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17/01 - Unicamp 2020: comissão publica respostas esperadas nas provas específicas da segunda fase
Universidade liberou gabaritos de questões gerais e das disciplinas de biologia, física, química, geografia e história. Ao todo, 12,2 mil disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Estudantes durante 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp liberou na noite desta sexta-feira (17) as respostas esperadas pelas bancas corretoras nas provas específicas da 2ª fase do vestibular 2020. Os exames foram feitos por 12,2 mil e o material está disponível no site da organizadora (Comvest). A avaliação aplicada segunda-feira teve seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza. Além disso, teve uma parte direcionada conforme área do curso escolhido pelo estudante: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. A universidade tem 2,5 mil vagas em 69 cursos. A 1ª chamada sai em fevereiro - veja abaixo calendário. Já a prova de domingo teve oito questões dissertativas de português, incluindo abordagens sobre obras literárias obrigatórias, e duas interdisciplinares de inglês. Além disso, a de redação reuniu dois temas inéditos, e o candidato precisava escolher um deles: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou elaborar um texto de podcast para relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. Confira as respostas esperadas em português e inglês; e comentários sobre as redações Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). As provas estão disponíveis no site da Comvest Novo formato altera peso das notas Esta é a primeira vez em que a 2ª fase do processo seletivo da universidade estadual teve dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três. A comissão organizadora do processo seletivo diz que a nova distribuição alterou a composição da nota na classificação. "Até ano passado, a prova de 1ª fase equivalia a 30% da nota dos aprovados. Nesse ano, funcionou como um grande filtro, e houve aumento do peso da nota da 2ª fase. As provas dessa etapa passaram a valer 65% da nota final, sendo outros 20% para redação e 15% para 1ª fase", diz o diretor, José Alves de Freitas Neto. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/01 - Paraense se inspira em filme de Martin Scorsese e no livro de José Saramago para tirar nota mil no Enem 2019
Vinícius Amaral, de 17 anos, utilizou "A invenção de Hugo Cabret" e "Ensaio sobre a cegueira" como contexto para falar sobre o tema "Democratização do acesso ao cinema no Brasil". Paraense Vinícius Amaral obteve nota 1000 na redação do Enem Arquivo Pessoal Um estudante de Belém ficou entre os 53 candidatos que tiraram nota máxima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019. Vinícius Amaral, 17 anos, usou a sua paixão por cinema para alcançar a nota 1000 na redação com o tema "Democratização do acesso ao cinema no Brasil". O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na manhã desta sexta-feira (17), em seu site, o resultado da nota da redação para os candidatos que participaram do Enem 2019. Apenas 53 inscritos, em todo o Brasil, alcançaram a nota máxima de 1000 pontos. "Sou apaixonado por cinema, por isso que tive certa facilidade em associar alguns repertórios no momento da prova. Esse é meu terceiro Enem. Fiz no meu primeiro e segundo ano como treineiro. De primeira, não tive muita reação pois estava mais preocupado com a nota final. Só depois de somar tudo eu realmente parei pra pensar na nota de redação", contou o estudante. Paraense citou obras de José Saramago e Martin Scorsese durante a argumentação Reprodução/ Inep Para a prova de 2019, Vinícius contou que tentou expandir o repertório sociocultural, habilidade importante para as provas de redação, durante o ano de estudos. Ele explica que criou um método durante a preparação, que prefere não revelar, mas que se aplica a quase todos os temas possíveis. "Prefiro não revelar o meu método, mas uma das minhas estratégias é saber exatamente o que devia ser escrito em cada parágrafo. Por exemplo, na minha introdução, no primeiro período da redação eu utilizo um repertório sociocultural. Em seguida eu relaciono o repertório com o tema proposto e aponto a problemática. Por fim eu apresento os dois tópicos que irei utilizar no desenvolvimento", explicou. Scorsese e Saramago foram pilares na argumentação A invenção de Hugo Cabret; bahia Divulgação Na introdução, o estudante fez referência ao filme “A Invenção de Hugo Cabret", do diretor americano Martin Scorsese. A produção, vencedora de cinco Óscars, foi usada para exemplificar a dificuldade que certas camadas da sociedade possuem para terem acesso ao cinema. "No filme, o protagonista é um órfão que trabalha e mora em uma estação de trem parisiense. Porém, por ser muito fã de cinema, ele frequenta clandestinamente uma sala de exibição da cidade", cita Vinícius. 'Ensaio sobre a cegueira', de José Saramago. Divulgação Em seguida, o estudante diz que mergulhou no universo do escritor português José Saramago. Único autor da língua portuguesa a vencer um prêmio Nobel de Literatura, Saramago foi usado para falar da falta de mobilização da população em relação à falta de espaços no cinema. "Usei referência principalmente do livro "Ensaio sobre a cegueira". Lá mostra uma sociedade que vai ficando cega aos poucos e perdendo a condição de mobilização social. Disse que essa falta de mobilização da população ocorre devido a um “eclipse de consciência”, termo usado por Saramago para se referir a falta de sensibilidade humana diante dos problemas enfrentados pelos indivíduos". Futuro na universidade Sobre a aprovação na universidade, Vinícius conta que, apesar da boa nota, acredita que ainda não será dessa vez que vai ingressar no ensino superior. O estudante, que deseja cursar medicina, conta que, apesar disso, ainda vai esperar o resultado final dos processos seletivos. "Se não conseguir entrar na universidade pública, não tentarei universidade privada. A mensalidade é muito alta. Então, por enquanto, continuarei estudando. Fiquei muito satisfeito (com a nota mil) porque isso proporcionou o ganho de bolsas integrais em cursos preparatórios para o Enem 2020.
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17/01 - 'Achei que o aplicativo estava com problema', conta estudante de Juiz de Fora que tirou mil na redação do Enem
Bruna Dias quer cursar Medicina e apostou no livro Admirável Mundo Novo e citou Gilles Lipovetsky e Norberto Bobbio. No país, 53 participantes tiraram nota máxima. Estudante de Juiz de Fora tirou mil na redação Redes Sociais/Reprodução "Achei que o aplicativo estava com problema", contou a estudante Bruna Dias, de 18 anos, ao G1. A jovem, moradora de Juiz de Fora, tirou mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. Na segunda participação no exame, ela apostou no livro Admirável Mundo Novo e citou Gilles Lipovetsky e Norberto Bobbio. Os resultados das provas foram divulgados nesta sexta-feira (17). O candidato pode acessar as notas por meio do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e senha na Página do Participante e pelo aplicativo do Enem. No país, 53 participantes tiraram a nota máxima, sendo 13 em Minas Gerais, o Estado que mais teve notas mil. Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Entenda para que serve a nota do Enem O G1 também conversou com a professora de Redação, Alice Frascaroli, que deu aula para a estudante em Juiz de Fora. Veja abaixo. 'Fazia uma redação por semana' De acordo com Bruna Dias, a preparação ocorreu com aulas e com a prática. "Eu fazia uma redação por semana e tinha o curso também. Tentava ler textos antigos de pessoas que tiraram mil. Estudava várias áreas de conhecimento", explicou. Quando foi fazer a prova, a estudante informou que no primeiro momento achou o tema "Democratização do acesso ao cinema no Brasil" difícil. "Fiquei meio assustada e fui fazer outras questões. Não esperava, mas depois consegui desenvolver". "Eu usei o livro "Admirável Mundo Novo" e os pensadores Gilles Lipovetsky e Norberto Bobbio", destacou. Ao G1, a jovem, que sonha em cursar Medicina, revelou ter tomado um susto quando viu a nota. "Na hora eu não acreditei, achei que o aplicativo estava com problema. Fechei e entrei de novo e vi que era verdade. Fiquei surpresa", finalizou. O livro "Admirável Mundo Novo" é um romance escrito por Aldous Huxley em 1931 e publicado em 1932. O autor conta a história na cidade de Londres, no ano 2540, onde antecipa o desenvolvimento da tecnologia. A estudante Bruna Dias mostrou o comprovante da nota mil Bruna Dias/Arquivo Pessoal 'Muito feliz' A professora de Redação, Alice Frascaroli, contou para a reportagem como foi receber a mensagem da nota mil. "Fiquei muito feliz. Ela é uma aluna muito querida, estudiosa, dedicada. Foi muito bom participar disso", comemorou. Conforme Franscaroli, o tema da redação foi estudado pelos alunos. "A gente trabalha esses tópicos. Trabalhamos leis voltadas, pesquisa de cinema. Quando os estudantes saíram da prova no dia, já deram um retorno muito positivo".
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17/01 - Enem 2019: 60% das redações com nota mil foram escritas por mulheres; região Sudeste e Nordeste têm 83% das notas máximas
Sudeste teve 45,3% das notas máximas em redação, seguido pela região Nordeste, com 38%. As mulheres são a maioria no grupo de 53 participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 que tiraram a nota mil na prova de redação. Os dados foram divulgados na tarde desta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Resultado do Enem 2019 inspira memes e desabafos nas redes sociais No total, 3,6 milhões de redações da aplicação regular do Enem 2019 foram corrigidas e só 53 chegaram à pontuação máxima. Os candidatos homens são responsáveis por 21 dessas notas, enquanto 32 mulheres tiraram a nota mil. As redações com nota máxima são de estados do Sudeste (24), Nordeste (20), Centro-Oeste (7) e Norte (2), veja a relação por estado: Alagoas (2); Bahia (1); Ceará (6); Distrito Federal (2); Goiás (4); Maranhão (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (13); Paraíba (1); Pará (2); Pernambuco (1); Piauí (2); Rio Grande do Norte (6); Rio de Janeiro (6); São Paulo (4). Enem 2019: candidatos nota 1 mil dão dicas de como fazer uma boa redação Entre as regiões do Brasil, a maior parte dos inscritos está no Sudeste (35,2%), seguido por Nordeste (34,2%), Norte (11,7%), Sul (10,6%) e Centro-Oeste (8,3%). As 53 notas mil na redação do Enem 2019 Aparecido Gonçalves/G1 Resultado do Enem 2019 O resultado do Enem 2019 foi divulgado na manhã desta sexta-feira (17). De acordo com o perfil divulgado pelo Inep, 16 estados brasileiros tiveram candidatos ou candidatas com a nota máxima na prova de redação. Minas Gerais é o estado com o maior número de candidatos com a nota máxima. Segundo os dados, 13 pessoas, que tiraram a nota máxima, vivem no Estado. Ceará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, são os estados que vem após Minas, com 6 candidatos cada um. O Inep divulgou o gênero e a idade dessas 53 pessoas – o instituto não pode divulgar as notas de cada participante sem autorização prévia. Veja abaixo o perfil dos candidatos: Redações nota mil no Enem 2019 Initial plugin text Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos
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17/01 - 'Não adianta se desesperar, é só uma prova', diz aluna nota mil no Enem 2019
Júlia Fernandes, de 17 anos, dá dicas como se dar bem no exame. Júlia Fernandes e outros 52 candidatos do Enem 2019 tiraram nota máxima na redação Helene Santos/SVM A estudante cearense Júlia Fernandes, de 17 anos, que obteve nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, afirmou que uma das dicas para alcançar o feito é ter confiança. "Não adianta se desesperar, você precisa ter na sua cabeça que você é capaz, que passou meses se dedicando para isso e que, no final, é só uma prova. No mais, confiar em si mesmo é o que importa", afirma. Além disso, ela diz ser indispensável se manter informado sobre questões em pauta no atual governo. Em todo o Brasil, 53 participantes obtiveram nota mil na redação do Enem 2019. As notas individuais do Enem 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Entenda para que serve a nota do Enem "Quando eu acordei, a minha supervisora do colégio havia mandado uma mensagem no WhatsApp dizendo que estava muito orgulhosa. Quando fui ver, lá estava a nota 1000 na redação! Fiquei em êxtase, quase sem acreditar", relatou a estudante ao G1. Boletim com resultado mostra nota 1000 da estudante Júlia Fernandes Arquivo pessoal Júlia revelou a estratégia usada no dia da prova para não correr risco de perder tempo e não concluir o exame. "Eu comecei fazendo o rascunho da redação para não ter problema com o tempo depois. Em seguida fiz as 45 questões de ciências humanas, passei a redação a limpo e no final marquei o gabarito. Eu fiz linguagens depois de passar a redação a limpo, pois é uma prova mais extensa, e eu demoro para ler tudo atentamente e poder marcar com cuidado." Para a aluna, o tema "Democratização do acesso ao cinema", foi uma surpresa positiva, fácil de desenvolver. "Como ao longo do ano eu desenvolvi diversos temas, pesquisei por muitos repertórios socioculturais e fui muito bem preparada no curso de redação, achei certa facilidade". A estudante, que vai tentar o curso de odontologia na Universidade Federal do Ceará (UFC), finaliza deixando uma dica para quem for fazer o Enem 2020. "Em questões de técnica, acho que é importante sempre ter palavras-chave que possam deixar o texto mais culto, além de articular uma boa proposta de intervenção, sempre lembrando do que foi problematizado nos outros parágrafos."
