educação: "retrocesso feito para manter pobre como pobre" ou "solução para jovens nem-nem?". Nesta segunda-feira (2), as escolas estaduais retomam as aulas em todo o estado. De um lado, pesquisadores criticam a reforma porque acreditam que, ao retirar do currículo horas-aula da chamada formação generalista, a reforma cria ainda mais desigualdade entre estudantes de escolas públicas e privadas, dificultando o acesso de estudantes pobres à universidade. Além disso, os cursos técnicos oferecidos em troca de horas-aula de disciplinas como física e biologia não possuem carga horária suficiente para ter qualidade e empregar no futuro esses estudantes, de acordo com pesquisadores. Por outro lado, especialistas ligados ao governo estadual acreditam que os cursos técnicos oferecidos aplicam os conhecimentos da formação generalista na prática, ajudam os alunos a se descobrirem profissionalmente e gerarão emprego e renda no futuro. Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022 Aluno pode ser atraído pelo novo currículo do Ensino Médio, mas problemas estruturais na escola permanecem, dizem educadores O Novo Ensino Médio foi apresentado pela primeira vez como Medida Provisória em 2016. Em 2017, virou a lei 13.415. Antes disso, em 2013, a ideia de “reforçar” o ensino médio foi discutido na Câmara dos Deputados com o Projeto de Lei 6.840. Em São Paulo, o novo currículo do ensino médio teve início no ano letivo de 2021 para 450 mil alunos matriculados no primeiro ano, de acordo a Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Em 2022, o novo modelo será expandido para alunos do segundo ano, totalizando 900 mil estudantes. O investimento pode chegar a R$ 200 milhões. O Novo Ensino Médio começa no primeiro ano da rede pública estadual por meio de três componentes ofertados pelo programa Inova Educação – Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação. A ideia é que o próprio aluno escolha uma ou duas áreas para se aprofundar em conhecimentos específicos dentre três itinerários formativos: No primeiro, são dez opções de aprofundamento curricular. Quatro delas nas áreas de conhecimento (Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza) e seis opções integradas, que apresentam combinações (Linguagens e Matemática, Linguagens e Ciências Humanas, Linguagens e Ciências da Natureza, Matemática e Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza, além de Ciências Humanas e Ciências da Natureza). O segundo deles mescla as áreas do conhecimento com a qualificação profissional, via Novotec Expresso, e permite aprofundamento curricular em uma das áreas do conhecimento e dois certificados profissionalizantes durante o ano. São cursos de 150 horas relacionados a programação, design, dados, tecnologia, ciências sociais e comunicação, por exemplo. O terceiro grupo, alinhado ao programa Novotec Integrado, oferece a oportunidade do estudante sair com um diploma de curso técnico de 1.200 horas e com o do ensino médio. São 21 opções de cursos técnicos: Administração, Marketing, Logística, Recursos Humanos, Comércio, Finanças, Contabilidade, Desenvolvimento de Sistemas, Informática para Internet, Serviços Jurídicos, Serviços Públicos, Guia de Turismo, Design Gráfico, Design de Interiores, Eventos, Nutrição e Dietética, Eletrônica, Eletrotécnica, Química, Análises Clínicas e Farmácia. Os cursos técnicos são oferecidos desde 2020 em uma parceria da pasta de Educação com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), que é responsável pela verba, de acordo com Daniel Barros, subsecretário de ensino técnico e profissionalizante da SDE. “A grande novidade é que partir do ano que vem essas vagas serão ampliadas e os cursos vão contar na carga horária dos estudantes como parte do seu itinerário formativo”, afirma. O coordenador do ensino médio na Secretária de Educação, Gustavo Mendonça, é um entusiasta da reforma porque acredita que ela será benéfica para alunos e professores. “Pela primeira vez na história do nosso país na educação os alunos vão poder definir a trajetória deles no ensino médio. O protagonismo dos jovens vai acontecer na sala de aula, com eles decidindo o que vão estudar em mais de 40% da carga horária.” “E isso também vai trazer mais oportunidades para os professores de dar aulas para alunos que têm mais interesse na área deles e estão mais engajados. Isso é extremamente positivo”, afirma. Estudantes de Ensino Médio agora precisam escolher entre cursos técnicos ou aprofundamento em disciplinas que mais gostam shutterstock Entenda em tópicos as principais mudanças no Novo Ensino Médio e as críticas de especialistas em educação: Até o ano passado, os alunos do ensino médio tinham as mesmas aulas durante os três anos. Agora, os alunos vão ter o primeiro ano com 1.800 horas de uma base comum, com aulas iguais da formação generalista de física, biologia, matemática, sociologia etc. A partir do segundo ano, o aluno passará a ter mais aulas da área de interesse escolhida por ele, o que o governo estadual chama de "protagonismo estudantil"; Dentre as áreas de interesse que os alunos podem escolher estão cursos profissionalizantes de curta duração escolhidos pelos próprios alunos com o objetivo de que eles ingressem no mercado de trabalho ao terminar o ensino médio; O problema, de acordo com especialistas em educação, é que ao abrir mão de carga horária da formação generalista, os estudantes pobres estão deixando de ter uma formação científica básica que os ajudarão a escolher uma profissão no futuro e não terão aulas suficientes do conteúdo que é cobrado em vestibulares, diminuindo suas chances de acesso à universidade; Outros especialistas acreditam que pela nova regra, os estudantes terão mais aulas de conhecimentos específicos e que isso os ajudará, por exemplo, na segunda fase do vestibular da Fuvest, em que tem mais peso as questões da área da carreira escolhida pelo estudante; Pesquisadores criticam os cursos profissionalizantes de até 150 horas que passarão a ser oferecidos porque acreditam que eles não têm carga horária suficiente para ter qualidade e empregar os jovens no futuro; Estão sendo oferecidos apenas cursos profissionalizantes simples que não exigem estruturas complexas, como laboratórios, nas próprias escolas, nos Centro Paula Souza, Escola Técnica Estadual (ETEC) e escolas privadas contratadas por licitação; Para especialistas ligados ao governo, os cursos técnicos ajudam os alunos a se descobrirem profissionalmente e contribuem para o desenvolvimento da autoestima desses jovens, além de atraírem os jovens de volta para a escola em uma época em que os índices de defasagem escolar crescem; Para os pesquisadores, os estudantes estarão trocando uma formação generalista por uma promessa de emprego, mas isso não acontecerá porque o mercado de trabalho não vai absorver esses profissionais com esse tipo de qualificação de curta duração e baixa qualidade; Os alunos de escolas particulares, por outro lado, não deixarão de ter aulas dos conteúdos cobrados nos vestibulares e toda a formação além da escolar generalista costuma ser dada de forma extracurricular, como aulas de línguas estrangeiras, informática etc. Alunos de escolas estaduais do Programa de Ensino Integral (PEI) que têm aulas o dia todo também estarão em vantagem, mas essas unidades atendem a uma parcela pequena da rede, o que reforça a ideia de desigualdade em relação aos alunos de escolas tradicionais. Estudantes de ensino médio agora precisam escolher entre cursos técnicos ou aprofundamento em disciplinas que mais gostam getty images O jovem “nem-nem” O Novo Ensino Médio parte do pressuposto que existe um contingente grande de estudantes que não segue com os estudos na universidade e também não consegue colocação no mercado do trabalho, de acordo com o professor de políticas educacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC) e membro do grupo Rede Escola Pública e Universidade (Repu) Fernando Cássio. “Isso é um fato, mas não decorre da formação do Ensino Médio, mas de outras coisas, como a de que não há vagas suficientes no ensino superior e não há uma dinâmica econômica que absorva toda a mão de obra de egressos do Ensino Médio. O desemprego no Brasil é estrutural”, afirma. Na coletiva de imprensa em que anunciou a expansão no dia 20 de julho, o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, confirmou que o novo Ensino Médio é uma política pública para atender os jovens “nem-nem”, ou seja, aqueles que nem estudam nem trabalham. Segundo o secretário, com a implementação do novo currículo, o jovem poderá escolher se quer seguir os estudos ou trabalhar. Para Fernando Cássio, porém, a reforma vai tirar aulas de conteúdo da formação generalista que é cobrada nos vestibulares ao colocar aos estudantes mais pobres o dilema de escolher uma profissão aos 15 anos. “O estado abandonou a geração ‘nem-nem’. Para eles, essa geração merece uma formação pior. Mas essa suposta liberdade de escolha do curso profissionalizante implica em o que você quer abrir mão de sua formação para fazer um cursinho de informática, coisas que outros alunos que têm condição socioeconômica melhor não vão ter de abrir mão”, afirma. Para o pesquisador, os estudantes da educação privada já têm acesso a atividades extracurriculares sem ter de abrir mão de sua formação generalista. “Já faz parte do capital cultural das famílias ter computador de boa qualidade em casa, fazer aula de música no conservatório, fazer aula de idiomas. Isso faz parte da classe média e das elites”, afirma. Para Fernando, a reforma vai passar longe de diminuir o tamanho do contingente de população de jovens “nem-nem”. “A ideia não é que os jovens possam sonhar e realizar as suas aspirações? Se a gente quer uma escola mais conectada com o mundo contemporâneo e que todos tenham acesso, como fazer isso com condições tão diferentes?” “Alunos de particulares e PEIs terão vantagem” Como a reforma é para todo o Ensino Médio, as escolas privadas e as escolas estaduais do Programa de Ensino Integral (PEI) também terão de se adaptar, de acordo com o governo estadual. Porém, para os especialistas, essas escolas não devem retirar aulas da formação generalista dos seus currículos e passarão a oferecer as demais atividades de forma extracurricular, no caso das particulares, e no contra turno, no caso das PEIs. “Chegamos a uma situação evidente: a escola privada vai continuar dando uma formação generalista, ela não vai tirar aula de física, química e matemática para colocar cursinho de Excel para assistente administrativo. A escola privada já está em vantagem, sempre esteve”, afirma Fernando. Para o especialista, a reforma do Ensino Médio vai erguer uma barreira entre aqueles da rede pública que terão acesso a uma formação generalista um pouco mais próxima da escola privada e a maioria que vai ter acesso a uma formação simplificada. “As escolas PEI já excluem os estudantes mais vulneráveis porque atendem uma parcela pequena de alunos e possuem uma infraestrutura melhor, menos alunos por sala, têm mais aula. O novo Ensino Médio é feito para pobre, para pessoas