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17/01 - Estudante da PB faz 980 pontos na redação do Enem 2019: 'Escolas públicas podem fazer a diferença'
Redação já era uma conquista para Nathalya, uma vez que em 2019, ela levou a premiação de melhor redação do Concurso Se Liga no Enem Paraíba. Nathalya Santos conquistou 980 pontos na redação do Enem Nathalya Santos/Arquivo Pessoal Nathalya do Santos, de 18 anos, carrega o orgulho de ser estudante de escola pública e de ter conquistado uma boa pontuação na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2019). Aluna da Escola Cidadã Integral Professor Lordão, na cidade de Picuí, a 234km de João Pessoa, ela fez 980 pontos, fruto muita dedicação da estudante, que precisou vencer o cansaço do período integral na escola para continuar estudando em casa. "Eu pegava das 7h30 às 17h30 da tarde, passava o dia na escola. Em casa, quando chegava, descansava e voltava a estudar, fazendo redações regularmente", disse Natalya. Resultado do Enem 2019 é divulgado pelo Inep; saiba como consultar a nota Enem 2019: veja íntegra de redações nota 1 mil A estudante teve o incentivo da professora de redação, da coordenadoria pedagógica da escola e dos pais. Esse foi o segundo ano em que ela tentou o Enem, porém dessa vez não mais como treineira. O segredo para a aluna foi o esforço, porque, apesar de passar tantas horas na escola, também buscou na internet outras formas de se dedicar e de aprimorar os conhecimentos dos conteúdos do exame. Os argumentos utilizados por Nathalya para escrever a redação - que teve como tema este ano "Democratização do acesso ao cinema no Brasil" - foram a má distribuição das salas de cinema no território nacional e a desigualdade quanto ao preço cobrado nas bilheterias, que nem toda população consegue ter acesso e custear. "Uma dica pra ir bem na redação do Enem é treinar. Adotar uma modelo de redação, no caso dissertativa, e seguir aprimorando esse modelo com vários temas e fazer uma ou duas redações por semana, pelo menos. É importante ver notícias e estar ligado em diversas áreas para adquirir conhecimento de mundo", afirmou. Aluna de escola pública da Paraíba faz 980 pontos na redação do Enem 2019 Reprodução/Inep "Eu estava muito bem treinada. Você tinha que ter conhecimento de mundo na hora de escrever e quando eu estudava eu procurava melhorar as minhas principais dificuldades em redação, assim como eu buscava ir bem nas outras matérias, porque tudo está relacionado. Além de todo apoio que a escola me deu. Isso prova que as escolas públicas podem sim fazer a diferença", afirmou a aluna. A disciplina redação já tinha sido uma conquista para Nathalya. Isso porque, em maio de 2019, ela levou a premiação de melhor redação do Concurso Se Liga no Enem Paraíba, oferecido pela Secretaria de Educação do Estado, que tem como objetivo promover o interesse dos alunos em escrever e praticar a redação. A aluna espera agora poder conquistar uma vaga no curso de engenharia mecânica, química ou medicina na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). "Eu me identifico muito com a área de exatas, mas também gosto muito de biologia e de cuidar das pessoas", confessou Nathalya. O Enem 2019 teve 53 notas 1 mil na redação, de acordo com um balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta sexta-feira (17). A Paraíba teve uma nota 1 mil, de uma estudante de 16 anos. O nome dela, no entanto, não foi divulgado. Esta é a maior pontuação que pode ser atingida. *Sob supervisão de Krys Carneiro
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17/01 - Sisu: inscrição começa na terça e poderá ser feita por dispositivos móveis
Ministério da Educação divulgou um novo site para o sistema de seleção e prometeu maior agilidade no processo de candidatura. Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu/Inep O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta sexta-feira (17), um novo portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), usado pelos estudantes para concorrerem a vagas em universidades públicas de todo o país com as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Sisu 2020 abrirá o período de inscrições na próxima terça-feira (21) e encerrará às 23h59 de sexta-feira (25). Além da mudança visual, o novo sistema permitirá concluir a inscrição por meio de aparelhos móveis, como celulares e tablets. Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre, que abre na próxima semana Notas do Enem 2019 são divulgadas pelo Inep De acordo com o MEC, para fazer a inscrição via celular, o estudante não vai precisar baixar nenhum aplicativo. "A principal mudança é que esse novo site foi construído em uma tecnologia que permite que as inscrições sejam feitas por aparelhos 'mobile'. Qualquer consulta por qualquer estudante em qualquer lugar do pais seja feita por celular ou tablet" – Thiago Leitão, coordenador-geral de Programas de Ensino Superior do MEC. A inscrição é feita pela internet com a nota do Enem, divulgada nesta sexta-feira (17). No site do Sisu, é possível escolher duas opções de cursos, em diferentes universidades federais e estaduais espalhadas pelo país. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. No site do Sisu é possível consultar informações detalhadas das 237 mil vagas. Lá estão disponíveis dados, como número de vagas, campus, modalidade, turno da vaga desejada e o modo de concorrência, por cotas ou deficiência física. Ainda pode-se consultar as vagas por região, estado e município O estudante já pode começar a avaliar e a planejar os cursos aos quais pretende concorrer, para isso, basta acessar o site http://sisu.mec.gov.br/ e fazer a escolha por nome do curso, instituição ou município. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza o número de telefone 0800-616161 para tirar dúvidas sobre o Sisu. Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro Fim das inscrições: 23h59 de 24 de janeiro Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Initial plugin text
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17/01 - Enem 2019: veja íntegra de redações nota 1 mil
Rascunhos de textos foram enviados ao G1 pelos participantes. Os resultados individuais do exame foram divulgados nesta sexta (17). Notas dos 'treineiros' e espelho da redação saem em março. Rascunho redação Enem 2019 Arquivo Pessoal/Daniel Gomes O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 teve 53 notas 1 mil na redação, de acordo com um balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esta é a maior pontuação que pode ser atingida. Na edição anterior, houve 55 redações com esta avaliação. Os resultados individuais do exame foram divulgados na manhã desta sexta-feira (17). O candidato pode acessar as notas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem. As notas dos "treineiros" e o espelho da redação, com a correção dos avaliadores, saem em março. Enem 2019: candidatos nota 1 mil dão dicas de como fazer uma boa redação A pedido do G1, dois participantes do exame avaliados com nota 1 mil na redação enviaram os rascunhos dos textos feitos para o Enem 2019. Confira: Daniel Gomes, de Fortaleza "O filme ‘’Cine Hollywood’’ narra a chegada da primeira sala de cinema na cidade de Crato, interior do Ceará. Na obra, os moradores do até então vilarejo nordestino têm suas vidas modificadas pela modernidade que, naquele contexto, se traduzia na exibição de obras cinematográficas. De maneira análoga à história fictícia, a questão da democratização do acesso ao cinema, no Brasil, ainda enfrenta problemas no que diz respeito à exclusão da parcela socialmente vulnerável da sociedade. Assim, é lícito afirmar que a postura do Estado em relação à cultura e a negligência de parte das empresas que trabalham com a ‘’sétima arte’’ contribuem para a perpetuação desse cenário negativo. Em primeiro plano, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente efetivas para democratizar o acesso ao cinema no país. Essa lógica é comprovada pelo papel passivo que o Ministério da Cultura exerce na administração do país. Instituído para se rum órgão que promova a aproximação de brasileiros a bens culturais, tal ministério ignora ações que poderiam, potencialmente, fomentar o contato de classes pouco privilegiadas ao mundo dos filmes, como a distribuição de ingressos em instituições públicas de ensino básico e passeios escolares a salas de cinema. Desse modo, o Governo atua como agente perpetuador do processo de exclusão da população mais pobre a esse tipo de entretenimento. Logo, é substancial a mudança desse quadro. Outrossim, é imperativo pontuar que a negligência de empresas do setor – como produtoras, distribuidoras de filmes e cinemas – também colabora para a dificuldade em democratizar o acesso ao cinema no Brasil. Isso decorre, principalmente, da postura capitalista de grande parte do empresariado desse segmento, que prioriza os ganhos financeiros em detrimento do impacto cultural que o cinema pode exercer sobre uma comunidade. Nesse sentido, há, de fato, uma visão elitista advinda dos donos de salas de exibição, que muitas vezes precificam ingressos com valores acima do que classes populares podem pagar. Consequentemente, a população de baixa renda fica impedida de frequentar esses espaços. É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para facilitar o acesso democrático ao cinema no país. Posto isso, o Ministério da Cultura deve, por meio de um amplo debate entre Estado, sociedade civil, Agência Nacional de Cinema (ANCINE) e profissionais da área, lançar um Plano Nacional de Democratização ao Cinema no Brasil, a fim de fazer com que o maior número possível de brasileiros possa desfrutar do universo dos filmes. Tal plano deverá focar, principalmente, em destinar certo percentual de ingressos para pessoas de baixa renda e estudantes de escolas públicas. Ademais, o Governo Federal deve também, mediante oferecimento de incentivos fiscais, incentivar os cinemas a reduzirem o custo de seus ingressos. Dessa maneira, a situação vivenciada em ‘’Cine Hollywood’’ poderá ser visualizada na realidade de mais brasileiros." Gabriel Lopes, do Rio de Janeiro "O longa-metragem nacional "Na Quebrada" revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida. Na narrativa, evidencia-se o papel transformador da cultura por intermédio do Instituto Criar, que promove o desenvolvimento pessoal, social e profissional dos alunos por meio da sétima arte. Apresentando-se como um retrato social, tal obra, contudo, ainda representa a história de parte minoritária da população, haja vista o deficitário e excludente acesso ao cinema no Brasil, sobretudo às classes menos favorecidas. Todavia, para que haja uma reversão do quadro, faz-se necessário analisar as causas corporativas e educacionais que contribuem para a continuidade da problemática em território nacional. Deve-se destacar, primeiramente, o distanciamento entre as periferias e as áreas de consumo de arte. Acerca disso, os filósofos Adorno e Horkheimer, em seus estudos sobre a "Indústria Cultural", afirmaram que a arte, na era moderna, tornou-se objeto industrial feito para ser comercializado, tendo finalidades prioritariamente lucrativas. Sob esse prisma, empresas fornecedoras de filmes concentram sua atuação nas grandes metrópoles urbanas, regiões onde prevalece a população de maior poder aquisitivo, que se mostra mais disposta a pagar um maior valor pelas exibições. Essa prática, no entanto, fomenta uma tendência segregatória que afasta o cinema das camadas menos abastadas, contribuindo para a dificuldade na democratização do acesso a essa forma de expressão e de identidade cultural no Brasil. Ademais, uma análise dos métodos da educação nacional é necessária. Nesse sentido, observa-se uma insuficiência de conteúdos relativos à aproximação do indivíduo com a cultura desde os primeiros anos escolares, fruto de uma educação tecnicista e pouco voltada para a formação cidadã do aluno. Dessa forma, com aulas voltadas para memorização teórica, o sistema educacional vigente pouco estimula o contato do estudante com as diversas formas de expressão cultural e artística, como o cinema, negligenciando, também, o seu potencial didático, notável pela sua inerente natureza estimulante. Tal cenário reforça a ideia da teórica Vera Maria Candau, que afirma que o sistema educacional atual está preso nos moldes do século XIX e não oferece propostas significativas para as inquietudes hodiernas. Assim, com a carência de um ensino que desperte o interesse dos alunos pelo cinema, a escola contribui para um afastamento desses indivíduos em relação ao cinema, o que constitui um entrave para que eles, durante a vida, tornem-se espectadores ativos das produções cinematográficas brasileiras e internacionais. É evidente, portanto, que a dificuldade na democratização do acesso ao cinema no Brasil é agravada por causas corporativas e educacionais. Logo, é necessário que a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania torne tais obras mais alcançáveis ao corpo social. Para isso, ela deve estabelecer parcerias público-privadas com empresas exibidoras de filmes, beneficiando com isenções fiscais aquelas que provarem, por meio de relatórios semestrais, a expansão de seus serviços a preços populares para regiões fora dos centros urbanos, de forma que, com maior oferta a um maior número de pessoas, os indivíduos possam efetivar o seu uso para o lazer e para o seu engrandecimento cultural. Paralelamente, o Ministério da Educação deve levar o tema às escolas públicas e privadas. Isso deve ocorrer por meio da substituição de parte da carga teórica da Base Nacional Comum Curricular por projetos interdisciplinares que envolvam exibição de filmes condizentes com a prática pedagógica e visitas aos cinemas da região da escola, para que se desperte o interesse do aluno pelo tema ao mesmo tempo em que se desenvolve sua consciência cultural e cidadã. Nesse contexto, poder-se-á expandir a ação transformadora da sétima arte retratada em "Na Quebrada", criando um legado duradouro de acesso à cultura e de desenvolvimento social em território nacional." VÍDEOS Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos Acabou o Enem, e agora - veja a íntegra do programa do G1 Initial plugin text
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17/01 - Enem 2019: candidatos nota 1 mil dão dicas de como fazer uma boa redação
Ao todo, foram 3,6 milhões de redações corrigidas, e somente 53 receberam pontuação máxima. Proposta de redação da prova do Enem 2019 - CADERNO AMARELO Reprodução Inep Dos quase quatro milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, 53 candidatos tiraram nota 1 mil na redação, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Saiba onde usar a nota do Enem e confira datas para inscrições Veja íntegra de redações avaliadas com nota 1 mil no Enem 2019 O tema da redação do Enem 2019 foi "Democratização do acesso ao cinema no Brasil". Os estudantes tiveram acesso a textos de apoio como um trecho do artigo "O que é cinema", de Jean-Claude Bernardet; um trecho do texto "O filme e a representação do real", de C.F.Gutfreind. No total, o Inep diz que corrigiu 3.652.864 provas de redação do Enem, que aconteceu nos dias 4 e 11 de novembro. Os dados não incluem as provas do Enem PPL, aplicado para pessoas privadas de liberdade. O G1 conversou com alguns desses estudantes nota 1 mil, que deram dicas de como elaborar uma boa redação. Confira: Mapa mental Rascunho redação Enem 2019 Arquivo Pessoal/Daniel Gomes Daniel Gomes, 25 anos, foi um dos candidatos que atingiu a nota 1 mil na redação. Gomes mora em Fortaleza, cursa engenharia de produção na Universidade Federal do Ceará (UFC), e faz estágio na área. O último Enem dele foi em 2013. Agora, ele quer cursar medicina. Gomes diz que redigiu cerca de 80 redações ao longo de 2019 para treinar e não fez cursinho. "Sempre procurei estudar de forma profunda cada competência exigida pela banca e, principalmente, estudar as redações nota 1 mil e 980", afirma. "Eu tinha um mapa mental, um modelo de redação que poderia se adaptar a muitos temas. Isso me ajudou bastante", conta. Ele explica que o "mapa mental" era a estrutura da redação (introdução, desenvolvimento, conclusão); palavras conectoras que pudessem relacionar os parágrafos e unir ou contrapor as ideias, e também "agentes" que poderiam ser usados na conclusão, como ministérios do governo ligados à área, empresas, livros clássicos. Nesta redação em específico, ele citou o filme nacional Cine Holliúdy, de 2013, dirigido por Halder Gomes. Gomes conta que citou a falta de incentivos do governo para o audiovisual e propôs projetos para levar estudantes de escolas públicas para o cinema. Ele também citou incetivos fiscais que poderiam ser criados em troca de ingressos para comunidades carentes. Na conclusão ele argumentou que deveriam ser tomadas medidas para democratizar o acesso ao audiovisual, propondo um plano nacional. Citação de filósofos Vitória Castro, aluna nota 1000 na redação do Enem 2019 no Piauí. Andrê Nascimento/G1 A estudante Vitória Castro, 19 anos, foi uma das estudantes do Piauí que conquistaram nota 1 mil na prova da redação do Enem 2019. Segundo ela, dois dos segredos para a nota máxima foram: fazer três redações por semana e estudar assuntos gerais de forma ampla, sem decorar temas específicos. “A gente nunca pensa que vai tirar uma bota nota, ainda mais nota 1 mil, mas eu estava confiante de que tinha feito uma bota redação. Quando vi o número na nota, fiquei muito feliz, corri pra falar pra todo mundo”, disse a candidata. Vitória contou o que fez para obter a nota máxima: praticou muito. Essa foi a terceira vez que ela fez a prova e já tinha obtido 940 pontos no Enem em 2018. “Fazia de duas a três redações por semana, no cursinho, em casa, e isso contribuiu muito, porque a prática leva à perfeição", disse Castro. "Alguns dos autores que li e citei na prova foram Gilberto Dimenstein, Milton Santos e John Locke.” Gilberto Dimenstein é um escritor e jornalista brasileiro; Milton Santos foi um geógrafo brasileiro que ganhou, em 1994, o Prêmio Vautrin Lud de Geografia, na França, considerado o Nobel de Geografia. Ele foi o primeiro brasileiro a realizar este feito e faleceu em 2001. John Locke é um filósofo britânico e considerado um dos principais expoentes do liberalismo, autor da obra 'Dois Tratados do Governo Civil'. Saúde mental em dia Gabriel Lopes, 20, é um dos candidatos nota mil do Enem 2019 Arquivo Pessoal, Gabriel Lopes Para o estudante do Rio de Janeiro, Gabriel Lopes, 20, tão importante quanto praticar a redação, são os cuidados com a saúde mental para a hora da prova. Ele disse que o candidato precisa estar bem para poder se concentrar e ir bem no exame. "Não é besteira, é muito importante estar com a mente e corpo sãos para fazer uma boa redação", disse Lopes que espera poder usar a nota do Enem para se inscrever no curso de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Lopes presta o Enem desde 2015 quando terminou o ensino médio e contou que escreveu ao menos uma redação por semana durante a preparação para a prova no Curso pH, da capital carioca. Ele contou que procurava praticar sempre que podia, e mesmo nas atividades de outras disciplinas, tentava argumentar para treinar para a prova. "A redação foi minha vida, eu lia jornal e pensava em temas, eu via possibilidades de redação em todo lugar", disse Lopes. O candidato citou o filme "Na Quebrada", do diretor Fernando Grostein Andrade e disse que aplicou conceitos dos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer sobre a indústria cultural. Ele contou que passou a se interessar por temas filosóficos após ganhar um livro que resumia o pensamento de diversos intelectuais. De Machado de Assis a Kant Letícia Silva, do Piauí, foi uma das alunas a obter nota 1000 na redação do Enem em 2019. Letícia Silva/Arquivo pessoal Letícia Silva foi outra das estudantes piauenses a conseguir a nota 1 mil na redação do Enem 2019. Ela disse que usou na prova o embasamento que adquiriu lendo autores clássicos como o escritor brasileiro Machado de Assis e o filósofo alemão Immanuel Kant. “Eu me preparei fazendo umas três redações por semana", disse Silva. "Busquei ter embasamento em autores clássicos como Machado de Assis, de pensadores como Kant. No momento eu não lembro quais autores eu usei na prova, mas o tema permitia desenvolver e defender um ponto de vista, apesar de ter sido inesperado." A candidata contou que essa foi a terceira vez que fez o exame, e que em edições anteriores conseguiu a pontuação de 840 e 940 pontos. A jovem disse ainda que pretende cursar medicina na Universidade Estadual do Piauí (Uespi). Aristóteles e atualidades O estudante Thiago Nakazone, de 18 anos, comemora a conquista da nota mil na redação, com amigos e parentes. "Eu tomei como base alguns filósofos como Aristóteles, a quem eu poderia recorrer para argumentar. Não parei para assistir aos jornais, mas, sempre que estava em casa, via as notícias ou olhava o celular. Isso também me ajudou", afirmou o estudante, que fazia cerca de duas redações por mês para treinar a escrita. “Eu confesso que gostei. No dia da prova, passei a limpo a redação, transcrevi, e os professores gostaram. Só que eu não estava esperando mil. Foi realmente uma surpresa”, contou. Thiago Nakazone conquistou nota mil na redação do Enem 2019 Reprodução/Arquivo Pessoal Calma e confiança A estudante cearense Júlia Fernandes, de 17 anos, que obteve nota mil, afirmou que uma das dicas para alcançar o feito é ter confiança. "Não adianta se desesperar, você precisa ter na sua cabeça que você é capaz, que passou meses se dedicando para isso e que, no final, é só uma prova. No mais, confiar em si mesmo é o que importa", afirma. Além disso, ela diz ser indispensável se manter informado sobre questões em pauta no atual governo. "Eu comecei fazendo o rascunho da redação para não ter problema com o tempo depois. Em seguida fiz as 45 questões de ciências humanas, passei a redação a limpo e no final marquei o gabarito. Eu fiz linguagens depois de passar a redação a limpo, pois é uma prova mais extensa, e eu demoro para ler tudo atentamente e poder marcar com cuidado." Júlia Fernandes e outros 52 candidatos do Enem 2019 tiraram nota máxima na redação Helene Santos/SVM Martin Scorsese e José Saramago Vinícius Amaral, 17 anos, usou a sua paixão por cinema para alcançar a nota mil na redação. "Sou apaixonado por cinema, por isso que tive certa facilidade em associar alguns repertórios no momento da prova. Esse é meu terceiro Enem. Fiz no meu primeiro e segundo ano como treineiro. De primeira, não tive muita reação pois estava mais preocupado com a nota final. Só depois de somar tudo eu realmente parei pra pensar na nota de redação", contou o estudante. Para a prova de 2019, Vinícius contou que tentou expandir o repertório sociocultural, habilidade importante para as provas de redação, durante o ano de estudos. Ele explica que criou um método durante a preparação, que prefere não revelar, mas que se aplica a quase todos os temas possíveis. Paraense Vinícius Amaral obteve nota 1000 na redação do Enem Arquivo Pessoal VÍDEOS Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos Professores comentam o tema da redação do Enem 2019 Initial plugin text
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17/01 - Estudante do Recife conquista nota mil na redação do Enem apostando em Aristóteles e atualidades
Thiago Nakazone, que quer cursar arquitetura, fazia duas redações por mês. Estudante Fernanda Nascimento conquistou a nota máxima em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Thiago Nakazone obteve nota mil na redação do Enem 2019 Reprodução/Arquivo pessoal O estudante Thiago Nakazone, de 18 anos, foi um dos 53 candidatos que conquistaram nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. Surpreendido pela nota, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Ministério da Educação (MEC), o jovem comemora a conquista com amigos e parentes. Ex-aluno de uma escola particular do Recife, Thiago concluiu o 3º ano do ensino médio em 2019 e já havia feito o Enem em anos anteriores. “Eles sempre procuram surpreender a gente com o tema. Todo mundo tem uma aposta, mas essa foi por um caminho diferente”, disse. No ano passado, a democratização do acesso ao cinema no Brasil foi o tema da redação. Thiago Nakazone obteve nota mil na redação do Enem 2019 Reprodução/Arquivo Pessoal "Eu tomei como base alguns filósofos como Aristóteles, a quem eu poderia recorrer para argumentar. Não parei para assistir aos jornais, mas, sempre que estava em casa, via as notícias ou olhava o celular. Isso também me ajudou", afirmou o estudante, que fazia cerca de duas redações por mês para treinar a escrita. “Eu confesso que gostei. No dia da prova, passei a limpo a redação, transcrevi, e os professores gostaram. Só que eu não estava esperando mil. Foi realmente uma surpresa”, contou. Depois de alcançar a nota máxima, Thiago aguarda a abertura do Sistema de Seleção Unificada para tentar uma vaga no curso de arquitetura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). "Tenho certeza de que a minha nota vai subir, porque o peso da redação para o meu curso é grande", afirmou. Thiago Nakazone conquistou nota mil na redação do Enem 2019 Reprodução/Arquivo Pessoal Nota máxima em Linguagens Também no Recife, a estudante Fernanda Nascimento, de 18 anos, conquistou a nota máxima em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. De acordo com o MEC, a pontuação mais alta na competência foi de 801,7. Fernanda Nascimento obteve 801,7 em Linguagens no Enem 2019, a maior nota da competência segundo o MEC Fernando Alves/Núcleo/Divulgação “Saí da prova sem saber muito bem como seria, mas não estava esperando esse resultado. Subiu muito em relação aos últimos anos”, disse a estudante, aprovada em primeiro lugar no curso de direito da Universidade de Pernambuco (UPE), pelo Sistema Seriado de Avaliação (SSA). Ex-aluna de uma escola particular da capital pernambucana, a jovem terminou o terceiro ano do ensino médio em 2019. “Eu já tinha feito o Enem nos outros anos do ensino médio como ‘treineira’. Achei essa última prova diferente, mais direta em 2019”, contou. Fernanda Nascimento teve a nota máxima de Linguagens no Enem 2019, segundo o MEC Reprodução/Internet
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17/01 - Estudante nota 1 mil no Enem leu Machado de Assis na preparação; professor trabalhou interpretação de texto
Ao todo, 53 participantes tiraram nota 1 mil na redação do Enem 2019. Letícia Silva, do Piauí, foi uma das alunas a obter nota 1000 na redação do Enem em 2019. Letícia Silva/Arquivo pessoal Letícia Silva, uma das estudantes avaliadas com nota 1 mil na redação do Enem no Piauí, falou ao G1 que usou na prova o embasamento que adquiriu lendo autores clássicos como o escritor Machado de Assis e o filósofo alemão Immanuel Kant. Os resultados individuais do Enem 2019 foram divulgados na manhã desta sexta-feira (17). O candidato pode acessar as notas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem. As notas dos 'treineiros' e espelho da redação saem em março. O professor de Letícia, Thiago Morais, disse que o foco da preparação dos alunos, durante o ano, foi a interpretação de texto. Além de Letícia, o professor já teve outros três estudantes com a nota máxima na prova em anos anteriores. Ao todo, no país, em 2019, foram 53 alunos nota 1 mil. Aluna nota 1 mil fazia três redações por semana e citou John Locke e Milton Santos Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Saiba onde usar a nota do Enem e confira datas para inscrições Letícia Silva foi mais uma aluna nota 1000 na redação do Enem no Piauí. Divulgação “Eu me preparei fazendo umas três redações por semana. Busquei ter embasamento em autores clássicos como Machado de Assis, de pensadores como Kant. No momento eu não lembro quais autores eu usei na prova, mas o tema permitia desenvolver e defender um ponto de vista, apesar de ter sido inesperado”, contou a estudante. O professor da garota disse que ela, assim como os outros alunos do cursinho de redação, fez muitas leituras durante o ano e um dos focos foi a interpretação de texto. Segundo ele, muitos alunos não obtém boas notas porque não entendem o que é pedido na prova. Professor de redação, Thiago Morais. Andrê Nascimento/G1 “Muitos alunos vão mal no Enem porque não conseguem interpretar o tema. Muitos, no ano passado, acabaram entendendo que [o tema, "democratização do acesso ao cinema no Brasil"] tratava de acessibilidade, eles entenderam errado e isso acabou com a redação deles. Em 2018, muitos também não conseguiram entender o tema ‘manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet’. Por exemplo, não entenderam o sentido da palavra ‘dados’, que é polissêmica, tem muitos sentidos, então ficaram em dúvida e também não foram bem”, disse o professor. Letícia disse que nos anos anteriores, em que já fez a prova por duas vezes, tinha obtido 840 e 940 pontos. A jovem disse que pretende cursar medicina na Universidade Estadual do Piauí (Uespi). VÍDEO Estudantes falam sobre difícil rotina para boas notas no Enem Initial plugin text
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17/01 - Aluna do PI nota 1 mil no Enem fazia três redações por semana e citou John Locke e Milton Santos
A menina contou que pretende cursar medicina em Teresina. Vitória Castro, aluna nota 1000 na redação do Enem 2019 no Piauí. Andrê Nascimento/G1 A estudante Vitória Castro, 19 anos, foi uma das estudantes do Piauí que conquistaram nota 1 mil na prova da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. Segundo ela, dois dos segredos para a nota máxima foram: fazer três redações por semana e estudar assuntos gerais de forma ampla, sem decorar temas específicos. Ao todo, 53 participantes tiveram nota 1 mil na redação do Enem 2019. As notas individuais do Enem 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira (17) por volta das 8h30 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Estudante nota 1 mil no Enem leu Machado de Assis na preparação; professor trabalhou interpretação de texto Entenda para que serve a nota do Enem “A gente nunca pensa que vai tirar uma boa nota, ainda mais nota 1000, mas eu estava confiante de que tinha feito uma boa redação. Quando vi o número na nota, fiquei muito feliz, corri pra falar pra todo mundo”, disse ela. Vitória contou o que fez para obter a nota máxima: praticou muito. Essa foi a terceira vez que ela fez a prova e já tinha obtido 940 pontos no Enem em 2018. “Fazia de duas a três redações por semana, no cursinho, em casa, e isso contribuiu muito, porque a prática leva à perfeição. Alguns dos autores que li e citei na prova foram Gilberto Dimenstein, Milton Santos e John Locke”, contou. Gilberto Dimenstein é um escritor e jornalista brasileiro; Milton Santos foi um geógrafo brasileiro que ganhou, em 1994, o Prêmio Vautrin Lud de Geografia, na França, considerado o Nobel de Geografia. Ele foi o primeiro brasileiro a realizar este feito e faleceu em 2001. John Locke é um filósofo britânico e considerado um dos principais expoentes do liberalismo, autor da obra 'Dois Tratados do Governo Civil'. Segundo a aluna, o tema "Democratização do acesso ao cinema", considerado inesperado, não foi fácil de desenvolver, mas ela se sentiu preparada por não ter estudado para temas específicos, mas sim de forma ampla e atual. "No dia da prova, é importante que o aluno esteja preparado pra fazer redações, de forma geral, e não decorar temas. Então quando vi o tema inesperado, não fiquei nervosa. Anotei alguns assuntos que eu lembrava, associados ao tema, fiz toda a prova, voltei para a redação, fiz o rascunho e passei a limpo", lembrou. A menina contou que pretende cursar medicina em Teresina. VÍDEO Estudantes falam sobre difícil rotina para boas notas no Enem Initial plugin text