vulneráveis.” O Enem e os vestibulares Por lei, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os vestibulares das universidades estaduais de São Paulo têm de cobrar na prova o conteúdo dado na rede estadual de ensino, de acordo com Gustavo Mendonça, coordenador do Ensino Médio na Secretaria de Educação. “Desde o ano passado a Unicamp, por exemplo, tem uma nova estrutura de prova que dá mais peso para a área da carreira que o aluno escolheu. Por exemplo, se ele presta Direito, a área de humanas terá mais peso, se presta Medicina, ciências da natureza terá mais peso. A segunda fase da Fuvest também é uma prova específica. Então o aluno se aprofunda mais na sua área de interesse e terá mais conhecimento e condições de fazer a prova.” Porém, especialistas acreditam que os alunos ficarão em desvantagem com menos aulas dos conteúdos das áreas não específicas, que também são cobradas nos vestibulares, como na primeira fase da Fuvest, por exemplo. “Não sumiu da base curricular o ensino de física e química, por exemplo, então os vestibulares cobrarão isso. Mas você vai ter uma massa de estudantes que vai ter uma aula de física por semana e outra que vai ter três aulas por semana ou mais. O vestibular vai continuar selecionando os estudantes que se saem melhor naquele tipo de prova”, afirma Fernando. Para os alunos de escolas públicas que escolherem fazer um curso técnico, a dificuldade de fazer um vestibular será ainda maior porque eles deixarão de ter aulas da formação generalista de Ensino Médio, de acordo com Fernando. “Não é ruim fazer um curso técnico de hotelaria, por exemplo, mas se você abrir mão de sua formação escolar para ter o curso de hotelaria, você não vai ter sua formação escolar, você trocou pela outra.” “O ideal a fazer é que a formação técnica de hotelaria seja complementar, esteja junto. Você não pode abrir mão de uma pela outra”, afirma Fernando. Gustavo, coordenador da Seduc, lembra que o primeiro ano do Ensino Médio seguirá tendo uma base comum com todas as disciplinas. “Dando mais profundidade na área de conhecimento que o aluno tem mais interesse e garantindo o conhecimento básico em todas as áreas, ele estará mais preparado para entrar no ensino superior”, afirma. Já Daniel, da SDE, acredita que mesmo nos cursos técnicos rápidos os alunos não deixarão de ter o conteúdo da formação generalista, e melhor do que isso, aprenderão os conteúdos de maneira aplicada na prática. “Quando o aluno faz um curso de 150 horas de Excel, ele desenvolve o conhecimento prático de matemática que vai ajudá-lo a entrar no mercado de trabalho. Ele vai aprender juros simples e compostos e matemática financeira. Isso ele também aprende na aula de matemática, mas no curso profissionalizante ele contextualiza e aplica na prática.” “Há muitas evidências na ciência cognitiva que quando se coloca o conhecimento em prática, se fixa melhor esse conteúdo. Quando se fala em um curso de marketing digital, ele aprende uma ferramenta que vai ajudar a gerar renda, que é fundamental para ele, mas também usa conteúdo de língua portuguesa, aplicando redação e interpretação textual na prática, com finalidade e intencionalidade pedagógica. Isso tem um impacto muito grande no aprendizado dos estudantes." Para Daniel, o fato de possibilitar ao aluno enxergar aplicação prática do conteúdo pode ajudar a atrair os estudantes de volta para a escola. “Estou muito convencido de que a contextualização da educação, colocando na prática o conteúdo, faz toda a diferença para o estudante se motivar para a escola. E nesse momento em que estamos perdendo alunos do Ensino Médio, esses cursos profissionalizantes integrados vão servir para atraí-los de volta para a escola.” "Cursos são insuficientes para empregar" Faz parte do currículo do Novo Ensino Médio o NovoTec expresso, programa que oferece cursos de 150 horas de Excel, Design de games e de aplicativos, por exemplo. A crítica dos especialistas é que esses cursos dificilmente ajudarão os alunos a conseguir emprego no futuro. “Essas coisas são vendidas para os estudantes como supostamente aquilo que o mundo do trabalho demanda das pessoas, quando sabemos muito bem que isso não faz o menor sentido. Não existe mercado de absorção dessa mão de obra. Ou você acha que o Google na Faria Lima vai contratar alguém que tenha feito um cursinho desses?", diz Fernando. .A outra possibilidade é abrir mão de metade da formação para fazer um curso técnico integrado. Mas, de acordo com especialistas, ela também não é profissionalizante à medida que o número de horas-aula, que são 1.200, está muito abaixo do que é um curso técnico regular conceituado. “Você não vai poder assinar um cardápio como nutricionista em um restaurante empresarial e não vai ter um registro profissional no conselho regional”, diz Fernando. Para Daniel, porém, os cursos técnicos de curta duração ajudam os alunos a se descobrir profissionalmente e “ampliam os horizontes”. “Os relatos são bacanas. A gente teve uma aluna está fazendo o curso de jogos digitais e fez um jogo em 4 meses com uma personagem menina. Ela falou que jamais imaginaria que poderia fazer um jogo em tão pouco tempo. Isso tem um papel de melhorar a autoestima desses estudantes, de fazê-los acreditar que podem fazer algo motivador do ponto de vista profissional”, afirma. De acordo com a Secretaria de Educação, as escolas em que os alunos estão matriculados oferecerão parte dos cursos técnicos, mas a infraestrutura pode comprometer a oferta de opções para os estudantes. Para Fernando, as escolas não terão condições de se adequar para oferecer cursos mais complexos. “Dada a infraestrutura real, o que vai ser oferecido é só o que não depende de laboratório. Técnico em radiologia, em edificação, em eletrotécnica, química, são várias formações técnicas que exigem laboratório, que têm alguma complexidade. O que essa formação pseudotécnica vai ofertar é a parte teórica do curso técnico e os alunos terão de estudar mais um ano depois da escola se quiserem um diploma técnico. Não é uma formação profissionalizante. Mas acreditando que é, os estudantes vão abrir mão do conteúdo escolar”, diz Fernando. Segundo a Seduc, mais de 376 mil estudantes do primeiro ano do ensino médio - 89% do total potencial de respondentes - da rede pública estadual manifestaram interesse no aprofundamento do currículo do Novo Ensino Médio. Com os dados obtidos via Secretaria Escolar Digital (SED), as escolas vão definir os aprofundamentos curriculares a serem ofertados a partir de agosto, durante o processo de rematrícula. Os recursos serão repassados para as 3,6 mil escolas estaduais de Ensino Médio, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP). Pelo programa, cada escola recebe a verba e pode direcioná-la de acordo com a necessidade local. Desta verba, R$ 150 milhões poderão ser usados para equipar as escolas em diferentes áreas do conhecimento. O valor mínimo para escolas pequenas é de R$ 10 mil, mas ele pode chegar a R$ 200 mil para escolas maiores. Cada escola pode dizer no Plano de Aplicação Financeira (PAF) em que pretende aplicar a verba. Outros R$ 100 milhões serão destinados Laboratório de Ciências e os demais R$ 50 milhões serão aplicados na aquisição de materiais e componentes eletrônicos para o trabalho de Programação e Robótica, bem como de ferramentas e insumos, como alicates, chave de fenda e equipamentos de proteção individual (EPIs) para que os estudantes possam utilizar esses materiais enquanto constroem os seus protótipos. Implementação De acordo com o censo escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de 645 municípios do estado de São Paulo, 325 possuem apenas uma escola estadual de Ensino Médio. O número representa 50,4% do total. Isso significa que, nessas cidades, a oferta do Novo Ensino Médio vai estar restrita àquela unidade, ou seja, os alunos não terão outras opções. “Todos os sonhos, desejos e vontades daquelas meninas e meninos têm de caber naquela escola daquele município. Os alunos não vão mudar de cidade porque desejam estudar um itinerário específico com determinada formação técnica que não é oferecido na escola em que estudam”, afirma Fernando. As escolas terão de ofertar os cursos de acordo com os critérios que vão ser definidos pelo governo do estado, como a capacidade da escola de ofertar com a sua estrutura: sala, laboratório, computador, equipamento, área externa e até o perfil do corpo docente que tenha condições de assumir o que os alunos escolherem. A regra no estado de São Paulo é a de que todas as escolas ofereçam pelo menos os itinerários de todas as áreas. “No fim das contas, a liberdade de escolher com seu protagonismo está limitado a duas coisas: ou fazer o que você não gosta e não escolheu, ou mudar de escola. Em um município que tem só uma escola, você não tem nem a escolha de mudar de escola”, opina Fernando. No Brasil, há 2.879 mil municípios que só possuem uma escola, incluindo todas as etapas, de acordo com o Inep. É mais da metade do país. “Em 2017 quando criticávamos a reforma do Ensino Médio, a gente usava o exemplo super extremo do Amazonas, em que a distância entre duas escolas era de um dia inteiro de barco. Mas você nem precisa ir para o Amazonas. Em São Paulo, mais da metade dos municípios só tem uma escola de Ensino Médio. Você acha que os estudantes vão atravessar as fronteiras do município para estudar o que querem?” Análise sociológica A expansão das escolas no Brasil coincidiu com o aumento da urbanização na década de 50 e depois nas décadas de 70 e 80, de acordo com Débora Cristina Goulart, professora de Ciências Sociais do campus de Guarulhos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Em todo esse processo, o que aconteceu é o que os autores chamam de dualismo, uma parte dessa escola vai sendo ampliada para que os trabalhadores sejam trabalhadores e outra parte vai sendo criada para que uma classe dirigente seja dirigente. A escola quando chega para os pobres é para pobres e para que eles continuem sendo pobres. É uma reprodução”, afirma. Segundo Débora, esse processo começou a mudar com a Constituição de 88, que determinou que a escola precisava ser ampliada e igual para todos. A partir daí a escola se desenvolveu com a ajuda de políticas como o Fundeb e Fundef, que são fundos formado por recursos dos três níveis da administração pública do Brasil para promover o financiamento da educação básica pública. Políticas como essas, segundo a especialista, culminaram com uma mudança no perfil das classes que passaram a entrar nas universidades públicas. Em 2021, pela primeira vez na história, a USP teve a maioria de suas matrículas de alunos vindos da escola pública. Nesse sentido, para Débora, o Novo Ensino Médio seria um retrocesso. “Nessa reforma você direciona uma parcela significativa da população, os mais pobres, para um encurtamento para o mercado de trabalho. Ela não possibilita que esse jovem chegue à universidade, seja porque o currículo vai ser encurtado em conhecimentos científicos seja porque você antecipa que ele vá para um caminho do mercado”, afirma. “O que não