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17/01 - Enem 2019 teve 53 participantes com nota 1 mil na redação, diz Inep; veja íntegra de texto e dicas
Os resultados individuais do exame foram divulgados na manhã desta sexta-feira (17). Notas dos 'treineiros' e espelho da redação saem em março. Enem 2019: candidato Daniel Gomes, 25 anos, tirou nota mil na redação Reprodução/Inep O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 teve 53 notas 1 mil na redação, de acordo com um balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta sexta-feira (17). Esta é a maior pontuação que pode ser atingida. Na edição anterior, houve 55 redações com esta avaliação. Candidatos nota 1 mil dão dicas de como fazer uma boa redação Veja íntegra de redações avaliadas com nota 1 mil no Enem 2019 Saiba onde usar a nota do Enem e confira datas para inscrições Os resultados individuais do exame foram divulgados nesta sexta-feira (17). O candidato pode acessar as notas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem. As notas dos 'treineiros' e espelho da redação saem em março. O tema da redação do Enem 2019 foi "Democratização do acesso ao cinema no Brasil". Os estudantes tiveram acesso a textos de apoio como um trecho do artigo "O que é cinema", de Jean-Claude Bernardet; um trecho do texto "O filme e a representação do real", de C.F.Gutfreind; um infográfico do periódico "Meio e a Mensagem" sobre o percentual de brasileiros que frequentam as salas de cinema; e um trecho do texto "Cinema perto de você", da Ancine. Candidato nota mil dá dicas Rascunho de redação nota 1 mil no Enem 2019 Arquivo Pessoal/Daniel Gomes Daniel Gomes, 25 anos, foi um dos candidatos que atingiu a nota 1 mil na redação. Gomes mora em Fortaleza, cursa engenharia de produção na Universidade Federal do Ceará (UFC), e faz estágio na área. O último Enem dele foi em 2013. Agora, ele quer cursar medicina. Gomes diz que redigiu cerca de 80 redações ao longo de 2019 para treinar e não fez cursinho. "Sempre procurei estudar de forma profunda cada competência exigida pela banca e, principalmente, estudar as redações nota 1 mil e 980", afirma. "Eu tinha um mapa mental, um modelo de redação que poderia se adaptar a muitos temas. Isso me ajudou bastante", conta. Ele explica que o "mapa mental" era a estrutura da redação (introdução, desenvolvimento, conclusão); palavras conectoras que pudessem relacionar os parágrafos e unir ou contrapor as ideias, e também "agentes" que poderiam ser usados na conclusão, como ministérios do governo ligados à área, empresas, livros clássicos. Nesta redação em específico, ele citou o filme nacional Cine Holliúdy, de 2013, dirigido por Halder Gomes. Gomes conta que citou a falta de incentivos do governo para o audiovisual e propôs projetos para levar estudantes de escolas públicas para o cinema. Ele também citou incetivos fiscais que poderiam ser criados em troca de ingressos para comunidades carentes. Na conclusão ele argumentou que deveriam ser tomadas medidas para democratizar o acesso ao audiovisual, propondo um plano nacional. Confira outras dicas de candidatos que tiraram nota 1 mil na redação Veja íntegra da redação nota 1 mil A pedido do G1, Daniel Gomes enviou a íntegra da redação avaliada com nota 1 mil no Enem 2019. Confira o texto abaixo: "O filme ‘’Cine Hollywood’’ narra a chegada da primeira sala de cinema na cidade de Crato, interior do Ceará. Na obra, os moradores do até então vilarejo nordestino têm suas vidas modificadas pela modernidade que, naquele contexto, se traduzia na exibição de obras cinematográficas. De maneira análoga à história fictícia, a questão da democratização do acesso ao cinema, no Brasil, ainda enfrenta problemas no que diz respeito à exclusão da parcela socialmente vulnerável da sociedade. Assim, é lícito afirmar que a postura do Estado em relação à cultura e a negligência de parte das empresas que trabalham com a ‘’sétima arte’’ contribuem para a perpetuação desse cenário negativo. Em primeiro plano, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente efetivas para democratizar o acesso ao cinema no país. Essa lógica é comprovada pelo papel passivo que o Ministério da Cultura exerce na administração do país. Instituído para se rum órgão que promova a aproximação de brasileiros a bens culturais, tal ministério ignora ações que poderiam, potencialmente, fomentar o contato de classes pouco privilegiadas ao mundo dos filmes, como a distribuição de ingressos em instituições públicas de ensino básico e passeios escolares a salas de cinema. Desse modo, o Governo atua como agente perpetuador do processo de exclusão da população mais pobre a esse tipo de entretenimento. Logo, é substancial a mudança desse quadro. Outrossim, é imperativo pontuar que a negligência de empresas do setor – como produtoras, distribuidoras de filmes e cinemas – também colabora para a dificuldade em democratizar o acesso ao cinema no Brasil. Isso decorre, principalmente, da postura capitalista de grande parte do empresariado desse segmento, que prioriza os ganhos financeiros em detrimento do impacto cultural que o cinema pode exercer sobre uma comunidade. Nesse sentido, há, de fato, uma visão elitista advinda dos donos de salas de exibição, que muitas vezes precificam ingressos com valores acima do que classes populares podem pagar. Consequentemente, a população de baixa renda fica impedida de frequentar esses espaços. É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para facilitar o acesso democrático ao cinema no país. Posto isso, o Ministério da Cultura deve, por meio de um amplo debate entre Estado, sociedade civil, Agência Nacional de Cinema (ANCINE) e profissionais da área, lançar um Plano Nacional de Democratização ao Cinema no Brasil, a fim de fazer com que o maior número possível de brasileiros possa desfrutar do universo dos filmes. Tal plano deverá focar, principalmente, em destinar certo percentual de ingressos para pessoas de baixa renda e estudantes de escolas públicas. Ademais, o Governo Federal deve também, mediante oferecimento de incentivos fiscais, incentivar os cinemas a reduzirem o custo de seus ingressos. Dessa maneira, a situação vivenciada em ‘’Cine Hollywood’’ poderá ser visualizada na realidade de mais brasileiros." Confira outras redações com nota 1 mil VÍDEO Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos Initial plugin text
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17/01 - Resultado do Enem 2019 inspira memes e desabafos nas redes sociais
Notas foram divulgadas pelo Inep pouco depois das 10h30 desta sexta-feira (17). Resultado individual do Enem 2019 é divulgado Reprodução/Inep As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (17), e vários candidatos foram para as redes sociais fazer piadas e memes sobre a situação. Por volta das 10h, "Enem" era um dos temas mais comentados no Twitter mundial. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2019 Nesta edição, as notas médias caíram em todas as provas objetivas, em comparação com o ano anterior. Além disso, 53 alunos tiraram nota 1 mil na redação, de acordo com o Ministério da Educação, que convocou uma coletiva de imprensa para dar detalhes sobre a prova. A ansiedade para conferir os resultados rendeu uma série de memes no Twitter seja para comemorar a nota boa ou, pelo menos, rir do resultado. Veja abaixo algumas das piadas que mobilizaram os candidatos do Enem nesta sexta: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text VÍDEOS Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Como funciona o acesso a universidades com a nota do ENEM Initial plugin text
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17/01 - Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas
Inep divulgou nesta sexta-feira (17) o resultado do Enem. As notas médias em todas as disciplinas caíram. 53 participantes tiraram nota 1 mil na redação. A nota média das 3.709.809 pessoas que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 caiu nas quatro provas objetivas, em comparação com a edição anterior. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na manhã desta sexta-feira (17). Notas do Enem 2019 são divulgadas pelo Inep Resultado do Enem 2019 inspira memes e desabafos nas redes sociais Enem 2019 teve 53 participantes com nota 1 mil na redação Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Para calcular as notas, o Inep usa a Teoria de Resposta ao Item (TRI) – conjunto de modelos matemáticos que permite comparar edições anteriores da avaliação. Já as redações são corrigidas uma a uma pelos mais de 5 mil avaliadores, conforme explicou o Inpe. Em redação, a nota média foi de 592,9. O número de candidatos com nota 1 mil caiu de 55 para 53 em relação a 2018. O número de redações nota zero aumentou de 112.559 para 143.736. Questionado sobre a queda das médias nas notas do Enem, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que o exame não pode ser usado para medir o ensino no país, mas que o resultado mostra que os alunos não evoluíram. "O ensino não avançou no Brasil. O resultado mostra que os alunos não apresentaram uma evolução ano contra ano, porque o pessoal votou no PT e tem a lápide da educação aqui embaixo, do Paulo Freire. É o paradigma do fracasso. Pior país da América do Sul. É isso.", declarou. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, analisa que as médias das notas mostram uma estabilidade com tendência de queda em relação a 2018. “Me preocupa o início de queda, porque essa radiografia, mostra que nós temos que atuar, urgentemente, para melhorar nossa educação básica", destacou. Para Alvarez, apesar de todas as polêmicas, a prova manteve seu estilo: não aumentou, nem diminuiu o nível de dificuldade. "A prova do Enem continua primando pela excelência, é uma prova muito importante para o Estado brasileiro porque ela é uma prova diagnóstica. Ela possibilita que o Brasil analise as médias e os micro dados e com eles estabeleça política publicas sérias e aprofundadas para melhorar a educação no país", analisa. Veja abaixo as médias gerais dos participantes por áreas, em 2019, comparadas aos anos anteriores: Enem 2019: Nota média em matemática Educação G1 Enem 2019: Nota média em ciências humanas Educação G1 Enem 2019: Nota média em linguagens G1 Educação Enem 2019: Nota média em ciências da natureza Educação G1 Resultado de todas as áreas do conhecimento Linguagens Nota mínima – 322,0 Nota máxima – 801,7 Nota média geral – 520,9 Ciências humanas Nota mínima – 315,9 Nota máxima – 835,1 Nota média geral – 508,0 Matemática Nota mínima – 359,0 Nota máxima – 985,5 Nota média geral – 523,1 Ciências da natureza Nota mínima – 327,9 Nota máxima – 860,9 Nota média geral – 477,8 Redação 143.736 pessoas zeraram a redação. Em 56.000 dos casos, o motivo da nota zero foi porque o participante entregou a prova em branco. VÍDEOS Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos Resultado do Enem sai hoje G1 em 1 Minuto: Notas do Enem 2019 são divulgadas pelo Inep Initial plugin text
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17/01 - Resultado do Enem 2019 é divulgado pelo Inep; saiba como consultar a nota
Resultado individual do Enem já está disponível; 4 milhões de participantes fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Resultados dos 'treineiros' sairão apenas em março. Resultado individual do Enem 2019 é divulgado Reprodução/Inep As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira (17) por volta das 8h30 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O G1 conseguiu acessar as notas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem. Até as 11h30, mais de 1 milhão de participantes já havia acessado o sistema, segundo o Inep. Quem não lembra da senha para acessar os dados pode recuperá-la ou mesmo resetá-la e fazer uma nova. Confira aqui o passo a passo para recuperar a senha do Enem. Os participantes poderão consultar a nota da redação (que varia de zero a 1 mil) e o desempenho em cada área de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática. Notas médias do Enem 2019 caem em todas as provas objetivas Enem 2019 teve 53 participantes com nota 1 mil na redação Candidatos nota 1 mil dão dicas de como fazer uma boa redação Veja íntegra de redações nota 1 mil Por volta do meio dia, o Inep postou nas redes sociais que a recuperação de senha pode demorar por causa da quantidade de pessoas acessando o sistema. Inep faz postagem durante a divulgação das notas do Enem de 2019. Reprodução/Redes sociais De acordo com o Inep, 3.935.237 pessoas fizeram o Enem 2019 em 3 e 10 de novembro – 72,81% dos 5.095.388 inscritos. Quem fez a prova como “treineiro”, ou seja, que ainda não concluiu o ensino médio, terá que esperar até março para acessar o boletim individual. O espelho da redação também será divulgado na mesma data. Entenda para que serve a nota do Enem Nota do Enem é calculada por método 'antichute'; saiba como funciona o TRI Sisu, Prouni e Fies: veja datas para o 1º semestre de 2020 Notas médias caem As notas médias do Enem 2019 caíram em todas as áreas objetivas, se comparadas à edição anterior, de acordo com o Inep. Em redação, a nota média foi de 592,9. O número de candidatos com nota 1 mil caiu de 55 para 53 em relação ao ano passado. O número de redações nota zero aumentou de 112.559 para 143.736. Em 56 mil casos, o motivo da nota zero foi porque o participante entregou a prova em branco. Rascunho de redação nota mil no Enem 2019 Arquivo Pessoal/Daniel Gomes Quando se inscrever no Sisu 2020? O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema do MEC que reúne centenas de milhares de vagas de graduação em universidades públicas brasileiras. Para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Enem 2019 e não ter tirado nota zero na prova de redação. O prazo começa na próxima terça (21) e encerra às 23h59, na sexta-feira (24). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/. Neste primeiro semestre, serão ofertadas 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. No site do Sisu é possível escolher duas opções de curso. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. Cronograma do Sisu 2020: Abertura das inscrições: 21 de janeiro Fim das inscrições: 23h59 de 24 de janeiro Resultado: 28 de janeiro Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas pelos candidatos no Programa Universidade para Todos (ProUni), Financiamento Estudantil (Fies), e em 37 universidades de Portugal. Veja abaixo os cronogramas para o Prouni e para o Fies. Quando abre Prouni? O Programa Universidade Para Todos (Prouni) oferece bolsas de estudo parciais (que cobrem 50% da mensalidade) e integrais em universidades privadas em cursos de graduação e de cursos sequenciais de formação específica. O programa tem dois critérios de avaliação: desempenho no Enem e a avaliação da renda familiar. Cronograma do Prouni 2020: Início das inscrições: 28 de janeiro Fim das inscrições: 31 de janeiro Primeira chamada: 4 de fevereiro Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 4 a 11 de fevereiro Segunda chamada: 18 de fevereiro Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 18 a 28 de fevereiro Adesão à lista de espera: 6 a 9 de março Quando abre o Fies 2020? O Programa de financiamento Estudantil (Fies) é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas e, atualmente, possui duas categorias: a primeira, oferece vagas com juros zero para os estudantes com renda mensal familiar de até três salários mínimos. Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada para os estudantes com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos. MEC prevê reduzir número de vagas do Fies a partir de 2021 Fies 2020: MEC divulga cronograma de programa de financiamento para estudantes do ensino superior Cronograma do Fies 2020: Inscrições: 5 a 12 de fevereiro Pré-seleção: 26 de fevereiro Chamada da lista de espera: 26 de fevereiro a 31 de março Enem 2020 Neste ano, o Inep deverá testar uma versão totalmente digital do Enem. O projeto é piloto e não será aplicado a todos os participantes. A ideia é testar o modelo para 50 mil candidatos de 15 capitais. Enem vai ser 100% digital até 2026, diz Inep Os participantes poderão escolher no momento da inscrição se querem aderir ao modelo digital ou se preferem fazer a prova escrita tradicional. As 50 mil vagas serão preenchidas por ordem de chegada. O valor da taxa será o mesmo. O Enem digital em formato piloto acontecerá nos dias 11 e 18 de outubro. Já o Enem regular acontecerá em 1º e 8 de novembro. Confira abaixo alguns pontos da mudança: A aplicação em 2020 será em 15 capitais brasileiras: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP); A adesão dos candidatos será opcional no ato de inscrição, até um total de 50 mil participantes, o equivalente a 1% do total de participantes; O valor da inscrição será o mesmo para todos os participantes; O Inep estima investir cerca de R$ 20 milhões no projeto-piloto de 2020, e não pretende comprar novos computadores, mas sim usar equipamentos de instituições de ensino localizadas nas cidades participantes; Entre 2021 e 2025, o Inep ampliará o número de aplicações do Enem digital, ainda em formato piloto e participação opcional; A partir de 2026, o Enem será 100% digital; Tanto as provas objetivas quanto a prova de redação serão feitas em formato digital no piloto; O Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) só passará ao formato digital a partir de 2026. Mapa mostra as 15 capitais brasileiras que participaração da primeira edição do Enem digital, em 2020, em projeto-piloto Rodrigo Sanches/G1 VÍDEOS Inep divulga notas do Enem de 2019, que teve quatro milhões de candidatos Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Como funciona o acesso a universidades com a nota do ENEM Initial plugin text
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17/01 - 'Fazia faxinas para poder estudar': a história da ex-empregada doméstica que se tornou doutora
Simone Marasco trabalhou por quase oito anos como empregada doméstica e faxineira para que pudesse estudar. Simone (ao centro) e os professores: oito anos como empregada e faxineira para que pudesse estudar Arquivo pessoal Dois meses atrás, Simone Marasco, 34 anos, comemorou a conclusão do doutorado. O fato fez com que ela relembrasse as dificuldades que enfrentou desde a infância para que pudesse estudar. Por cerca de oito anos, trabalhou como empregada doméstica e faxineira e se dividiu entre os livros e itens de limpeza. Hoje, se orgulha da sua história de vida. Em relato à BBC News Brasil, ela conta as dificuldades e humilhações que enfrentou até se tornar doutora. Abaixo, leia o relato da história de Simone: Após concluir doutorado, Simone quer se tornar professora de latim, mas afirma que há poucas oportunidades na área Arquivo pessoal Durante a minha infância e adolescência, eu só pensava em estudar para mudar de vida. Sou filha de uma costureira e de um pedreiro, que sequer completaram o ensino fundamental. Morávamos na periferia de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Para ter dinheiro para comprar itens como materiais escolares, comecei a fazer diversos bicos desde cedo. Fui babá, entreguei salgadinhos e fui servente de pedreiro para o meu pai. Quando terminei o ensino fundamental, deixei a minha escola na periferia para estudar em um colégio público na região central de Juiz de Fora. Mas havia um problema: eu não tinha dinheiro para pagar as passagens de ônibus para que pudesse me locomover diariamente ao novo colégio. Os meus pais não tinham condições para me ajudar no transporte escolar. Por isso, procurei um trabalho fixo. Assim, me tornei empregada doméstica aos 14 anos, em uma casa próxima à região em que eu morava com a minha família. Passei a me dividir entre o trabalho com serviços domésticos e os estudos. Para fazer atividades escolares, restavam somente as madrugadas. Fiz o primeiro e o segundo ano do ensino médio em uma escola pública, na região central de Juiz de Fora. Eu trabalhava no período da manhã e da tarde. Saía do serviço e logo pegava o ônibus em direção à escola. No terceiro ano, estudei em uma escola particular, porque o colégio público onde eu estudava entrava muito em greve e eu queria ter uma boa preparação para o vestibular daquele ano. Grande parte do meu salário como empregada doméstica passou a ser destinada à mensalidade da escola. Apesar de ser a caçula entre os meus irmãos, fui a primeira a concluir o ensino médio. Para me preparar para o vestibular, usava quase todo o meu tempo livre, em meio ao trabalho e escola. No meu quarto, cortava folhas com fórmulas importantes para que eu pudesse memorizar. Depois de tanta dedicação, fui aprovada no curso de Letras na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com habilitação em português e latim. Acesso ao ensino superior Nas últimas décadas, o Brasil adotou políticas públicas de inclusão no ensino superior - como as cotas para pessoas de baixa renda familiar, oriundos de escola pública ou pardos e negros. Houve também as criações de financiamento estudantil, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e as concessões de bolsas parciais ou integrais na rede privada, por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni). Apesar das medidas, especialistas afirmam que o acesso à educação superior ainda é para uma minoria no país. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de baixa renda tem atraso escolar quatro vezes maior que as pessoas com rendimentos maiores. "Houve aumento no acesso ao ensino superior nas últimas décadas, com as políticas de expansão da educação superior e de ação afirmativa. Mas o percentual de alunos matriculados não é distribuído de maneira uniforme em termos de renda, cor e região do país", pontua a pesquisadora Rosana Heringer, doutora em Sociologia e professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os mais pobres são os que menos chegam ao ensino superior. Segundo Heringer, as razões para isso incluem desde a trajetória escolar, que muitas vezes tem um ensino fundamental e médio da pior qualidade, à entrada precoce - ainda no início da adolescência - no mercado de trabalho. A universidade Quando ingressei na universidade, ainda não haviam entrado em vigor políticas públicas de acesso ao ensino superior como as cotas para pessoas de baixa renda. Mesmo não tendo a oportunidade de recorrer à cota na minha época, sei que é uma medida muito necessária. É como se fosse um paliativo até que a educação básica seja equiparada (entre escolas públicas e privadas). Na universidade, me encantei pela literatura latina, principalmente pela mitologia greco-romana. Por isso, decidi que queria trabalhar, principalmente, com o latim. Durante a graduação, minha rotina de aprendizado continuou a mesma do ensino médio: estudar durante a madrugada. Enquanto as pessoas liam os textos para as aulas durante o dia ou no trabalho, eu não poderia deixar o banheiro cheio de água ou parar outra atividade para ler. Então, minha vida sempre foi estudar na madrugada. Dormia de quatro a seis horas por dia. Virar a noite sempre foi comum para mim. No começo da graduação, mudei de casa e passei a trabalhar com uma nova família. Nesse novo trabalho, sofri muita humilhação. A avó do meu patrão guardava toda a comida do almoço na geladeira, pegava um pote com o almoço do dia anterior e dizia que eu deveria comer aquilo. Mesmo sobrando, ela não deixava que eu comesse a mesma comida que haviam almoçado naquele dia. O meu prato, copo e talheres eram separados. Diziam que eu não poderia usar os mesmos itens da família. Me sentia como uma peça da casa. Esse era um dos principais motivos para que eu quisesse deixar de ser empregada doméstica o quanto antes. Passei pouco mais de um ano nessa casa. Pouco após entrar na universidade, abandonei o serviço fixo como doméstica e me tornei diarista. Foi até mesmo uma forma para conciliar com a universidade, porque comecei a fazer algumas disciplinas durante a tarde. Eu fazia as diárias nas casas de estudantes e de servidores da universidade. Um ia contanto para o outro sobre o meu trabalho e acabavam surgindo novos serviços. Eu estipulava os dias e horários em que poderia trabalhar, conforme as aulas de cada semestre. Os meus principais clientes eram universitários, que me pagavam para fazer faxinas em repúblicas. Era uma função, muitas vezes, complicada, porque alguns jovens não me respeitavam, eu recebia cantadas e chegaram a tentar me agarrar. Mesmo com dificuldades, nunca pensei em parar de fazer faxinas. Era a única forma que eu tinha para comprar os materiais necessários para a universidade e pagar o meu próprio almoço. Nem sempre eu tinha dinheiro para comer e, por isso, uma professora costumava me ajudar. Ela sabia das minhas dificuldades, então me chamava para fazer faxinas e também me levava para almoçar em sua casa. Um dos pontos positivos em ter sido diarista é que conheci pessoas incríveis nesse período. Aos 21 anos, concluí a graduação. Ainda continuei trabalhando como diarista, pois estava desempregada. Na época, fiz um processo seletivo e fui aprovada no mestrado em estudos literários, com foco na literatura latina, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. Juntei dinheiro e me mudei para Belo Horizonte. Fiz o mestrado na UFMG por um ano. Na época, não consegui nenhum tipo de bolsa para me ajudar financeiramente. Por isso, precisei me dividir entre os estudos e algumas faxinas. Mas consegui poucos trabalhos como diarista naquela região, pois conhecia poucas pessoas. Quando estava na metade desse mestrado, o pouco dinheiro que eu tinha foi levado durante um assalto. Não tive condições financeiras para me manter em Belo Horizonte e voltei para Juiz de Fora. Eu ainda planejava concluir o mestrado na capital, mas a minha orientadora da época me desestimulou. Ela me disse que eu deveria escolher entre trabalhar ou estudar, porque eu deveria me dedicar totalmente aos estudos. Eu expliquei que não tinha bolsa na universidade, então precisava trabalhar, porque senão poderia até ficar sem comer. Mas ela não entendeu. Por fim, desisti desse primeiro mestrado. Nesse mesmo ano, me tornei professora substituta na UFJF. O contrato era de dois anos. A partir de então, abandonei a função de diarista. O salário como professora era quatro vezes maior do que o que eu ganhava com faxinas. Com o primeiro salário, reformei o telhado da casa dos meus pais (hoje já falecidos). Chovia muito dentro de casa e ajudá-los. Para mim, isso foi a minha independência. Apesar de ter começado a trabalhar cedo, aquele momento foi a primeira vez em que vi que poderia fazer algo para ajudar meus pais. Comecei a namorar. Meu companheiro, que hoje é meu marido, cursava física na UFJF. Ele passou em um concurso público para lecionar em Volta Redonda (RJ). Eu disse que me mudaria com ele somente se eu fosse aprovada e conseguisse bolsa em um mestrado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fiz a prova e fui selecionada para o mestrado na UFRJ, com bolsa. Me mudei para Volta Redonda com o meu companheiro. Em uma motocicleta, percorria quase diariamente os cerca de 130 quilômetros que separam Volta Redonda, onde morávamos, e a capital do Rio de Janeiro. Quando concluí o mestrado, logo comecei o doutorado em letras clássicas, onde também consegui bolsa para me manter. Pós-graduação De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Brasil havia, até o fim do ano passado, 131,6 mil pessoas matriculadas em mestrados e 114,8 mil matriculados em doutorados - os dados correspondem a diferentes áreas de estudos. Em 2019, segundo a Capes, foram destinadas 95 mil bolsas divididas entre mestrado (R$ 1,5 mil cada bolsa), doutorado (R$ 2,2 mil) e pós-doutorado (R$ 4,1 mil) no Brasil. A Capes afirma que concede bolsas de estudo para estimular a "formação de recursos humanos de alto nível, consolidando assim os padrões de excelência imprescindíveis ao desenvolvimento do Brasil." Em 2019, a entidade anunciou contingenciamento de despesas e cortou mais de 11 mil bolsas de diferentes áreas. O fato causou revolta e especialistas disseram que traria graves prejuízos à pesquisa no país. Posteriormente, a Capes anunciou gradativamente, ao longo do ano passado, a retomada das bolsas. No fim do ano, segundo a entidade, todas haviam sido retomadas, após liberação total dos R$ 3, 98 bilhões que eram aguardados para 2019. Diretora de avaliação da Capes, Sônia Báo ressalta que as bolsas são fundamentais para que muitos pesquisadores e estudantes consigam continuar com suas atividades. Apesar de não haver dados específicos sobre o tema, ela afirma que nos últimos anos houve aumento no número de pessoas com menor renda na pós-graduação. "As políticas, atualmente, iniciam-se no acesso ao ensino superior uma vez que 50% das vagas da Universidades Públicas são destinadas aos estudantes provenientes de escolas públicas (cotas sociais). Este é um início para que a carreira acadêmica possa ser seguida. No entanto, seguir a carreira acadêmica envolve outros aspectos, onde destaco a paixão pelo ensinar e fazer pesquisa", afirma Sônia. Para as pessoas de baixa renda que não conseguem bolsas, muitas vezes torna-se impossível concluir uma pós-graduação, segundo estudiosos. Um dos principais motivos é que essas áreas costumam exigir dedicação quase exclusiva do acadêmico e podem impedi-lo de ter um emprego fixo. "Tive estudantes de pós-graduação em com rendas menores que tiveram dificuldades de acompanhar e concluir o curso, principalmente em função das dificuldades econômicas", declara Rosana Heringer. Depois de formados, um dos dilemas enfrentados por muitos que concluem o mestrado ou doutorado é a busca por um emprego na área. "Hoje existe um maior acesso aos cursos de pós-graduação e, por consequência, um número maior de concluintes. Não é possível generalizar, pois em muitas áreas os recém mestres e recém doutores são demandados e há mais oportunidades. Mas, em outras áreas, onde há menor demanda por profissionais com esta qualificação, é mais difícil para mestres e doutores conseguirem se inserir no mercado de trabalho em ocupações correspondentes ao seu nível de formação", explica Rosana Heringer. "Temos visto muitos doutores que terminam por trabalhar em atividades que exigem menor qualificação, situação relacionada também à crise do mercado de trabalho brasileiro. Dada esta precariedade no mercado de trabalho acredito que para muitos profissionais a situação é mais difícil hoje", acrescenta Heringer. Simone, a filha e o marido: ela quer que a garota aprenda desde cedo sobre a importância da educação Arquivo pessoal 'As bolsas foram fundamentais' Em novembro passado, concluí o doutorado. Somente terminei o mestrado e o doutorado porque tive bolsas. Não conseguiria essa formação se não fossem esses auxílios. Não considero que minha história seja exemplo de meritocracia, pois sei que sou o que sou porque tive acesso a políticas públicas voltadas para a educação. Existiria meritocracia se todas as pessoas tivessem as mesmas oportunidades e o mesmo modo de vida. Entre as pessoas que tinham mesmo estilo de vida que o meu, poucas conseguiram concluir a graduação. Agora que concluí o doutorado, estou em busca de um emprego como professora de latim. A grande dificuldade é que não se dá aula de latim em qualquer lugar. Mas seguirei tentando. Porém, não descarto, daqui a algum tempo, se nada aparecer, atuar em outras áreas, talvez como professora de português. Por enquanto, tenho administrado uma loja de produtos geeks em Volta Redonda, que é do meu marido e um sócio dele. Hoje me divido entre o trabalho na loja e os cuidados com a minha filha, de três anos. Quero que ela entenda a importância do estudo e tenha uma infância mais tranquila que a minha. Porque quando eu era criança e adolescente, nunca tive tempo para grandes aspirações. Só imaginava que o estudo era a única forma de mudar a minha realidade.