significa que ele vá ter trabalho decente. Ele vai ter certificados de 30, 50 horas, dependendo do curso que escolher. Isso é um empobrecimento e direcionamento absurdo. Se isso fosse obrigatório para escolas privadas, o mundo já estaria pegando fogo.” De acordo com Débora, há várias pesquisas que mostram como a escola direciona a vida dos alunos. “Em geral filhos das famílias mais pobres são encaminhados para trajetórias profissionais. E a escola direciona de uma maneira até cruel. O estudante que tem notas piores não vai para a universidade mesmo, então assim pelo menos ele arruma trabalho. Como se essa formação garantisse trabalho. A diplomação não cria emprego. Sem política de trabalho decente, ele vai cair no mercado de trabalho precário e essa reforma está direcionando o jovem para um mercado de trabalho precário.” Segundo Débora, pesquisas mostram que aumentos significativos de salário estão condicionados a diploma de ensino superior. “Nessa reforma, o estudante fica sem o instrumento da escolarização para superar a precarização do trabalho porque ele não teve uma formação para que pudesse continuar os estudos. Ele está sendo limitado. As pessoas pensam ‘ah, pelo menos você abriu possibilidade de trabalhar’. Na verdade você impediu que ele fizesse outro tipo de trabalho quando você o direciona para esse tipo de formação. É o contrário.” Escolas esvaziadas durante mudança Para a doutora em educação Ana Paula Conti, o fato de estar sendo implementado nesse momento de pandemia com escolas esvaziadas e funcionando parcialmente, é o primeiro problema do Novo Ensino Médio. Segundo ela, as mudanças têm chegado aos estudantes por meio das redes sociais do governo estadual e propagandas de TV, sem abrir o debate para que as famílias ajudem os estudantes a tomarem a decisão de qual formação escolher. “Qualquer reforma educacional precisa ter adesão, compreensão e participação dos professores, família e principalmente dos estudantes, porque isso vai afetar diretamente a vida e o futuro deles na forma de ingresso ao mercado de trabalho”, afirma. Em nota, a Seduc informou que divulgou os itinerários formativos por diversos canais, sendo pela diretoria de ensino para as escolas, por meio das redes sociais, na mídia e na secretaria escolar digital para todos os interessados, lives para equipe escolar e professores, por meio dos grêmios estudantis, inclusive com um canal criado para eles no Centro de Mídias, pela imprensa. Ana Paula é professora do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), que é modelo no ensino integrado de formação generalista e profissionalizante. Para ela, a formação geral é absolutamente essencial para qualquer trabalhador porque desenvolve leitura, interpretação, escrita e tomada de decisões, entre outras habilidades. “A formação geral é uma forma de organizar o conhecimento científico de uma maneira que você torna o conhecimento mais acessível para as novas gerações. O mercado de trabalho precisa de um profissional que saiba ler, interpretar um sinal, operar tecnologias. É uma formação mais complexa.” Segundo Ana Paula, o Brasil tem no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) um exemplo de curso técnico de baixa duração. Instituído pelo governo federal em 2011, o programa oferece cursos de educação profissional e tecnológica para estudantes do ensino médio, trabalhadores e beneficiários dos programas federais de transferência de renda. “O Pronatec em termos de empregabilidade é um fiasco. O pouco que o mercado absorve são pessoas com formação sólida. Por isso que a gente defende que essa formação para os jovens tem de ser uma formação que articula uma boa base de formação geral com uma educação profissional consistente de qualidade com carga horária mínima”, afirma. “O objetivo não é dar esse curso e melhorar a vida dessas pessoas com oportunidades de trabalho? O nível de empregabilidade de egressos do Pronatec é muito baixo. Um curso de qualidade tem de ter tempo. É impossível dar uma boa formação sólida em tempo recorde, uma coisa está conectada a outra.” Para Ana Paula, o Novo Ensino Médio é uma reedição da divisão em que uma parte de jovens vai para o mercado de trabalho e vai permanecer em posições de baixa qualificação e remuneração, e outra parte vai para a universidade. “No fundo o que não está sendo dito? Que não vai ter universidade para todo mundo. O negócio é cada um ser empreendedor de si mesmo. Então a gente vai dar projeto de vida, ensinar resiliência e inovar, como se fosse possível inovar a partir do vazio.” O Ensino Médio ideal, segundo especialistas Para Fernando, a reforma apresentada pelo governo estadual é baseada na ideia de que “a escola é muito chata, ultrapassada, e que não tem sentido estudar química, sociologia”, daí a necessidade de profissionalização durante o Ensino Médio. Para o especialista, porém, nada vai mudar com o novo currículo. Para ele, a mudança teria de ser em direção a uma formação generalista de qualidade para todos. “Quem sempre entrou na universidade vai continuar entrando, não vai mudar nada. Só muda a superfície. Vai continuar sendo uma escola conteudista e propedêutica.” “Não estou dizendo que é bom que seja conteudista, mas com essa reforma, e escola vai continuar sendo igual e diferenciando ainda mais quem tem acesso e quem não tem acesso de jeito nenhum à universidade. Esse é o ponto. Eu não defendo escola enciclopédica, eu defendo escola de qualidade para todo mundo”, afirma. Para Fernando, uma reforma no Ensino Médio teria de estimular o jovem “nem-nem” a voltar a acreditar nos seus sonhos. “Por que existe o jovem 'nem nem', que não sonha, que não passa na cabeça que ele pode ir para uma universidade? Aquele jovem já é mais ou menos convencido ao longo da vida que não tem muito para onde ir. Isso é um problema que a escola tem de lidar, mas isso não quer dizer que tem de acabar a escola, tem de ter outros jeitos de induzir, estimular, o jovem a ter planos, sonhar, pensar no futuro”, afirma. “A capacidade de sonhar, de projetar o futuro, de prefigurar o que você quer para você, depende de você ter uma formação básica boa, criativa, com estímulo, com leitura. Nenhuma dessas coisas clichês que têm esses nomes bonitos de inovação, protagonismo nada disso é sinônimo de abrir mão de uma formação sólida.” Para Ana Paula, a reforma está indo na contramão do projeto de colocar mais jovens no Ensino Médio. “É um retrocesso porque fomos caminhando para ir superando a dualidade histórica ao longo do século 20 no sentido de ter um Ensino Médio de formação geral para todos e de preferência que incorporasse a educação profissional em uma formação integral.” Ana Paula estudou a expansão do Ensino Médio de 1991 até 2003 em seu doutorado defendido em 2015. "A gente foi caminhando para ter um Ensino Médio único e democrático, com um único modelo para todos os jovens. Agora o retrocesso é que estão voltando a dividir o Ensino Médio em uma parte que faz educação profissional rebaixada de curta duração e provavelmente a boa formação de nível Médio vai ficar para grupos minoritários que terão acesso à universidade.” “É a reedição de uma realidade social que a gente já estava superando. Porque para a gente construir uma sociedade democrática e menos desigual, você precisa construir uma escola mais democrática e menos desigual. Um ensino médio democrático contribui para um Brasil mais democrático.” Escolas da capital poderão reduzir distanciamento para 1 metro e definir capacidade de alunos a partir de 02/08 VÍDEOS: saiba tudo sobre São Paulo e região metropolitana
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02/08 - Em sistema de rodízio, escolas estaduais retomam aulas nesta segunda-feira no MA; ensino privado também inicia atividades
Aulas retomadas nesta segunda-feira (2) na rede estadual e rede privada de ensino devem acontecer em sistema híbrido, com atividades presenciais e online. Escolas da rede estadual de ensino do Maranhão retomam as aulas nesta segunda-feira (2) Divulgação/Ruy Barros Nesta segunda-feira (2), estão sendo retomadas as aulas presenciais na rede estadual e privada de ensino de todo o Maranhão. Devido a pandemia de Covid-19, o governo do Estado adotou um sistema de rodízio por turmas e as atividades devem acontecer de forma híbrida, com períodos de aulas presenciais e online. Retomam, logo nesta segunda-feira, os alunos do 3ª ano do Ensino Médio. Segundo a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), ao longo da semana, serão retomadas as atividades das demais turmas (veja o calendário completo mais abaixo). VOLTA ÀS AULAS: aulas na rede municipal de São Luís serão retomadas em 16 de agosto, veja como será a retomada As escolas privadas de todo o estado também iniciam as aulas nesta segunda-feira. Com um sistema híbrido (aulas presenciais e online), adotado desde o semestre letivo anterior, os alunos das escolas podem optar pela adoção ou não do sistema de ensino. Abaixo, o G1 reuniu os principais pontos sobre a retomada às aulas nos dois sistemas de ensino do Maranhão. Confira: Rede estadual Com sistema híbrido (aulas presenciais e online), as aulas na rede estadual de ensino do Maranhão será progressivo e de acordo com cada instituição. Devido a pandemia de Covid-19, foi adotado um rodízio por turmas para facilitar a adaptação dos alunos. Abaixo, veja o calendário da retomada: 02 de agosto (segunda-feira) - 3ª série do Ensino Médio 03 de agosto (terça-feira) - 2ª série do Ensino Médio 04 de agosto (quarta-feira) - 1ª série do Ensino Médio 05 de agosto (quinta-feira) - em diante rodízio de todas as séries Como serão as aulas? Ao longo da semana, os alunos terão aulas presenciais nas instituições de ensino e em outros dias, por meio do sistema online como a plataforma Gonçalves Dias, aulas em rádio, TV e plataforma de streaming de áudios. Os grupos serão revezados e organizados pela equipe gestora e docente das escolas, respeitando as particularidades de cada comunidade escolar. A Seduc afirma que as unidades têm autonomia para definirem a melhor forma de revezamento. Quais serão os protocolos sanitários adotados? Alunos, funcionários e colaboradores terão a temperatura aferida na entrada das unidades escolares e o uso de máscara será obrigatório. Locais estratégicos com álcool em gel foram disponibilizados para a higienização das mãos, assim como sabão nos banheiros para assepsia. Ensino privado Diferente da rede estadual de ensino, as aulas na rede privada já vinham praticando o ensino híbrido desde o início do ano. Segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão (SINPE), os alunos não serão obrigados a comparecer às escolas. Como serão as aulas? Os alunos terão aulas presenciais nas instituições e em outros dias, por meio do sistema online adotado pela escola. Os grupos que fazem parte do revezamento também são organizados pela gestão das escolas. Quais serão os protocolos sanitários adotados? Entre as medidas sanitárias impostas para a volta às aulas, está o uso obrigatório de máscara, suspensão do recreio e aferição de temperatura dos alunos e colaboradores.
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01/08 - Educação abre inscrições para preenchimento de vagas remanescentes na rede pública do AC
Inscrições começam nessa segunda (2) e se estendem até o dia 10 de agosto e podem ser feitas nas próprias escolas estaduais. Vagas são para novas matrículas e rematrículas. Vagas remanescentes foram abertas após transferência de alunos Arquivo pessoal A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes do Acre (SEE) inicia nesta segunda-feira (2) as inscrições para preenchimento de vagas remanescentes da rede pública de ensino do Acre. Essas vagas são para novas matrículas e rematrículas do ensino fundamental e médio. Os pais e responsáveis de alunos que ainda não estão estudando têm até o dia 10 de agosto para fazer a inscrição e garantir uma vaga. A volta das aulas presenciais nas escolas estão previstas para retornarem no dia 8 de setembro com modelo de ensino híbrido - com aulas presenciais e remotas. Segundo Secretaria de Educação do Acre (SEE) não há previsão de quando as aulas voltarão a ser 100% presenciais. A retomada, mesmo que híbrida, vai ser feita de forma gradual. Iniciando pelas chamadas “séries de transição”, como por exemplo, o 1º ano, o 5º ano e o 9º ano do ensino fundamental e o 3º ano do ensino médio. O ano letivo 2021 começou com um atraso de mais de um mês na maioria das escolas da rede pública do Acre, devido à greve dos trabalhadores da Educação. As aulas estão sendo de forma remota. Vagas remanescentes O processo de rematrículas e nova matrículas é feito pelo Departamento de Gestão de Redes da SEE. Os pais e responsáveis dos alunos podem fazer a inscrição na própria escola de interesse do filho. O chefe do departamento, Aberson Carvalho, explicou que o número de vagas é relativo em cada escola. "Depende da escola, da série, da proximidade da casa porque são vagas que estão sobrando. Não tenho como especificar quantas escolas e vagas porque vai variar, de acordo com o zoneamento e ordenamento. Por exemplo, tem escola que só tem uma vaga, então, dependendo da escola e da localidade fica difícil precisar", justificou. Ainda segundo Carvalho, a abertura dessas vagas se deu após transferências de alunos para outras instituições de ensino. “Quando avaliamos o reordenamento das escolas, observamos essas vagas em aberto, pois muitos não atentaram para o início do ano letivo e que em breve voltaremos ao novo normal, inclusive com o ensino híbrido", destacou. Acre continua com ensino à distância até, pelo menos, 8 de setembro UFT/Divulgação Condições para retomada presencial Em novembro de 2020, o governo do Acre publicou o decreto Nº 7.225 que trata sobre o retorno das aulas presenciais em instituições públicas e privadas de ensino do estado. A previsão era de que fosse possível iniciar ainda no ano passado, mas com o avanço da pandemia, a gestão voltou atrás. Este ano, a SEE voltou a divulgar o retorno das aulas presenciais a partir de março, mas também não foi para frente. A autorização para a retomada se aplica para as regionais que estão classificadas nos níveis de alerta, representado pela bandeira laranja; de atenção, na bandeira amarela; ou de cuidado, pela cor verde. Para o retorno, as instituições devem ainda cumprir com os protocolos sanitários dispostos no decreto. As instituições devem definir calendário alternado em dias ou turnos, para atendimento presencial dos estudantes, em grupos, respeitado o distanciamento de 1,5 metro entre as carteiras e definir capacidade máxima por sala de aula. Além de manter os estudantes e professores em pequenos grupos fixos que não se misturem e escalonar os intervalos, uso dos banheiros, horário de merenda, início e término das aulas. As escolas e faculdades devem ainda ter profissionais capacitados em treinamento ofertado pelas vigilâncias sanitárias municipais, com apoio da Vigilância em Saúde Estadual, para implantação dos protocolos sanitários nos estabelecimentos Cada unidade de ensino deve ainda criar um comitê escolar com a função de promover ações de divulgação e fiscalização do protocolo sanitário. Aulas remotas As aulas presenciais foram suspensas no dia 17 de março, na semana em que o Acre confirmou os três primeiros casos de Covid-19. Desde então, os alunos têm acesso ao conteúdo escolar pela internet por videoaula, pelo rádio com audioaulas, pela televisão e também com o material impresso disponibilizado nas escolas. Em 2020, em meio à pandemia, os alunos da rede pública estadual concluíram os bimestres, também por meio do ensino remoto. Em fevereiro deste ano, a SEE chegou a divulgar um calendário do retorno das aulas com sistema híbrido - aulas presenciais e remotas. A ideia era começar as aulas presenciais já em março deste ano. Contudo, os casos de Covid-19 aumentaram e Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 colocou todo o estado na bandeira de emergência, e suspendeu as atividades não essenciais. A Educação continua com o programa Escola em Casa, que trabalha com o material impresso, audioaulas transmitidas pela TV e também pela Rádio Difusora e Aldeia Acreana, e videoaulas transmitidas pela Amazon Sat, além de disponibilização do acervo escola na Plataforma Educ Acre. Escolas particulares Diferente das escolas públicas, a maioria das instituições particulares iniciou as aulas de 2021 ainda em janeiro, e outras em fevereiro, e estão na fase de conclusão do primeiro semestre. Segundo o Sindicato das Escolas Particulares, a previsão era de que o primeiro semestre se encerrasse no dia 9 de julho e que o segundo semestre comesse no dia 2 de agosto. Todas as escolas sindicalizadas estão com ensino híbrido (aula remota e presencial) e seguindo o que determina o decreto governamental, com capacidade limitada de até 50% dos alunos, por conta da bandeira amarela. Para o retorno presencial, as escolas tiveram que passar por uma adaptação. Os profissionais passaram por treinamento ofertado pelas vigilâncias sanitárias municipais e estadual e os pais foram consultados sobre qual modalidade os filhos adotariam, se presencial ou remota. Cada instituição teve ainda que instituir um comitê para elaboração do planejamento de retomada e o documento precisou ser entregue aos Conselhos Municipais de Educação e ao Conselho Estadual de Educação. VÍDEOS: G1 em 1 Minuto
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01/08 - Na volta às aulas no DF, especialistas preveem sobrecarrega de professores e defasagem na aprendizagem: 'Ensino híbrido é medida paliativa'
Na rede pública, professores estarão nas escolas a partir desta segunda-feira (2) e alunos voltam de forma escalonada, a partir de quinta (5), começando pela educação infantil. Leia entrevista com pesquisadoras da área ouvidas pelo G1. Sala de aula em escola no DF, em imagem de arquivo TV Globo/Reprodução Após um ano e meio de portas fechadas, as escolas públicas do Distrito Federal reabrem a partir desta segunda-feira (2). Por conta da pandemia de Covid-19, desde o ano passado as aulas eram remotas, e todo o ensino mediado pela tela do computador, tablet ou celular. A retomada começa com o encontro pedagógico de professores, nesta segunda, quando será dado o "start" no segundo semestre letivo de 2021. A partir de quinta-feira (5), alunos da educação infantil, do ensino fundamental e médio voltam, gradativamente, às salas de aula. Veja novo calendário de volta às aulas presenciais das escolas públicas do DF 'Ensino híbrido': as dificuldades para o aprendizado com parte da turma online e a outra na sala de aula Especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro para as escolas As escolas públicas vão funcionar no modelo híbrido. A modalidade é um revezamento entre o ensino presencial e online, para diminuir o número de pessoas nas salas de aula e garantir o distanciamento social. Em uma semana, metade dos estudantes de cada turma vai à escola presencialmente, enquanto os demais farão atividades remotas. Na semana seguinte, quem ficou em casa vai para o colégio e quem tinha aula presencial, faz as atividades remotamente. Para entender as nuances do sistema híbrido, o G1 ouviu duas especialistas em educação, que responderam às mesmas perguntas (leia entrevista mais abaixo). Para a pedagoga Olga Freitas, mestre em neurociência do comportamento, professora da Universidade Católica de Brasília (UCB) e doutoranda em educação, o modelo de ensino alternado adotado no DF é uma "medida paliativa". "Vemos essa situação de ensino híbrido com alguma preocupação. Porque, de fato, a organização do trabalho pedagógico é incipiente. Do ponto de vista pedagógico, não é interessante, porque a aprendizagem é um fenômeno social que requer a interação dos pares, o que fica inviabilizado quando não se está totalmente no presencial", diz Olga Freitas. VÍDEO: Entenda o que é o ensino híbrido A professora da faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Edileuza Fernandes, que também é uma das coordenadoras do Observatório de Educação Básica da UnB, chama a atenção para a sobrecarga que o ensino híbrido trará aos professores e para as possíveis defasagens no aprendizado para os alunos. "Esse profissional vai ter que se dividir entre acompanhar metade da turma no presencial e a outra no remoto. Se o professor está mais sobrecarregado, isso pode interferir na qualidade de ensino", diz Edileuza Fernandes. Veja pontos abordados na entrevista: Impactos do ensino híbrido no aprendizado de estudantes e no trabalho dos professores Qual o melhor caminho? Risco da evasão escolar Como minimizar as perdas na aprendizagem Lições aprendidas Leia a entrevista G1 - O DF retoma essa semana as aulas presenciais na rede pública, com o modelo híbrido de ensino. Quais são os impactos no aprendizado de estudantes e no trabalho dos professores que essa alternância entre o remoto e o presencial pode trazer? Edileuza Fernandes - É importante compreender que as alternativas didático-pedagógicas estão sendo pensadas pela rede pública de ensino como alternativa para o momento emergencial, é uma situação inédita. Como será o 2º semestre nas escolas no DF Ao buscar na LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional], você não vai encontrar essa prerrogativa de ensino híbrido. A modalidade tem esse caráter de mesclar momentos presenciais e outros à distância, com uso de tecnologias, de aplicativos, plataformas ou atividades imprensas. Na rede pública do DF, isso está sendo proposto agora. Edileuza Fernandes é professora da faculdade de Educação da Universidade de Brasília e uma das coordenadoras do Observatório de Educação Básica da UnB Arquivo pessoal No trabalho do professor, vai representar uma sobrecarga. Professores já estavam trabalhando – e muito. Essa nova realidade tem exigido mais planejamento, mais atividades, que se aprenda a usar plataformas digitais. "A nossa atividade docente foi mais intensificada com o ensino remoto. Não está claro se a alternância entre o remoto e presencial será simultaneamente. Se sim, isso vai representar mais tarefas, mais atribuições para os professores." Para o aprendizado do estudante, o processo ensino-aprendizagem é um caminho de mão dupla. Se o professor estiver dividido entre dois modelos de ensino, pode ter menos energia e menos tempo para o presencial, por exemplo. Olga Freitas é pedagoga, com mestrado em neurociência do comportamento e doutoranda em educação Arquivo pessoal Olga Freitas - Sentiremos esses impactos e ainda vamos ter um problema seríssimo, de como vai acontecer o escalonamento presencial. Os professores podem ficar bastante sobrecarregados com o trabalho remoto e o presencial. "Nunca antes uma atividade híbrida foi pensada para formação continuada de professores. Políticas de novas tecnologias nunca foram efetivadas. Muitos deles [profissionais] precisaram investir do próprio bolso para comprar equipamentos." A pandemia trouxe o adoecimento de profissionais da educação e isso pode vir também para o modelo híbrido. "O mesmo professor vai precisar se desdobrar em duas modalidades, presencial e a distancia. Sanar dúvidas... Esse tipo de trabalho vai trazer sobrecarga. Além do que, a formação continuada de professores nunca dialogou com a fluência das novas tecnologias." G1 - Como vocês apontaram, juntar as modalidades online e presencial pode comprometer parte da aprendizagem e sobrecarregar ainda mais os docentes. Qual é o melhor caminho a seguir nesse momento? Uma retomada integral dos alunos nas escolas ou buscar avanços no ensino remoto? Edileuza Fernandes - O melhor caminho é ter toda a população vacinada. Inclusive estudantes, para que possamos