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17/01 - Enem 2019: resultado é divulgado nesta sexta-feira pelo Inep; saiba como consultar a nota
As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) saem nesta sexta-feira (17). Com o resultado em mãos, os alunos podem se programar para concorrerem às vagas ao ensino superior e a programas como Sisu, Prouni e Fies. Enem 2019, caderno azul para PPL e quem pediu reaplicação da prova Reprodução/Inep As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira (17) por volta de 8h30. Para acessar o resultado, os candidatos que fizeram o exame devem entrar na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/), incluir o CPF e a senha cadastrada (veja abaixo como recuperar a senha para consultar resultado). Resultados do Enem 2019 já estão disponíveis Os participantes poderão consultar a nota da redação (que varia de zero a 1 mil) e o desempenho em cada área de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática. De acordo com o Inep, 3.709.809 pessoas fizeram as provas do Enem 2019 – em 3 e 10 de novembro – 72,81% dos 5.095.388 inscritos. Quem fez a prova como “treineiro”, ou seja, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio, terão que esperar até março do ano que vem para acessar o boletim individual. Entenda para que serve a nota do Enem Nota do Enem é calculada por método 'antichute'; saiba como funciona o TRI O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, vão conceder uma entrevista coletiva para apresentarem os resultados, às 10 horas, desta sexta-feira (17). Espera A espera pela divulgação dos resultados individuais gerou alguns memes nas redes sociais. Confira abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Como recuperar a senha do Enem? Para quem não se lembra da senha para acessar a Página do participante, é importante já iniciar o processo para a sua recuperação. O procedimento pode ser feito através do portal e do aplicativo do Enem. Passo a passo para recuperar a senha da página do participante: Acesse o endereço eletrônico https://enem.inep.gov.br/participante/#!/ Responda ao desafio de figuras solicitado no campo Insira seu CPF Clique em “esqueci minha senha” no canto inferior direito da tela Clique em “enviar senha” Aguarde uma nova senha ser enviada para o seu e-mail cadastrado Assim que tiver a nova senha, digite-a no sistema para conferir seu resultado Acabou o Enem, e agora - veja a íntegra do programa do G1 Com a nota do Enem em mãos o estudante pode candidatar à vagas de diversas universidades (públicas e particulares) e aos programas de acesso ao ensino superior - Sisu, Prouni e Fies. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o Enem é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o "gao kao", prova de admissão ao ensino superior da China, com 9 milhões de candidatos. O G1 organizou os cronogramas do Sisu, Prouni e Fies, confira: Quando se inscrever no Sisu 2020? O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema do MEC que reúne centenas de milhares de vagas de graduação em universidades públicas brasileiras. Para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019, e não ter tirado nota zero na prova de redação. Com a nota do Enem 2019, os candidatos podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2020. O prazo começa na próxima terça (21) e encerra as 23h59, na sexta-feira (24). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/. Neste primeiro semestre, serão ofertadas 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. No site do Sisu é possível escolher duas opções de curso. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. Sisu 2020: dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre, que abre na próxima semana Cronograma do Sisu 2020: Abertura das inscrições: 21 de janeiro Fim das inscrições: 23h59 de 24 de janeiro Resultado: 28 de janeiro Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas pelos candidatos no Programa Universidade para Todos (ProUni), Financiamento Estudantil (Fies), e em 37 universidades de Portugal. Veja abaixo os cronogramas para o Prouni e para o Fies. Quando abre Prouni? O Programa Universidade Para Todos (Prouni) oferece bolsas de estudo parciais (que cobrem 50% da mensalidade) e integrais em universidades privadas em cursos de graduação e de cursos sequenciais de formação específica. O programa tem dois critérios de avaliação: desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a avaliação da renda familiar. Cronograma do Prouni 2020: Início das inscrições: 28 de janeiro Fim das inscrições: 31 de janeiro Primeira chamada: 4 de fevereiro Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 4 a 11 de fevereiro Segunda chamada: 18 de fevereiro Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 18 a 28 de fevereiro Adesão à lista de espera: 6 a 9 de março Quando abre o Fies 2020? O Programa de financiamento Estudantil (Fies) é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas e, atualmente, possui duas categorias: a primeira, oferece vagas com juros zero para os estudantes com renda mensal familiar de até três salários mínimos. Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada para os estudantes com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos. MEC prevê reduzir número de vagas do Fies a partir de 2021 Fies 2020: MEC divulga cronograma de programa de financiamento para estudantes do ensino superior Cronograma do Fies 2020: Inscrições: 5 a 12 de fevereiro Pré-seleção: 26 de fevereiro Chamada da lista de espera: 26 de fevereiro a 31 de março VÍDEOS O Tema É Enem Notas do Enem serão divulgadas nesta sexta-feira (17). Initial plugin text
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17/01 - Governo divulga aumento do piso salarial de professores do ensino básico, já previsto em lei de 2008
Aumento anunciado por Weintraub em live com o presidente já estava previsto na Lei do piso. A Lei prevê um reajuste automático a partir do valor mínimo por aluno pago pelo Fundeb, que neste ano teve crescimento. O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Educação, Abraham Weintraub anunciaram, nesta quinta-feira (16), em uma Live o aumento do piso salarial dos professores da educação básica em início de carreira, de R$ 2.557,74 para R$ 2.888,24. Este reajuste já estava previsto na Lei do Piso (Lei 11.738), de 2008, que estabelece aumento anual no mês de janeiro. Após ano turbulento, por que 2020 será decisivo para a educação no Brasil Weintraub garante que manterá Fundeb, mas diz que governo pretende apresentar PEC sobre o tema no Congresso MEC propõe aumentar repasse de 10% para 15% para o Fundeb Na prática, o governo apenas aplicou um reajuste automático e previsto na legislação. A lei determina o cálculo base do reajuste na variação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Como, neste ano, Estados e municípios tiveram uma receita maior, o valor mínimo repassado para alunos foi reajustado em 12, 84% -- porcentagem de aumento nos salários base dos professores (entenda o cálculo abaixo). Entenda o cálculo O Fundeb, criado em 2007 por uma lei que expira em 2020, reúne parte dos impostos arrecadados pelos estados e pelo Distrito Federal ao longo do ano. A União participa com 10% adicionais sobre esse somatório. Em 2019, o Fundeb reuniu R$ 166,61 bilhões. Esse montante, uma vez reunido, é repassado para as unidades da Federação que tiveram a menor arrecadação (e com isso, o menor investimento) por aluno. Em 2019, nove estados do Norte e do Nordeste receberam essa complementação. A previsão do governo era de que, com esse repasse, os alunos desses nove estados receberiam um investimento mínimo de R$ 3.238,52 por ano – valor 6,22% maior que o de 2018. Com a melhora na arrecadação dos estados, no fim do ano, esse valor subiu para R$ 3.440,29 – alta de 12,84%. Isso significa que, no ano passado, esse foi o investimento mínimo por aluno nos estados que investiram menos. A Lei do Piso prevê que esses mesmos 12,84%, referentes à alta no Fundeb por aluno, devem incidir sobre o piso dos professores. É por isso que, em 2020, o piso do magistério subirá de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24. Vídeo: O Futuro do Fundeb O futuro do Fundeb
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16/01 - Unicamp 2020: comissão libera comentários sobre propostas de redação e respostas esperadas nas provas de português e inglês
Universidade publicou 'gabaritos' das questões dissertativas e análises sobre as opções de texto apresentadas no exame. Ao todo, 12,2 mil disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Candidatos durante a 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Antoninho Perri/SEC Unicamp A Unicamp liberou na tarde desta quinta-feira (16) as respostas esperadas nas provas de português e inglês, além de comentários sobre as propostas de redação apresentadas na 2ª fase do vestibular 2020. Os exames foram feitos por 12,2 mil e o material está no site da comissão organizadora (Comvest). A avaliação aplicada domingo teve oito questões dissertativas de português, incluindo abordagens sobre obras literárias obrigatórias, e duas interdisciplinares de inglês. Já a prova de redação reuniu dois temas inéditos, e o candidato precisava escolher um deles: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou elaborar um texto de podcast para relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. Inicialmente, a Unicamp previa divulgar todos os gabaritos da 2ª fase nesta quinta-feira, mas a divulgação das respostas das provas específicas, realizadas na segunda, foi remarcada para sexta-feira. A universidade tem 2,5 mil vagas em 69 cursos. A 1ª chamada sai em fevereiro - veja abaixo calendário. Segundo a Comvest, 62% dos participantes fizeram uma crônica sobre micromachismos. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). As provas estão disponíveis no site da Comvest Novo formato altera peso das notas Esta é a primeira vez em que a 2ª fase do processo seletivo da universidade estadual teve dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três. O segundo dia, especificamente, apresentou aos candidatos seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e uma parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. A Comvest diz que a nova distribuição alterou a composição da nota na classificação. "Até ano passado, a prova de 1ª fase equivalia a 30% da nota dos aprovados. Nesse ano, funcionou como um grande filtro, e houve aumento do peso da nota da 2ª fase. As provas dessa etapa passaram a valer 65% da nota final, sendo outros 20% para redação e 15% para 1ª fase", diz o diretor, José Alves de Freitas Neto. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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16/01 - UFSJ divulga editais de concursos públicos para professores titulares e substitutos
As vagas são para as áreas de Geografia, Computação e Medicina. Confira detalhes, requisitos e período de inscrições. Campus Dom Bosco em São João del Rei da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) UFSJ/Divulgação A Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) divulgou três editais de concursos públicos para professores nas áreas de Geografia, Computação e Medicina. Há vagas tanto para professor titular quanto substituto e os períodos de inscrição variam. Para Geografia Humana, por exemplo, a vaga é para professor titular e o período de inscrição é de 28 de janeiro a 6 de março. A documentação deve ser enviada exclusivamente via correio para a Secretaria do Departamento de Geociências, Campus Tancredo Neves, Reuni I, sala 3.09ª, no endereço Av. Visconde do Rio Preto, s/nº, Colônia do Bengo, São João del Rei. A vaga é para profissionais graduados em Geografia e doutorado nas seguintes áreas: Sociologia, Filosofia, História, Antropologia, Educação, Direito, Turismo, Economia, Administração ou Arquitetura e Urbanismo. Para a vaga de professor titular em Imaginologia, as inscrições devem ser feitas entre os dias 27 de janeiro e 27 de fevereiro. As inscrições podem ser feitas presencialmente na Secretaria do Departamento de Medicina, Campus Dom Bosco, Pavilhão de Aulas, sala 4.17, localizada na Praça Dom Helvécio, 74, Fábricas, São João del Rei, ou por correio. Os candidatos interessados em concorrer à vaga devem ser graduados em Medicina e ter especialização em Imaginologia ou Medicina Nuclear. Para a vaga de professor substituto em Matemática da Computação as inscrições estão abertas e se encerram no dia 31 de janeiro. As inscrições podem ser feitas no Departamento de Ciência da Computação, Campus Tancredo Neves, sala 3.01-A, localizado na Rodovia BR-494, s/nº, Vila João Lombardi, São João del Rei, por correio ou presencialmente. O candidato interessado em concorrer à vaga deve ser graduado em alguma dessas áreas: Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia Computacional, Modelagem Computacional, Matemática, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecatrônica, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia de Controle e Automação ou Engenharia Civil. ´ É requisito também ter mestrado Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia Computacional ou Modelagem Computacional. Mais detalhes para cada uma das vagas estão disponíveis nos editais de Medicina, Geografia e Ciência da Computação.