retornar ao presencial integralmente e desenvolvermos nosso trabalho. Mas sabemos que as políticas não foram pensadas e não houve esforço dos governantes, principalmente do governo federal. Veja aqui todas as regras para as aulas nas creches do DF Adolescentes de 12 a 17 anos serão vacinados contra Covid no DF após imunização de adultos, diz Ibaneis Olga Freitas - Professores também desejam retornar às atividades presencialmente, mas não sem os cuidados necessários. A alternativa é a cobertura vacinal completa. Professores estão sendo vacinados, são cerca de 30 mil na ativa [no DF], mas precisamos entender que a escola é composta por outros profissionais, e por estudantes – que não estão necessariamente vacinados, e muitos alunos vão para escola de transporte público ou a pé. Covid-19: DF diz que vacinou 100% dos professores da rede pública; aulas recomeçam em 2 de agosto Saiba como será antecipação da 2ª dose da vacina contra Covid-19 dos professores no DF Além disso, algumas escolas não passaram por reformas estruturais. Algumas não têm água nas torneiras, ou até mesmo torneiras, o que não dá para garantir o funcionamento seguro das aulas. "Nesse cenário, em primeiro lugar, tem que preservar a vida. O retorno seguro deve ocorrer com medidas sanitárias. Enquanto não é possível, o ideal é que professores e estudantes mantenham condições necessárias para aprendizagem no ensino em casa, aprendendo da melhor forma possível." G1 - Com a presença alternada na sala de aula, há chances de aumentar a evasão escolar? Edileuza Fernandes - Dados indicam que houve aumento da evasão escolar durante a pandemia. Alguns [estudantes] tiveram que trabalhar, outras famílias não tinham acesso à internet. Principalmente no ensino médio e na alfabetização. Pandemia deve intensificar abandono de escola entre alunos mais pobres 1 em cada 3 alunos tem problemas na conexão à internet ao tentar ver aulas on-line, diz Unicef Olga Freitas - Esse é um problema gravíssimo [evasão]. "Foram dois fatores que colaboraram para a evasão escolar acontecer: falta de acesso às atividades remotas somada à ausência de condições materiais e o desemprego." Muitos jovens, sobretudo nas periferias, são os que estão sustentando a família. Não é muito difícil de enxergar isso. Perceba o aumento de jovens e crianças nos semáforos, pedindo dinheiro e vendendo. "Esse é um problema não só escolar, mas social. Então, é provável que tenha, sim, um aumento da evasão escolar." Verdadeiro ensino híbrido busca incentivar a autonomia dos alunos. Podem ser criadas diferentes estações de trabalho na sala de aula, por exemplo Arte/G1 G1 - Apesar da volta às salas de aula, ainda não se fala muito em mudanças pedagógicas. Mas, sabemos que, no DF, a carga horária será reduzida. Quais impactos na aprendizagem que esse momento de pandemia pode causar? Haverá lacunas de ensino consideradas irreversíveis? Edileuza Fernandes - Foi quase um semestre sem aulas e, depois, o retorno remoto. Claro que está causando lacunas, principalmente na alfabetização de crianças de seis, sete anos, que estavam começando na educação. "Lacunas irreversíveis? Não acredito. Essa defasagem poderá ser revertida. Não será a curto prazo, mas a longo e médio prazo. Eu acredito no potencial dos educadores." Lei garante tratamento psicológico gratuito para alunos da rede pública do DF com transtornos pós-pandemia O professor é um dos protagonistas para desenvolver esse processo de ensino, garantindo que alunos aprendam. Mas, para buscar reverter as lacunas, vamos precisar de um esforço coletivo: da sociedade, de governos, universidades, pesquisadores, famílias e sindicatos. Olga Freitas - É precoce falar em impactos irreversíveis. "É preciso investir em políticas educacionais sérias, com proposta e recursos pedagógicos inovadores, com formação intensa, antenada com o novo cenário educacional, além de medidas que garantam o acesso e a permanência com êxito nas escolas." Essas crianças e jovens serão os futuros médicos, engenheiros, policiais. Uma nova geração com defasagem muito grave na construção do conhecimento. Se não houver um olhar sério para essa população, com foco na educação em anos iniciais, vamos ter, sim, problemas de pessoas não letradas, mal alfabetizadas, com pouca capacidade de refletir e tecer uma crítica sobre determinado conteúdo para criar o próprio posicionamento. "Se o cidadão não consegue refletir sobre sua realidade, não consegue intervir. É uma questão até de soberania nacional." Escola Classe 15 de Ceilândia, Brasília (DF), em imagem de arquivo Divulgação G1 - Então, de modo prático, como minimizar as perdas no aprendizado? Edileuza Fernandes - O Estado tem uma responsabilidade muito grande, é quem fomenta e implementa políticas públicas. Precisamos pensar nos impactos que a pandemia está causando e sobre o que ainda vai repercutir no pós-pandemia. "Não temos como fugir das políticas públicas: será preciso ter financiamentos, mais recursos financeiros para reverter a situação. Melhorar a estrutura física das escolas e investir na formação dos professores." Para que os professores pudessem trabalhar nas tecnologias digitais, foi preciso uma formação emergencial urgente. Os planos nacional e distrital de educação têm várias metas. "Se as estratégias de ensino tivessem sido implementadas desde 2014, os professores estariam preparados." Também é preciso focar nos projetos e discussões dentro das escolas, o que cada colégio pode fazer, considerando as diferentes realidades. A avaliação diagnóstica e o planejamento curricular vão indicar as lacunas. "Isso tem que ser um trabalho de rede, respeitando os projetos de cada escola. Não podem haver ações isoladas, senão algumas escolas podem não conseguir cumprir [as metas], e haverá alunos com dificuldades. Ninguém pode ficar para trás." Olga Freitas - O primeiro passo é potencializar as habilidades que as crianças já têm e nos despir de preconceitos sociais. "Nós precisamos pensar a formação inicial de professores, com estudo mais aprofundado da neurociência, da relação com a tecnologia, alinhada à educação. Estudantes têm habilidades que precisam ser potencializadas." Também é preciso considerar que vamos lidar com crianças muito impactadas com a pandemia. Jovens que perderam entes queridos, o contato com colegas, o afeto. O ensino remoto propõe dinâmicas completamente diferentes das tradicionais Getty Images "As escolas precisam fazer um diagnóstico de aprendizagem para saber o que ficou perdido e precisa ser recuperado. O colégio precisa ser um espaço mais afetivo, acolhedor. A alternativa é usar metodologias ativas, que colocam o estudante em situação de protagonismo, seja à distancia ou no ambiente presencial." G1 - Para finalizar, podem citar duas lições para a área da educação que podemos tirar desse contexto de pandemia? Edileuza Fernandes -Temos muitas lições a tirar. Uma delas é que educação tem que ser prioridade. Até para podermos controlar a proliferação do vírus, precisamos da educação. Porque, hoje, as pessoas estão com a postura de negação da vacina? Por falta de educação [informação]. E outra coisa: garantir direitos dos estudantes depende de um projeto coletivo, de sociedade. Estamos sentindo como é importante a articulação da escola com a comunidade, com as famílias. "Temos visto escolas que criaram mecanismos de comunicação com a família, usando aplicativos, reuniões online. Essa lição é o princípio da gestão democrática: a participação da comunidade na escola é uma lição que temos levar para nossa vida." Olga Freitas - Romper com o que está posto para potencializar o que já existe. Principalmente por meio das tecnologias. "Esse momento é uma grande janela de oportunidade para a educação entrar de vez na era tecnológica. Para decifrar [a tecnologia], não apenas utilizá-la." Professor é uma das dez profissões do futuro. Vivemos a era das aprendizagens, com foco em como se aprender e como se planejar para ensinar. "O professor do futuro será aquele que pensa conteúdos diferenciados, que descentraliza conhecimentos e problematiza contextos da vida real. Também que dialoga com diferentes linguagens." O outro aprendizado desse período é que o povo brasileiro é muito solidário, muito humano, sensível e empático. Nunca vivemos tanto retrocessos, um apagão da ciência, mas vimos exemplos de pessoas que sentem a dor do outro e são capazes de exercer a alteridade. Isso é fantástico. Veja mais vídeos de Educação o Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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01/08 - Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro
A ventilação dos ambientes, assim como o uso de máscaras adequadas e o distanciamento devem ser os principais fatores de atenção dos pais e responsáveis, segundo os especialistas ouvidos pelo G1. Especialistas dão dicas de como retornar às aulas presenciais com segurança. Reprodução/TV Diário A volta às aulas das redes pública e privada e do ensino superior podem acontecer no modo presencial a partir da segunda-feira (2) em algumas cidades. Para evitar que a transmissão do coronavírus aumente com o reinício das aulas, o G1 conversou com especialistas para entender quais os cuidados necessários para um retorno seguro. Apesar dos avanços da vacinação no país, a imunização em menores de 18 anos de idade ainda não começou. Leia também: Jovem de Ribeirão Preto conquista medalha de ouro em Olimpíada Internacional de Física: 'Dei meu máximo' Segundo Marcelo Otsuka, infectologista e coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), é fundamental que tanto pais quanto as pessoas que trabalham na escola, saibam os cuidados que cada um deve ter. "É importante a gente entender que não é porque vamos voltar às aulas que as medidas de segurança sanitária serão relaxadas", afirma Otsuka. Para o doutor em engenharia biomédica e pesquisador na Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, Vitor Mori, o retorno presencial às aulas já é uma realidade. Logo, a discussão precisa evoluir e não mais questionar se a volta deveria ou não ser autorizada, mas sim como fazê-la com segurança. “Discutir as formas de retornar às aulas de maneira segura é fundamental. Muitas crianças dependem da escola para alimentação, segurança ou mesmo para continuar com os estudos, já que nem todos têm acesso à internet”, afirma Mori. Nesta reportagem, veja as respostas para as seguintes questões: A quais protocolos de segurança adotados pelas escolas os pais devem ficar atentos antes de decidir autorizar ou não o retorno presencial de seus filhos? Em quais casos os pais não devem enviar os filhos às escolas? Qual máscara os estudantes, no geral, devem utilizar? Escalonamento das turmas é uma boa ideia? Como deve ser organizado o intervalo/ hora do recreio? Qual o distanciamento seguro contra o vírus? Devo me preocupar com a transmissão do vírus ao tocar em maçanetas, mesas e cadeiras? Quais devem ser os cuidados sanitários, caso o estudante queira ir ao banheiro? Devo me preocupar caso o estudante toque em uma superfície contaminada e, em seguida, leve a mão ao rosto? Utilizar álcool gel é importante? Estudante que tirou nota mil na redação do Enem 2020 na PB dá dicas sobre o exame. 1.Quais protocolos de segurança adotados pelas escolas os pais devem ficar atentos antes de decidir autorizar ou não o retorno presencial de seus filhos? Para Mori, a primeira coisa que as famílias devem prestar atenção antes de decidir em autorizar ou não o retorno de seus filhos é quais são os protocolos adotados pelas escolas e instituições de ensino. "O primeiro ponto que eu falaria para os pais prestarem atenção é justamente na ventilação: se as salas de aula são ventiladas, se há possibilidade de manter as janelas abertas, se há ventiladores ou se há aulas em espaços abertos", explica Mori. Para Mori, que é integrante do grupo Observatório Covid-19 ainda há muito foco em limpeza de superfícies e pouca informação sobre a importância de fazer atividades em ambientes ventilados ou cuidar para que haja ventilação dos espaços. 2. Em quais casos os pais não devem enviar os filhos às escolas? De acordo com infectologista Marcelo Otsuka, é necessário avaliar o risco que cada criança ou participante do núcleo escolar possa oferecer individualmente. "Talvez não fosse o ideal que os pais permitissem que crianças com coriza ou mal estar estejam na escola", afirma o especialista. Essa recomendação está alinhada aos sintomas da variante delta, que é mais transmissível que as demais variantes do coronavírus. Além disso, alguns dos sintomas que se tornaram característicos da Covid-19 não são tão frequentes na variante delta, principalmente entre a população mais jovem, como crianças, adolescentes e jovens adultos. "Você não consegue diferenciar a variante delta de uma gripe", explica David Straim, consultor do sistema de saúde britânico (NHS) e pesquisador da faculdade de medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido. A confirmação do diagnóstico só é possível por meio de um exame PCR, que tem por objetivo identificar o material genético do vírus no corpo humano. A preocupação se estende também ao estado de saúde dos pais da criança. Segundo Otsuka, crianças ou pais e responsáveis que estejam em tratamento de câncer ou com imunossupressores podem ser muito expostos ao vírus ao permitir que o estudante retorno ao ambiente escolar. Nesses casos, se possível, procure aconselhamento médico. 3. Qual máscara os estudantes, no geral, devem utilizar? A máscara ideal para o retorno ao convívio social é a PFF2, cuja sigla significa "peça facial filtrante". As máscaras desse tipo são uma peça facial constituída parcial ou totalmente de material filtrante que cobre o nariz, a boca e o queixo. Inicialmente, não havia modelos PFF2 infantis, mas agora elas já estão disponíveis no mercado. "Caso não seja possível usar uma PPF2, uma boa opção é usar duas máscaras: uma cirúrgica por baixo, que irá trabalhar a filtração, e uma de pano por cima, que irá providenciar uma boa vedação ao rosto", sugere Mori. O que devemos saber sobre as máscaras PFF2/ N95 4. Escalonamento das turmas é uma boa ideia? Sim. Algumas escolas e instituições de ensino propuseram o escalonamento de turmas no horário de entrada, intervalo e saída. Desse modo, não ocorre uma alta concentração de alunos em um mesmo ambiente em um mesmo horário. 5. Como deve ser organizado o intervalo/ hora do recreio? A hora do intervalo ou a hora do recreio deve ser em um ambiente bastante ventilado e espaçoso para evitar a aglomeração, como o pátio ou a quadra, pois envolverá o momento em que o estudante retira a máscara para comer. "Vi que muitas escolas estão propondo que o recreio seja dentro das salas para evitar a aglomeração de crianças, mas isso não é o ideal porque teremos crianças em um espaço fechado ou com pouca ventilação tirando a máscara", explica Mori. Escolas com um grande número de alunos podem tentar escalonar a hora do lanche conforme o número de turmas, evitando que todos se encontrem no pátio ao mesmo tempo. 6. Qual o distanciamento seguro contra o vírus? Segundo Mori, se convencionou o distanciamento de 1,5 m, mas não é uma regra e nem significa que respeitando apenas o distanciamento, sem respeitar os demais protocolos de segurança, não haverá contágio do vírus. "Não existe um distanciamento que garanta 100% de segurança", afirma Mori. De acordo com ele, a questão do distanciamento é importante, mas ele sozinho não é a solução. O ideal é seguir os três pilares no controle de transmissão do vírus: a ventilação dos ambientes ou preferência por ambientes ao ar livre, uso de máscara de boa qualidade e bem ajustada ao rosto e o distanciamento físico "Se você está em um lugar em que a ventilação não é tão boa, você reforça a máscara e o distanciamento físico, e vice-versa. O ideal é sempre tentar equilibrar esses três pilares dentro do que é factível", explica Mori. 7. Devo me preocupar com a transmissão do vírus ao tocar em maçanetas, mesas e cadeiras? Mais ou menos. Embora exista a chance de infecção ao tocar em superfícies contaminadas, o risco é muito menor se comparado a inalar partículas contaminadas. "Eu, honestamente, não me preocuparia tanto com o contato de superfícies. As pessoas olham muito mais essa questão do que a inalação das partículas pelo ar. Embora seja possível, é uma via pouco prevalente de transmissão do vírus", esclarece Mori. 8. Quais devem ser os cuidados sanitários, caso o estudante queira ir ao banheiro? Quanto ao uso dos banheiros, a recomendação continua sendo a mesma de sempre: higienização das mãos após o uso. Não há necessidade de uma preocupação exagerada com o contato do vaso sanitário, por exemplo. O cuidado deve ser em providenciar em todas as escolas água e sabão para a devida higienização. 9. Devo me preocupar caso o estudante toque em uma superfície contaminada e, em seguida, leve a mão ao rosto? Mais ou menos. Assim como no item anterior, a proposta deve ser manter as mãos higienizadas, mas não é preciso ficar preocupado em lavar as mãos ou passar álcool gel a cada minuto porque, segundo estudos, o risco de contaminação pelo toque é pequeno. "O que se sabe dos mecanismos de transmissão do vírus é que mesmo que uma pessoa toque uma área contaminada e depois leve a mão ao olho, nariz ou boca, o risco de infecção é menor do que o comparado com a transmissão pelo ar. Claro, não existe risco zero, mas precisamos saber quais devem ser nossos pontos de atenção", esclarece Mori. 10. Utilizar álcool gel é importante? Sim, mas com parcimônia. "Vejo que as pessoas perdem muito tempo e muita energia tentando passar álcool gel em tudo. O importante é higienizar as mãos com frequência, mas não precisa ser nada neurótico, de cinco em cinco minutos", afirma Mori. Veja mais vídeos sobre a Covid-19
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31/07 - Reitor da UFJF, Marcus Vinicius David, é eleito presidente da Andifes
Votação ocorreu de maneira virtual na sexta-feira (30). Em 2020, ele havia sido escolhido para ser vice-presidente da associação. Imagem de arquivo mostra reitor da UFJF, Marcus David, em uma entrevista coletiva em 2020 Alexandre Dornelas/UFJF O reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Marcus Vinicius David, foi eleito presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). A votação ocorreu de maneira virtual na sexta-feira (30). Em 2020, ele havia sido escolhido para ser vice-presidente da organização. De acordo com a instituição, a chapa encabeçada por Marcus David foi eleita para um mandato de 2 anos, com 94,33% dos votos. Ela é composta ainda pelos reitores Ricardo Marcelo Fonseca (UFPR), como primeiro vice-presidente; Alfredo Macedo Gomes (UFPE), suplente; Márcia Abrahão Moura (UnB), segunda vice-presidente; e José Geraldo Ticianeli (UFRR), suplente. Em comunicado ao Conselho Superior da UFJF, David explicou que a nova gestão irá dar continuidade às ações das gestões anteriores, sempre motivada pela valorização das universidades federais brasileiras e da educação pública. "Iremos seguir nossa agenda de forma conjunta, respeitando as deliberações coletivas do pleno de reitores e reitoras, com a consciência de que a Andifes unida e fortalecida é sinônimo de universidades federais unidas e fortalecidas", afirmou. Andifes A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior foi criada em 1989 para representar as universidades federais na interlocução com o Governo Federal, com as associações de professores, de técnicos administrativos, de estudantes e com a sociedade em geral. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes
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30/07 - Volta às aulas: veja regras da retomada presencial nas redes pública e particular em cidades da região de Campinas
De acordo com SP, aulas das redes pública e privada e do ensino superior podem retornar a partir da segunda-feira (2) sem limite de ocupação, desde que respeitem 1 metro de distanciamento. Escolas voltam às aulas presenciais com cautela na pandemia TV Globo/Reprodução Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, prefeituras da região de Campinas (SP) determinaram a volta das aulas presenciais nas escolas particulares, públicas e de ensino superior. A retomada começou aos poucos na última semana de julho e acontece na maioria das instituições a partir desta segunda-feira (2). De acordo com o governo estadual, as aulas presenciais podem voltar sem limite de ocupação desde que respeitem o distanciamento de 1 metro entre os alunos. A EPTV, afiliada da TV Globo, exibiu uma série de três reportagens com informações sobre a retomada - veja na playlist abaixo. O G1 fez um levantamento nas 31 cidades da área de cobertura, e 29 responderam. Veja, abaixo, a programação de cada município por ordem alfabética. O balanço aponta que a rede municipal de oito municípios, entre eles Campinas, já começou a receber os estudantes e 13 devem iniciar em agosto. Já a rede estadual de 13 cidades e colégios particulares de 14, ao menos, estão com o retorno marcado para agosto. Somente Hortolândia informou o retorno antecipado em escolas estaduais e particulares. Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro Águas de Lindóia Os alunos dos ensinos municipal e privado devem retornar em sistema de revezamento com 50% dos estudantes por sala na segunda-feira (2). Já na rede estadual, cada escola deve tomar uma medida e entrar em contato com as famílias. De acordo com a administração municipal, o retorno dos estudantes não será obrigatório, mas, para isso, é preciso comparecer ao colégio e assinar uma declaração. O percentual de funcionários da educação vacinados contra a Covid-19 não foi informado. Americana O retorno presencial é facultativo na cidade e cada escola municipal deve entrar em contato com as famílias para explicar o cronograma das aulas que começam na segunda-feira (2). A capacidade dos alunos de 3 anos será 100%. Para níveis I, II e do 4º ao 9º anos será 50%. Do 1º ao 3º anos, todos os estudantes podem voltar. A administração não respondeu sobre os colégios privados e estaduais. A cidade não informou a quantidade de profissionais da educação imunizados da Covid-19. Amparo Amparo determinou que o retorno às aulas presenciais dos ensinos público e privado será feito de forma gradual, com capacidade de 35% a partir da segunda-feira (2). Os alunos do grupo de risco podem permanecer em casa pelo ensino remoto após apresentar o atestado médico na escola. Segundo a prefeitura, todos os profissionais da educação já receberam a vacina do coronavírus. Artur Nogueira A prefeitura informou que as aulas presenciais do ensino municipal já tinham retornado em maio com 30% da capacidade, mas, a partir da 2ª quinzena de agosto, devem ampliar o número de alunos. A capacidade dependerá da quantidade de alunos por classe, uma vez que é necessário deixar um espaço de 1 metro por pessoa. Segundo a gestão do município, as redes privada e estadual devem seguir o Plano SP, que prevê a volta às aulas sem limite de ocupação na segunda-feira (2). A cidade informou que 90% dos profissionais da educação estão vacinados contra a Covid-19. Campinas Campinas informou que a rede municipal de ensino retomou as aulas presenciais no dia 21 de julho e os alunos foram divididos em três grupos. Mas, a partir da segunda-feira (2), serão dois. Já colégios estaduais e particulares devem seguir a orientação do Estado de receber os alunos em agosto, desde que seja respeitado o espaço de 1 metro entre os alunos. Universidades devem voltar no próximo mês com 60% da capacidade. No entanto, cursos superiores e técnicos da área de saúde, além de atividades práticas de todas as faculdades, podem ter 100%. Espírito Santo do Pinhal Escolas estaduais e particulares retornam na segunda-feira (2) com aulas presenciais, a rede municipal de ensino volta na terça-feira (3) e o ensino superior recebe os alunos no dia 9 de agosto. Nos colégios municipais e privados, as salas de aula podem comportar de 50% a 100% dos alunos, dependendo do espaço. Já as escolas do Estado, a capacidade será de 50%. O ensino superior ainda não possui uma dinâmica definida. A cidade informou que todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e muitos devem receber a segunda em agosto ou setembro. Holambra A partir da segunda-feira (2), as escolas das redes pública e privada retornarão com o ensino presencial com capacidade de 100%. Como é necessário o distanciamento mínimo de 1 metro entre os alunos, pode ser que o percentual seja menor de acordo com o espaço da escola. A cidade informou que todos os profissionais da educação foram imunizados contra a Covid-19, mas ainda há uma parcela que não recebeu a segunda dose. Hortolândia As aulas de ensino estadual e particular voltaram no dia 9 de abril com capacidade de 60%. Já a rede municipal deve permanecer de forma remota até que todos os profissionais da educação estejam vacinados contra a Covid-19. Cidade não informou o percentual de trabalhadores da área imunizados. Indaiatuba As aulas da rede municipal de ensino de Indaiatuba voltarão a ser de forma presencial na segunda-feira (2), mas os alunos não têm obrigatoriedade