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16/01 - O professor que quis ajudar um aluno angustiado e acabou inspirando centenas a desabafar
Na tentativa de ajudar um aluno que estava se distanciando dos colegas, professor da Paraíba acabou acolhendo os sentimentos de todas as suas turmas, em uma dinâmica que acabou se espalhando para outras escolas. Vianna recebeu mensagens de centenas de professores de todo o país interessados em replicar sua atividade Arquivo Pessoal/BBC Quando o professor paraibano Rilton Vianna decidiu ajudar um aluno que estava se isolando do restante da classe, conseguiu, sem querer, trazer à luz as angústias de todos os seus estudantes adolescentes — além de inspirar centenas de professores em outras partes do país. Essa história começa em abril do ano passado, quando Vianna — que é professor de português no ensino médio na cidade de Cajazeiras, interior da Paraíba — ouviu de uma aluna que um colega dela estava com baixa autoestima e cada vez mais distante dos colegas. "O que podemos fazer por ele?", pensou Vianna na época. Uma conversa direta talvez afastasse o aluno; mencioná-lo em sala de aula certamente o constrangeria. Vianna, então, bolou uma atividade para incluir toda a turma, com a intenção de, indiretamente, ajudar o aluno. "Escrevam em um papel uma angústia que estejam sentindo", pediu Vianna a metade dos alunos da turma. O texto era escrito anonimamente e podia se relacionar a angústias da vida escolar ou familiar. "Escrevam em um papel uma mensagem de apoio ou conforto", pediu ele à outra metade da classe. Podiam ser mensagens genéricas ou mais específicas, para motivar seus colegas. As mensagens foram misturadas, a classe formou um círculo e Vianna sorteou quem iria ler o quê. "Quem tiver em mãos um papelzinho com uma angústia, leia-a em voz alta. E todos aqueles que se identificarem com aquela angústia, deem um passo à frente." E daí começaram a vir à tona as aflições dos adolescentes: baixa autoestima, dificuldade em conversar com os pais, não se sentir bom o bastante, a pressão em se preparar para o vestibular, sensação de ser invisível ou incompreendido por parte dos adultos. A cada papel lido, muitos davam um passo à frente. Em seguida, Vianna pedia que alunos que tivessem em mãos mensagens de conforto as lessem também. "Nenhum leu a própria angústia, mas dava para ver a comoção deles" ao se identificar com os sentimentos dos colegas, conta Vianna à BBC News Brasil. Alguns choraram, outros espontaneamente interrompiam a sessão para dar abraços nos amigos. "Uma das maiores lições que tirei disso é que os adolescentes não se sentiam ouvidos. Não achavam que havia espaço para darem sua opinião", diz o professor. E nenhum aluno zombou do outro durante a atividade. "Fiquei pensando que algum poderia ridicularizar o outro, mas ninguém tirou onda. Até meninos mais conhecidos por serem fechados ou brincalhões demonstraram comoção." Initial plugin text Post viral A atividade foi aplicada nas seis turmas de ensino médio de Vianna e acabou repercutindo muito além do que ele esperava. Ele tinha poucos seguidores no Twitter e no Instagram quando contou a experiência nas redes sociais. "Dou aula à galera de ensino médio há uns oito anos e só agora vim perceber o quão carentes nossos adolescentes são de serem ouvidos", escreveu na época. "Fiquei impressionado porque, em todas as turmas, quando o assunto era incompreensão da família, falta de diálogo ou distanciamento dos pais, o número de pessoas que deram um passo à frente foi muito alto. Às vezes, os alunos chegam à escola com a mochila carregada não só de livros, mas também de angústias." O post acabou viralizando, e Vianna foi inundado por centenas (ele estima 500) de mensagens de outros educadores brasileiros — desde professores universitários até educadores de jovens em processo de reabilitação — interessados em replicar a ideia. 'Alunos estavam sufocados' Entre esses educadores estavam Maura Silva e Mariane Carvalho da Rocha, professoras, respectivamente, de matemática e espanhol em uma escola estadual em Bocaina, no Piauí. Elas estavam especialmente preocupadas com uma turma de ensino médio que estava desmotivada, desinteressada e desconcentrada das aulas. Quando leram sobre a atividade na Paraíba, em maio, resolveram testá-la. "Se eu te disser que isso está rendendo (frutos) até hoje, você acredita?", diz Silva à BBC News Brasil. Assim como em Cajazeiras, a dinâmica em Bocaina teve lágrimas e desabafos dos alunos. Mariane Rocha e Maura Silva promoveram a dinâmica em escola no Piauí e se surpreenderam com o que ouviram dos alunos Arquivo Pessoal/BBC "Sinto falta de mais carinho", escreveu um dos estudantes, anonimamente. "Quem nunca se sentiu assim?", perguntaram às professoras à sala, enquanto muitos davam um passo à frente. "Nos surpreendeu muito como os alunos estavam se sentindo sufocados", prossegue Silva. "Nos chamaram a atenção os relatos de vida. Às vezes a gente olha para a disciplina (dada em aula), sem ter ideia de o que está passando na cabeça deles." Tratando-se de uma cidade pequena (Bocaina tem, segundo o IBGE, 4,5 mil habitantes), Silva passou a receber até visitas dos alunos querendo desabafar. Vieram à superfície desde dificuldades cotidianas até casos mais graves de abuso e doenças mentais, o que levou as professoras a buscar ajuda psicológica para lidar com as situações mais extremas. "Descobrimos problemas dos jovens em casa que afetavam seu desempenho em sala de aula", explica. "Começamos a ver os alunos de forma diferente." 'Porta aberta' para falar de sentimentos Enquanto isso, em Cajazeiras, Viana recebia mensagens de pais dos alunos. "Eles agradeceram, dizendo que os filhos estavam mais abertos (ao diálogo) em casa. Na adolescência, muitos se isolam dos pais, perdem a paciência. O mais importante é que eles passaram a se sentir mais abertos a falar sobre os próprios sentimentos. É preocupante que adolescentes não tenham com quem se abrir, ou sintam que não têm com quem se abrir." Vianna conta que a experiência melhorou o clima em sala de aula pela sensação de que os alunos passaram a ter "uma porta aberta" para a conversa. E o professor também mudou suas próprias aulas. Para dar continuidade à "dinâmica da empatia", como ele a chamou, Vianna passou a promover debates semanais com seus alunos sobre temas do cotidiano ou da vida pessoal deles. O professor passou a ser mais sensível ao clima da classe. "Já teve vezes em que preparei uma aula e, quando via que a turma não estava bem (para acompanhar), mudava de rumo. Foi algo que a dinâmica da empatia me ensinou. O que realmente marca os alunos são as pequenas coisas que fazemos por eles." Em Bocaina, Silva ficou com sensação semelhante. Lá, também houve um esforço para dar continuidade ao projeto, criando planos multidisciplinares que ajudassem a manter a turma de alunos motivada. "Acho que é uma dinâmica que vale a pena repetir quando sentir que é necessário" para lidar com problemas em sala de aula, opina a professora. "Ou mesmo só para criar um laço entre professor e aluno que vá além da disciplina." VÍDEOS SOBRE EDUCAÇÃO Alunos de zonas ribeirinhas de Manaus voltam às aulas com calendário antecipado Ministério da Educação planeja descartar 2,9 milhões de livros didáticos nunca usados Psiquiatra orienta como ajudar jovens a lidar com os sentimentos
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16/01 - UFJF divulga resultado final do Módulo III do Pism 2020
Os aprovados devem ficar atentos para as datas e horários para pré-matrícula online e matrícula presencial. Campus em Juiz de Fora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Carlos Mendonça/Prefeitura de Juiz de Fora A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta quinta-feira (16) o resultado final do Módulo III do Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism) 2020. As notas atualizadas após os pedidos de recursos estão disponíveis no site da Coordenação Geral de Processos Seletivos (Copese). De acordo com a UFJF, nesta edição foram distribuídas 2.303 vagas em 76 cursos para o primeiro semestre, sendo 1.167 vagas no campus de Juiz de Fora e, 213 no campus de Governador Valadares. No site da instituição também foram disponibilizadas as pontuações máximas e mínimas para aprovação no triênio 2017-2019. A maior nota foi do curso de Medicina pela cota E, que alcançou 1.136 pontos. Os candidatos que não foram aprovados devem ficar atentos ao cronograma de reclassificação, que prevê cinco chamadas para o primeiro semestre e nove para o segundo. O primeiro edital será divulgado no dia 12 de fevereiro. Os aprovados devem consultar o site da UFJF para conferir as datas e horários para pré-matrícula online e matrícula presencial. Os cronogramas variam de acordo com os cursos.
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16/01 - Nota do Enem 2019 será divulgada nesta sexta; saiba como recuperar a senha para conferir o resultado
É possível recuperar a senha ou mesmo resetá-la e fazer uma nova antes da divulgação dos dados individuais. Provas do segundo dia do Enem 2019 Ana Carolina Moreno/G1 As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 serão divulgadas nesta sexta-feira (17). Para ter acesso ao desempenho, o estudante terá que entrar na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/), incluir o CPF e a senha cadastrada. Quem não lembra da senha não precisa esperar sair o resultado para resolver o problema: é possível tentar recuperá-la ou mesmo resetá-la e fazer uma nova antes da divulgação dos dados individuais. Entenda para que serve a nota do Enem Nota do Enem é calculada por método 'antichute'; saiba como funciona o TRI Sisu, Prouni e Fies: veja datas para o 1º semestre de 2020 Passo a passo para recuperar a senha do Enem: Acesse o endereço eletrônico https://enem.inep.gov.br/participante/#!/ Responda ao desafio de figuras solicitado Insira o CPF Clique em “esqueci minha senha” no canto inferior direito da tela Clique em “enviar senha” Aguarde uma nova senha ser enviada para o seu e-mail cadastrado Assim que tiver a nova senha, digite-a no sistema para conferir seu resultado após a divulgação Caso a senha demore para ser enviada ao e-mail cadastrado, o Ministério da Educação orienta que o estudante procure na caixa de spam. Se o candidato não tiver mais acesso ao e-mail cadastrado, é possível mudar o cadastro e inserir outro endereço – mas, para isso, é preciso lembrar qual foi o e-mail usado antes e responder a algumas perguntas de confirmação. Para fazer a troca, clique em “alterar e-mail”. O MEC também disponibiliza um telefone para tirar dúvidas dos estudantes. o número é: 0800 616161. VÍDEOS Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Como funciona o acesso a universidades com a nota do ENEM Initial plugin text
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15/01 - Unicamp 2020: comissão divulga gabarito da prova de português e comentários sobre propostas de redação nesta quinta-feira
Universidade irá publicar respostas esperadas para questões dissertativas e análises sobre as opções de texto apresentadas no exame. Ao todo, 12,2 mil disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. Estudantes durante a 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Antoninho Perri/SEC Unicamp A Unicamp confirmou nesta quarta-feira (15) que as respostas esperadas nas provas de português e inglês da 2ª fase do vestibular 2020 serão divulgadas nesta quinta-feira. Além disso, os candidatos também podem conferir os comentários sobre as propostas de redação apresentadas na avaliação realizada por 12,2 mil estudantes no domingo. O material será disponibilizado no site da instituição. O exame foi formado por oito questões dissertativas de português, incluindo abordagens sobre obras literárias obrigatórias, e duas interdisciplinares de inglês. Já a prova de redação teve dois temas inéditos, e o candidato precisava escolher um deles: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou elaborar um texto de podcast para relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. Inicialmente, a Unicamp previa divulgar todos os gabaritos da 2ª fase nesta quinta-feira, mas a divulgação das respostas das provas específicas, realizadas na segunda, foi revista para sexta-feira. A universidade tem 2,5 mil vagas em 69 cursos. A 1ª chamada sai em fevereiro - veja abaixo calendário. Segundo a Comvest, 62% dos participantes fizeram uma crônica sobre micromachismos. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). As provas estão disponíveis no site da Comvest Novo formato altera peso das notas Esta é a primeira vez em que a 2ª fase do processo seletivo da universidade estadual teve dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três. O segundo dia, especificamente, apresentou aos candidatos seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e uma parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. A Comvest diz que a nova distribuição alterou a composição da nota na classificação. "Até ano passado, a prova de 1ª fase equivalia a 30% da nota dos aprovados. Nesse ano, funcionou como um grande filtro, e houve aumento do peso da nota da 2ª fase. As provas dessa etapa passaram a valer 65% da nota final, sendo outros 20% para redação e 15% para 1ª fase", diz o diretor, José Alves de Freitas Neto. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão Provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2% Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/01 - Unicamp 2020: crônica sobre micromachismos foi proposta escolhida por 62% na prova de redação na 2ª fase, diz comissão