em comparecer, pois a opção remota permanecerá. A prefeitura informou que a capacidade é de 50% nas salas de aula. As escolas privadas e estaduais devem seguir o Plano SP, que permite receber 100% dos alunos de acordo com o tamanho dos espaços na segunda-feira (2). Mais informações podem ser obtidas das 8h às 17h pelo telefone (19) 3801-9191. Itapira Segundo a Prefeitura de Itapira, a rede municipal de ensino retornou de forma presencial no dia 7 de junho e as escolas estaduais e particulares devem tomar as próprias medidas de acordo com o Plano SP. Por enquanto, a gestão da cidade disse que a capacidade é de 35% dos alunos e, por isso, os colégios funcionam com revezamentos. Os profissionais da educação com mais de 48 anos já receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19 e a equipe de 18 a 47 anos aguarda a segunda aplicação, de acordo com o município. Jaguariúna Jaguariúna informou que ainda não há nada definido para o retorno das aulas presenciais. Lindóia As aulas no ensino municipal de Lindoia retornam na segunda-feira (2) com 50% da capacidade. A cidade não possui rede privada e faculdades, e não soube informar sobre os colégios estaduais. A prefeitura não divulgou o percentual de profissionais da educação imunizados contra a Covid-19. Louveira A rede municipal de ensino voltou com as aulas presenciais no dia 26 de julho com capacidade de 35%. A prefeitura não respondeu sobre as escolas estaduais e privadas. Segundo a gestão da cidade, 97% dos profissionais da educação receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e cerca de 60% tomaram a segunda dose ou o imunizante da Janssen que é administrada em uma aplicação. Mogi Guaçu As escolas da rede municipal de ensino começaram a receber os alunos para aulas presenciais no dia 28 de julho com 35% da capacidade. O município não soube informar sobre as redes municipal e privada de ensino. A cidade não informou o percentual de profissionais vacinados contra a Covid-19, mas disse que "a maioria dos servidores da Educação de Mogi Guaçu já foram vacinados com a primeira e segunda doses". Mogi Mirim Mogi Mirim informou que as aulas presenciais da rede municipal de ensino ainda não possui uma data definida. As escolas privadas devem seguir o decreto estadual, que permite receber 100% dos alunos a partir da segunda-feira (2). A cidade não soube informar a dinâmica de funcionamento dos colégios estaduais. A quantidade de profissionais da educação vacinados contra a Covid-19 não foi divulgada. Monte Alegre do Sul Em Monte Alegre do Sul, o retorno das aulas presenciais nas redes estadual e municipal de ensino será na segunda-feira (2). A cidade não possui colégios particulares. A capacidade das salas deve respeitar o distanciamento de 1 metro entre os alunos. A administração do município não informou o percentual de profissionais da educação que receberam a vacina da Covid-19. Monte Mor A cidade informou que as aulas presenciais do ensino municipal retornam na segunda-feira (2) com 35% da capacidade e devem aumentar o percentual de forma gradual até chegar aos 100%. A prefeitura não respondeu sobre os colégios estaduais e particulares. De acordo com a administração municipal, todos os trabalhadores da educação da cidade receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e até setembro deve ocorrer a segunda aplicação em 100% dos profissionais. Morungaba O retorno da rede municipal em Morungaba será na terça-feira (3) e as escolas estaduais e privadas voltam na segunda-feira (2). A capacidade das salas de aula nos colégios públicos será conforme os espaços dos locais. Já as particulares informaram que, como são poucos alunos, será possível receber todos. Segundo a administração municipal, 60% dos profissionais da educação estão imunizados contra a Covid-19. Paulínia O retorno das aulas presenciais na rede municipal de Paulínia aconteceu no dia 28 de julho com 35% da capacidade. A prefeitura não soube informar sobre as escolas estaduais e particulares. A cidade não informou o percentual de trabalhadores da educação que receberam a vacina contra a Covid-19. Pedreira A rede municipal de ensino de Pedreira retorna com aulas presenciais a partir da segunda-feira (2) com 50% da capacidade. A cidade não informou sobre a rede estadual. Já os colégios particulares também retornam na segunda-feira (2) e a capacidade depende dos espaços das salas. A administração municipal informou que todos os trabalhadores da educação receberam somente a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Pinhalzinho Os colégios da rede municipal de Pinhalzinho estão programados para retornar as aulas presenciais no dia 9 de agosto com 50% da capacidade. As redes estadual e privada devem voltar na segunda-feira (2) e seguem as orientações do Plano SP. A cidade não informou o percentual de trabalhadores da educação que receberam a vacina da Covid-19. Santo Antônio de Posse As aulas da rede municipal voltaram no dia 26 de julho com 35% da capacidade, mas, a partir de agosto, a prefeitura deve aumentar o limite, respeitando 1 metro entre os alunos. A cidade não possui escolas particulares e a gestão da cidade não soube informar sobre os colégios estaduais e de ensino superior. De acordo com a assessoria de imprensa, todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Santo Antônio do Jardim A Secretaria de Educação de Santo Antônio do Jardim informou que o retorno das aulas presenciais da rede municipal está marcado para 9 de agosto com 50% da capacidade. A prefeitura não respondeu sobre os colégios estaduais e não possui escola particular. De acordo com a administração municipal, todos os profissionais da educação receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Serra Negra As aulas nas redes pública e privada de Serra Negra retornarão na segunda-feira (2). A capacidade dos colégios dependerá do espaço de cada um para que seja respeitado o distanciamento de 1 metro por aluno. A cidade não informou o percentual de profissionais da educação que receberam a vacina contra a Covid-19, mas disse que todos já tomaram pelo menos a primeira dose. Socorro Socorro retorna com as aulas presenciais das escolas públicas e privadas na segunda-feira (2). Como é necessário ter o distanciamento mínimo de 1 metro por aluno, cada escola fará uma dinâmica diferente em relação à capacidade de acordo com o espaço. No entanto, os alunos podem optar por continuar de forma remota. Segundo a administração municipal, todos os professores receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e estão próximos da data da segunda aplicação. Sumaré A rede municipal de ensino de Sumaré iniciou as aulas presencias no dia 27 de julho e com capacidade de 35%. O município disse que aguarda mais orientações para retomada integral. A gestão não respondeu sobre os colégios estaduais e privados. Segundo a administração da cidade, todos os profissionais da educação receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e nas primeiras semanas de agosto os trabalhadores devem ter a imunização completa. Tuiuti Tuiuti retorna às aulas presenciais nas redes municipal e estadual na segunda-feira (2). A cidade não possui colégios particulares. A capacidade dependerá dos espaços das salas por conta do distanciamento de um metro entre os alunos. Segundo a Secretaria de Educação, todos os profissionais receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e a imunização completa deve acontecer até setembro. Valinhos A rede municipal de Valinhos começou a receber os alunos no dia 28 de julho com 30% da capacidade. Já as escolas estaduais e particulares devem retornar com as aulas presenciais na segunda-feira (2) de acordo com as determinações do Plano SP. A cidade não informou o percentual, mas disse que "a maioria dos profissionais da educação da rede municipal de Valinhos já receberam, ao menos, a primeira dose da vacina". Vinhedo Vinhedo informou que o retorno para as aulas presenciais na rede municipal de ensino será a partir da segunda-feira (2) com capacidade máxima de 35% dos alunos. A administração do município disse que os colégios estaduais e privados devem funcionar de acordo com o Plano SP que prevê a volta também na segunda-feira (2). A cidade não divulgou o percentual de trabalhadores da educação vacinados contra a Covid-19. Cidades que não responderam Estiva Gerbi Pedra Bela * Sob a supervisão de Patrícia Teixeira VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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30/07 - Jovem de Ribeirão Preto conquista medalha de ouro em Olimpíada Internacional de Física: 'Dei meu máximo'
Caio Augusto Siqueira, de 17 anos, foi o único brasileiro a conquistar maior premiação na competição com 76 países. Em preparação de dois anos, ele chegou a estudar 16 horas por dia. Estudante de Ribeirão Preto conquista medalha de ouro em Olimpíada Internacional de Física Um jovem de Ribeirão Preto (SP) acaba de conquistar a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Física (IPhO), uma das competições estudantis científicas mais importantes do mundo que colocou em disputa representantes de 76 países. Além de ser o único brasileiro a ter a premiação máxima entre os 380 competidores, de países como China, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos, Caio Augusto Siqueira da Silva, de 17 anos, também atingiu a maior nota em participações do Brasil no evento realizado há mais de 50 anos. Depois de dois anos de muito estudo em meio à pandemia, o jovem, que vive em Santo André (SP) e participou representando o Colégio Objetivo, em São Paulo, celebra a conquista enquanto faz planos de estudar em uma universidade estrangeira. "Quando eu estudava física a coisa que eu mais queria fazer era me divertir estudando física. Acho que isso eu consegui durante a olimpíada, independente da medalha que eu ia pegar, porque dei meu máximo, gostei do que estava fazendo ali. Eu me sinto feliz e realizado", diz. Caio Augusto Siqueira ganhou várias medalhas em olimpíadas de ciências Caio Augusto Siqueira/ Arquivo pessoal Olimpíada Internacional de Física Realizada desde 1967, a Olimpíada Internacional de Física teve a cidade de Vilnius, na Lituânia, como organizadora da 51ª edição do evento, promovida entre 17 e 24 de julho de forma virtual em função da pandemia da Covid-19. Cada país participante foi representado por até cinco estudantes submetidos a dois dias de provas monitoradas por câmeras, uma teórica, com questões de física quântica, ótica e eletromagnetismo, e outra experimental, em que os competidores trabalharam com circuitos elétricos com capacitores. Antes da crise sanitária mundial, a competição chegava a reunir em torno de 100 países, conta Ronaldo Fogo, de 57 anos, professor de física que prepara alunos como Caio para olimpíadas científicas há mais de 20 anos. "É uma das mais importantes [competições do mundo], primeiro pela quantidade de países, que bate uma centena. O segundo ponto importante é porque ela abre portas para os alunos do mundo todo nas melhores universidades do mundo. Em terceiro lugar, porque é muito comum você ter um ou dois prêmios Nobel dando palestras para os alunos, interagindo, passando uma semana com eles, abordando temas da física", diz. Depois de vencer, em 2019, a Olimpíada Brasileira de Física (OBF), da Sociedade Brasileira de Física (SBF), Caio Augusto se qualificou para disputar, entre cerca de 200 estudantes, as cinco vagas para a competição internacional. "Os melhores do Brasil fazem um novo torneio dentro do Brasil e Caio foi o melhor aluno do torneio classificatório e a maior nota de todos os classificados", afirma o professor Fogo. O jovem e os outros quatro competidores brasileiros realizaram as provas nos dias 19 e 21 de julho, em Campina Grande (PB), e mais uma vez o estudante de Ribeirão Preto se destacou. Com 37,10, para um score de 0 a 50, Caio Augusto não só superou a nota de corte para ser um dos ganhadores da medalha de ouro, de 33,32, como também atingiu a maior pontuação de um aluno brasileiro de ensino médio e foi o terceiro do país a levar o ouro pra casa na história da olimpíada de física. Premiação online de Caio Augusto Siqueira na Olimpíada Internacional de Física Reprodução/Youtube A repercussão entre os colegas, segundo o estudante, foi grande. "Alguns ficaram muito impressionados. Alguns falam que estudar pra [olimpíada de] física requer quatro anos. E eu fiz com dois", diz. Para o professor Ronaldo, a conquista serve de inspiração para outros jovens que sonham em seguir com os estudos no Brasil. "Quando a gente vai lutar com países do primeiro mundo e a gente vê, nós temos totais condições de nos igualarmos a esses países, basta que a gente dê a estrutura, incentivo e basta que a gente tenha projetos, porque talento o Brasil tem", afirma. 'É difícil, mas consigo entender' Caio conta que sempre sentiu ter aptidão por ciências exatas, primeiro pela matemática, área em que conquistou as primeiras medalhas de bronze, e depois pela física, disciplina que chamou atenção dele no ensino médio por considerar desafiante, uma dificuldade que estava a fim de encarar. "Eu falava assim: é difícil, mas consigo entender o que tá rolando aqui", lembra. Caio Augusto Siqueira foi medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Física Divulgação/ Colégio Objetivo Como consequência dessa vontade de aprender sempre mais, as medalhas, que começaram a vir em 2015, não pararam mais de encher a coleção do jovem. São cerca de 15, entre ouro, prata e bronze em competições estaduais, nacionais e internacionais. Medalhas de ouro Olimpíada Internacional de Física (2021) Olimpíada Internacional de Ciência Júnior (2019) Olimpíada Brasileira de Física (2019 e 2020) Olimpíada Paulista de Física (2019) Olimpíada Brasileira de Ciência (2019) Medalhas de prata Olimpíada Brasileira de Física (2018) Olimpíada Nacional de Ciências (2018 e 2020) Fase classificatória do Torneio Internacional de Jovens Físicos (2019 e 2021) Medalhas de bronze Olímpiada Brasileira de Matemática (2015 e 2016) Olimpíada Paulista de Física (2017) Para a conquista mais recente, foram dois anos de dedicação, dúvidas e dias com rotinas de estudo que variavam entre 13 e 16 horas mesmo no período de férias escolares. Videogame com amigos e aulas de caratê foram alguns escapes importantes nos intervalos dos estudos. "Teve época em que eu acordava, estudava e dormia. Tinha vezes que eu descansava umas seis horas. (...) Tinha dia que eu fazia isso. Dependia muito de como eu estava, às vezes eu só queria estudar", diz. Livros de física de autores estrangeiros, e em inglês, de nomes como David Morin e Stephen Blundell, reforçaram a preparação nesse período. "Caio é um cara que devora livros, então precisei praticamente ficar arrumando dois, três livros por semana pra abastecê-lo durante a pandemia para que ele pudesse ficar estudando", lembra o professor Fogo. A boa memória e a determinação também foram importantes, conta o aluno. "A maior dificuldade para se estudar física é ter a criatividade necessária para resolver a questão. Agora, acho que a questão que ajudou bastante foi a vontade de aprender, de continuar querendo ir atrás, mesmo quando não estava entendendo a questão." Planos para o futuro Prestes a concluir o ensino médio, Caio Augusto espera que seu quadro de medalhas chame a atenção de universidades estrangeiras como Harvard, Princeton e principalmente o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), onde quer estudar ciência da computação. A expectativa dele não é à toa. Segundo o professor Ronaldo Fogo, alunos premiados na Olimpíada Internacional de Física geralmente são sondados por grandes instituições de ensino. "Além do esporte você tem a ciência, e as olimpíadas científicas abrem portas para esses alunos entrarem em um mundo acadêmico e virarem uma página de suas vidas. Quando você vai ao MIT, a Princeton, Yale, você está virando uma página de sua vida, está abrindo um horizonte infinito de possibilidades", afirma. Independentemente de qual será o próximo passo de sua história, Caio Augusto segue adiante com a certeza de que tudo é possível quando se tem força de vontade. "Quando comecei a estudar, tinha um sentimento de que não dava pra conseguir, eu via as pessoas no colégio estudando e batia um sentimento de que era muito impossível. E conseguir a medalha mostrou que é possível." Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
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29/07 - Unicamp isenta 8,3 mil de pagar taxa do vestibular 2022; veja lista com nomes
Relação inclui estudantes que planejam participar da modalidade tradicional ou tentar vaga via Enem; inscrição é obrigatória. Beneficiados diminuíram 29,5% no comparativo com edição 2021. Campus da Unicamp, em Campinas Rafael Smaira/G1 A Unicamp liberou na manhã desta quinta-feira (28) a lista de estudantes beneficiados com isenção na taxa do vestibular 2022. Ao todo são 8.327 contemplados, e quem teve a solicitação aceita pela universidade estadual ainda precisa, obrigatoriamente, se inscrever no processo seletivo para participar. Neste caso, o prazo será aberto na segunda-feira (2); confira abaixo calendário. VEJA LISTA DE ISENTOS Segundo a comissão organizadora do exame (Comvest), as isenções contemplam os candidatos que planejam realizar as provas do exame tradicional ou tentar uma vaga em curso de graduação com uso de notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "O número está entre os maiores já registrados pela Unicamp, desde o início do Programa de Isenção da taxa, em 2000", diz nota da comissão. Quem ficou de fora da lista de isentos precisará desembolsar R$ 180 após a inscrição. O total para o vestibular 2022, no entanto, representa queda de 29,5% no comparativo com ano anterior, marcado por incertezas decorrentes do primeiro ano da pandemia. Pedidos diminuem Segundo a Unicamp, 9,6 mil estudantes solicitaram isenção no vestibular 2022, e foram rejeitados os pedidos de estudantes que não atenderam critérios definidos ou deixaram de apresentar documentos exigidos. A queda é de 30%, no comparativo com a edição anterior, quando foram 13,9 mil. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, avalia que o número de pedidos reflete não somente impactos da pandemia, mas também o fato de que o prazo para solicitações foi alterado com a retomada da modalidade via Enem. Na edição anterior, a Unicamp decidiu retirá-la do calendário por causa da divergência de calendários entre os dois exames e por isso, chegou a reabrir o período para solicitações após término do período regular. Somente neste prazo foram 4,5 mil pedidos. "É um indicativo de que devemos ter menos candidatos de escola pública, pois a isenção não significa inscrição automática e também vamos partir de um número menor de pessoas atendidas com a gratuidade", destaca o diretor ao considerar que o movimento por adiamento do Enem, em 2020, também fez com que muitos estudantes estivessem mais atentos a outros processos seletivos. Em 2021, os alunos oriundos de escolas públicas representaram 34,2% entre os 77,6 mil inscritos. Histórico A Unicamp abriu o período para pedidos de isenção em 24 de maio e, inicialmente, previa encerrar o prazo em 15 de junho. Contudo, houve uma prorrogação até dia 30 daquele mês. O valor da taxa este ano significa acréscimo de R$ 10 no comparativo com a edição anterior, e a universidade estadual justifica que o reajuste é necessário porque o aumento mais recente foi aplicado há quatro anos. Modalidades de isenção Modalidade 1: candidatos de famílias de baixa renda - até um salário mínimo e meio bruto mensal por morador do domicílio; Modalidade 2: funcionários da Unicamp/Funcamp; Modalidade 3: candidatos dos cursos noturnos de licenciatura ou tecnologia: licenciatura - ciências biológicas, física, letras, licenciatura integrada química/física, matemática e pedagogia; tecnologia - análise e desenvolvimento de sistemas, e em saneamento ambiental. Todos os candidatos precisam ter cursado o ensino médio integralmente em instituições da rede pública (não se aplica à modalidade 3) e já ter concluído ou finalizar neste ano o ensino médio. Unicamp 2021: aprovados têm notas de matemática mais baixas após 'impacto da pandemia' Unicamp muda data da 2ª fase do vestibular 2022 e divulga novo calendário Vestibular 2022 Modalidade tradicional Inscrições: 2/08 a 8/9/2021 1ª fase: 7/11/2021 2ª fase: 9/01/2022 e 10/01/2022 Provas de habilidades específicas de música: (setembro e outubro, datas a confirmar) Provas de habilidades específicas outros cursos: 19 a 22/01/2022 Divulgação da primeira chamada: 14/02/2022 Matrícula (não presencial) da primeira chamada: a confirmar Outras modalidades Vagas remanescentes: inscrições de 20/9 a 8/10/2021 Ingresso via Enem: inscrições de 3 a 30/11 Vagas para premiados em olimpíadas de conhecimentos: inscrições de 16/11 a 14/1/2022 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região . Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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28/07 - UFTM oferece quase 500 vagas pelo Sisu 2021.2
As inscrições deverão ser realizadas entre os dias 3 e 6 de agosto. Veja como participar. Todas as vagas ofertadas são para cursos do campus Sede, em Uberaba Reprodução/TV Integração A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) vai oferecer 485 vagas para 17 cursos presenciais no campus Sede, em Uberaba, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2021.2. Veja abaixo mais informações, datas, cursos, inscrições e como se matricular. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) não disponibilizaram vagas através do Sisu 2021.2. Segundo a UFTM, a seleção às vagas será efetuada exclusivamente a partir do resultado de cada candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), referente ao ano de 2020. Do total de vagas de cada curso, 50% será reservada para candidatos oriundos do ensino público, que optarem pelo ingresso por reserva de vagas no ato da inscrição. “Temos cursos nas áreas de licenciaturas, saúde, psicologia e serviço social. Os cursos são totalmente gratuitos e são uma oportunidade para os candidatos que prestaram o Enem de 2020 fazerem a inscrição e pleitearem uma vaga no ensino superior”, disse o diretor da Divisão de Processo Seletivo Discente da universidade, Leonardo José Silveira. Inscrições Os candidatos deverão se inscrever para participação no Sisu entre os dias 3 e 6 de agosto, exclusivamente pelo endereço eletrônico. O resultado final dos classificados será divulgado no dia 10 de agosto. De acordo com a UFTM, a primeira chamada para matrícula é de responsabilidade do Sisu. Após o fim da primeira chamada e da Manifestação de Interesse, que deve ser realizada entre 10 e 16 de agosto, ambas também por meio do Sisu, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro vai utilizar a lista de espera para composição das listas de convocação para as demais chamadas. A partir da segunda chamada, os resultados serão divulgados no site da instituição. Requerimento de matrícula Ainda conforme a universidade, os candidatos convocados para matrícula deverão realizar cadastro no site da instituição por meio do Requerimento de Matrícula on-line e envio (upload) da documentação digitalizada, via sistema, nos campos especificados no requerimento nos dias determinados no Calendário de Chamadas e Matrículas. Quem se inscrever em modalidades de concorrência do sistema de cotas deverá, no ato da matrícula, anexar os documentos exigidos na categoria que se inscrever e que estão listados no Edital, para validação por comissão específica. As condições exigidas à reserva de vagas serão verificadas pela comissão. Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com a UFTM através do endereço de e-mail ingresso@uftm.edu.br. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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28/07 - UFJF divulga a quarta lista de reclassificação do Pism e do Sisu
De acordo com a Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos (Cdara), a pré-matrícula online deve ser feita até as 23h59 de domingo (1º). Vista áerea do Campus da UFJF em Juiz de Fora UFJF/Divulgação A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta quarta-feira (28) a quarta lista de reclassificação do Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism) e pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Foram convocados 12 candidatos pelo Pism e 1 pelo Sisu. De acordo com a Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos (Cdara) da UFJF, as vagas são para os cursos cursos de Enfermagem e Medicina, em Juiz de Fora, e Odontologia em Juiz de Fora e Governador Valadares. A pré-matrícula online deve ser feita até as 23h59 de domingo (1º). Após a realização do procedimento, os estudantes devem encaminhar a documentação exigida entre as 10h da terça-feira (3) e as 23h59 da quinta-feira (5). O candidato que enfrentar qualquer dificuldade deve enviar um e-mail para cdara@ufjf.edu.br. As informações completas estão disponíveis no site da UFJF. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campo das Vertentes
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