Diretor destaca 'apelo emocional' e diz que resultado indica maior proximidade entre estudantes e tema. Gabaritos devem ser divulgados na quinta e 1ª chamada está prevista para fevereiro. Candidatos durante 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Antonio Scarpinetti Elaborar uma crônica sobre micromachismos na sociedade foi a proposta de redação escolhida por 62% dos participantes da 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp, segundo levantamento realizado pela comissão organizadora (Comvest). Ao todo, 12,2 mil candidatos participaram desta etapa de seleção para 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. A 1ª chamada sai em fevereiro - veja abaixo calendário. A outra proposta disponibilizada pela universidade estadual foi a elaboração de um texto para a plataforma podcast onde são relacionadas biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. A 2ª fase do exame foi encerrada na segunda-feira e os gabaritos devem ser divulgados nesta quinta-feira (16). O diretor da comissão, José Alves de Freitas Neto, avalia que o resultado indica maior proximidade entre os estudantes e o tema proposto, embora o gênero textual cobrado tenha sido uma crônica. "O tema do micromachismo e as situações ali relatadas são conhecidas, vivenciadas no cotidiano de nossas vidas. Além disso, o assunto tem perpassado diferentes grupos sociais e, mesmo em um contexto complexo como o que estamos vivendo no mundo, a afirmação dos direitos das mulheres é uma pauta urgente", destaca. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto Antoninho Perri/SEC Unicamp Sobre a segunda proposta, ele considera que os candidatos tinham condições de explorar o assunto e atender aos pedidos dela. Conduto, explica, não teve o mesmo "apelo emocional" do que a outra. "Houve grande euforia por ver um texto para podcast, por ser uma mídia muito difundida entre os jovens, mas o assunto do micromachismo mostrou-se mais estimulante", falou o diretor ao lembrar que acompanhou manifestações de estudantes nas redes sociais sobre as propostas da Unicamp. 2ª fase Esta etapa do vestibular foi encerrada na tarde desta segunda-feira, com questões que foram desde a importância do "arroz e feijão" até debates na web sobre a negação do Holocausto. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). As provas estão disponíveis no site da Comvest Novo formato altera peso das notas Esta é a primeira vez em que a 2ª fase do processo seletivo da universidade estadual teve dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três. No primeiro dia, além da redação, os candidatos precisaram resolver oito questões de português e duas interdisciplinares de inglês. Já no segundo, foram seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e uma parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Freitas Neto destaca que a nova distribuição alterou a composição da nota para classificação. "Até ano passado, a prova de 1ª fase equivalia a 30% da nota dos aprovados. Nesse ano, ela funcionou como um grande filtro, e houve aumento do peso da nota da 2ª fase. As provas dessa etapa passaram a valer 65% da nota final, sendo outros 20% para redação e 15% para a 1ª fase." Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão Provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2% Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/01 - Weintraub garante que manterá Fundeb, mas diz que governo pretende apresentar PEC sobre o tema no Congresso
Fundo da educação básica vence em dezembro de 2020. Proposta que tramita no Congresso prevê que governo federal contribua com 40% da verba, em 10 anos. Ministro da Educação diz que proposta da PEC será de 15%. O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, declarou na tarde desta terça-feira (14) que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está garantido, mas que governo vai encaminhar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para ser debatida ao longo deste ano no Congresso. A declaração, em vídeo postado na conta do Twitter, ocorre após Weintraub defender começar do zero debate sobre o fundo no Congresso. Weintraub defende ‘começar do zero’ discussão sobre Fundeb no Congresso Relatora quer Fundeb permanente com 40% de recursos da União No vídeo, o ministro afirmou que o governo tentou criar 'critérios técnicos' para a proposta do Fundeb. "Infelizmente, prevaleceu a demagogia, então a decisão do governo federal é enviar um Projeto de Emenda Constitucional nosso para tramitar durante este ano no Congresso Nacional", diz o ministro. Weintraub afirma que os recursos para a educação básica são prioridade do governo. "É prioridade total e isso está garantido. O governo Bolsonaro não vai deixar faltar recurso, em hipótese alguma, para a educação básica, seja onde for", disse o ministro. Vencimento em 2020 O Fundeb é repassado pela União às secretarias estaduais e municipais. Os recursos são uma complementação para a educação básica, que vai do ensino infantil ao médio. A lei atual prevê o fim do fundo em 2020 e, por isso, o Congresso discute um novo formato para restabelecê-lo. Atualmente, a União contribui com 10% para o Fundeb. A relatora do projeto debatido no Congresso, a deputada Dorinha Rezende (DEM-TO), propôe aumento escalonado em 10 anos, passando a 15% no ano seguinte à entrada em vigor da proposta, 25% no quinto ano e 40% no 11º ano. “Hoje nós temos o fundo, que 90% desse é bancado por Estados e municípios. A União coloca 10%, que são R$ 14 bilhões. Os Estados redistribuem e complementam com R$ 22 bilhões”, disse a relatora. Em setembro, o Ministro declarou que discordava dos critérios incluídos na proposta da relatora Dorinha Rezende (DEM-TO), que defende o aumento da participação da União, dos atuais 10%, para 40% no longo prazo. Fachada do Ministério da Educação, em Brasília Marcos Oliveira/Agência Senado Cálculos divergentes Para chegar aos 40%, a proposta da deputada Dorinha prevê que novas fontes de arrecadação sejam destinadas ao Fundeb. A lista inclui 75% de tudo que União, estados, municípios e DF arrecadarem em royalties de extração mineral – inclusive, petróleo e gás. Segundo Weintraub, o governo federal discorda dessa possibilidade. O MEC se baseia em estudos que estabelecem um investimento mínimo de R$ 4,3 mil por aluno, por ano, e diz que os 15% de verbas federais são suficientes para atingir esse patamar. “A previsão do preço do petróleo é muito volátil. Quando ela introduz critérios como esse, e ainda dá um exponencial de trazer 40% em vez de 15%, ela aumenta essa volatilidade, trazendo mais instabilidade. Tecnicamente, foi uma surpresa, e a gente está retirando o apoio”, disse o ministro. Estratégia em estudo O MEC não informou como essa mudança de postura será colocada em prática no Congresso. Segundo a declaração do ministro, nesta terça-feira (14), o governo pode enviar um novo texto, com os 15% defendidos pela equipe econômica, ou pode só pedir que a base aliada rejeite o relatório da deputada Dorinha Rezende. “Estamos abertos ao diálogo com o parlamento, respeitamos o parlamento. Falando em nome do Ministério da Economia e do governo federal, a proposta não está alinhada com o equilíbrio fiscal, a solvência fiscal a longo prazo do país”, disse Weintraub. Nos últimos meses, equipes do Ministério da Economia e do MEC fizeram diversas reuniões com parlamentares ligados à educação para debater o novo Fundeb. Há, no Congresso, pelo menos três projetos simultâneos sobre o tema – o percentual de 40% é o mais ambicioso dentre eles. Como funciona? Atualmente, o Fundeb reúne percentuais fixos da arrecadação de impostos de estados e municípios. Depois que esse valor é calculado, o governo federal complementa o fundo com 10% adicionais do montante. Esses 10% servem para complementar o orçamento de Estados e municípios que arrecadam menos, diminuindo as desigualdades regionais. Mas, especialistas argumentam que o valor é insuficiente e, por isso, alunos do Centro-Sul recebem mais verbas para educação pública que os do Norte e Nordeste. O Ministério da Educação defende que esse percentual chegue aos 15%, gradativamente e com cláusulas de desempenho dos governos beneficiados. Já a proposta elaborada pela deputada Dorinha prevê 15% no ano seguinte à entrada em vigor das novas regras, 25% no quinto ano e 40% no décimo primeiro ano. O governo federal diz que, se isso acontecer, todo o esforço de economia da Reforma da Previdência pode “escoar” para bancar esse repasse à educação básica. Durante a apresentação do relatório na quarta, a deputada apresentou números da consultoria legislativa da Câmara que apontam impacto de R$ 279 bilhões para a União em 10 anos. Ela, no entanto, não soube informar a base do cálculo e nem se esses valores foram corrigidos pela inflação. O futuro do Fundeb
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14/01 - Jardim Botânico abre inscrições para visitas escolares em Juiz de Fora
De acordo com a UFJF, professores podem realizar o agendamento para o período entre 4 de fevereiro e 3 de abril através da internet. Estudantes são acompanhados por monitores de educação ambiental Raul Mourão/UFJF Estão abertas as inscrições as visitas escolares orientadas ao Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Professores interessados podem realizar o agendamento para o período entre 4 de fevereiro e 3 de abril através da internet. De acordo com a UFJF, estão disponíveis 56 vagas para o período e, posteriormente, será aberto o agendamento para os meses seguintes. Ao longo do ano passado, o Jardim Botânico recebeu aproximadamente oito mil estudantes e professores de mais de 200 escolas. Os horários de visitação das turmas escolares são: de terça a sexta-feira, das 8h às 11h ou das 13h às 16h. As visitas orientadas têm vagas para estudantes desde o primeiro ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio. Por período de agendamento, cada escola pode solicitar até quatro visitas. A medida tem o objetivo de garantir que seja atendido o maior número possível de instituições de ensino. Para as visitas, as escolas têm a opção de realizar um percurso livre ou de seguir por um dos cinco roteiros preparados pela equipe de educação ambiental. Confira as opções: Os grandes grupos vegetais Diversidade vegetal e etnobotânica Processos e relações ecológicas Socioambientalismo Mitos, heroínas e heróis brasileiros Em todas as visitas, os grupos são acompanhados por monitores de educação ambiental, que são estudantes da UFJF.
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14/01 - UFSCar divulga resultado do vestibular indígena 2020; veja lista
Prazo para solicitação de matrícula dos convocados vai até o dia 20 de janeiro. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Claudinei Junior/G1 A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) divulgou nesta terça-feira (14) o resultado da seleção específica para ingresso de estudantes indígenas nos cursos de graduação presenciais da Instituição em 2020. Neste primeira chamada, foram convocados 92 estudantes, sendo 61 para cursos ofertados em São Carlos, 18 para cursos do Campus Sorocaba, cinco para as graduações do Campus Araras e oito para o Campus Lagoa do Sino, em Buri. Veja lista dos 92 estudantes indígenas aprovados na UFSCar O prazo para solicitação de matrícula vai 20 de janeiro. A solicitação deve ser feita exclusivamente por meio do formulário eletrônico disponibilizado pela Coordenadoria de Ingresso na Graduação (CIG) da UFSCar. Lennon Corezomaé foi o primeiro indígena a cursar mestrado na UFSCar Lidiane Volpi/UFSCar 13ª edição Essa foi a 13ª edição consecutiva do Vestibular Indígena da UFSCar, como parte do Programa de Ações Afirmativas da Universidade, aprovado em 2007 pelo Conselho Universitário (ConsUni). Essa foi a quinta edição em que as provas foram aplicadas em Manaus (AM), Recife (PR) e São Paulo e, pela segunda vez, na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM), município com a maior população indígena do Brasil e que foi o local com o maior índice de candidatos inscritos e presentes. A relação dos convocados em segunda chamada será divulgada no dia 22 de janeiro. O calendário completo de chamadas pode ser consultado no edital. Outras informações podem ser obtidas por meio de contato online com a CIG ou pelo telefone (16) 3351-8152. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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14/01 - Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre, que abre na próxima semana
Edição terá 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Para participar, é preciso ter feito o Enem. Os candidatos já podem pesquisar as vagas disponíveis no site do Sisu. Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por computadores e dispositivos móveis Reprodução/Sisu De terça-feira (21) até sexta-feira (24), estará aberta a inscrição para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O sistema permite que candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) disputem uma vaga nas universidades públicas participantes. São 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Sisu, Prouni e Fies: veja datas para o 1º semestre de 2020 A inscrição é feita pela internet com a nota do Enem, que deve ser divulgada nesta sexta-feira (17), segundo o calendário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela prova. No site do Sisu, é possível escolher duas opções de cursos, em diferentes universidades federais e estaduais espalhadas pelo país. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. Para fazer esse planejamento, basta acessar o site http://sisu.mec.gov.br/cursos e fazer a escolha por nome do curso, instituição ou município. O G1 preparou uma série de dicas para o candidato se sair bem na seleção. Respondemos as seguintes questões: O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu? Para qual universidade posso me inscrever no Sisu? Que curso escolher? Qual a vantagem de me inscrever no Sisu? Com o que devo me preocupar antes da abertura do Sisu? Eu preciso entrar no sistema do Sisu todos os dias? Como funciona a lista de espera do Sisu? Posso me candidatar pelo sistema de cotas no Sisu? Se eu não conseguir entrar na faculdade pelo Sisu, o que posso fazer? Confira abaixo: O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu: As inscrições vão de 21/1 a 24/1; É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção); O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem; A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1; Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso; O resultado da chamada regular sai no dia 28/1; Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo); O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2; A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4; Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador Para qual universidade posso me inscrever no Sisu? Que curso escolher? Entre no site do Sisu; Pesquise por universidade, curso, ou município. Mesmo antes do período de inscrição, o candidato já pode consultar o site do Sisu para saber quais universidades participam da seleção e quais cursos elas oferecem. Este ano, 128 instituições participam da seleção. Gilberto Alvarez, diretor do cursinho da Poli, afirma que as pessoas que vão se candidatar devem estar atentas ao planejamento. "Como são vários cursos e várias universidades, é importante entrar no site do Sisu e procurar as instituições e cursos de interesse. É importante fazer uma lista de prioridades e de interesses", sugere Alvarez. Inscrições no Sisu começam terça-feira, dia 21 Qual a vantagem de me inscrever no Sisu? O processo é simples, gratuito e pode ser feito a distância; Inscrever-se em cursos e instituições de todo o Brasil. Juliana Diniz, diretora pedagógica da Companhia Saber, diz que o Sisu é mais uma alternativa que permite que os alunos que querem ingressar no ensino superior de instituições públicas usem apenas a nota do Enem. As principais instituições do país estão no Sisu. "O processo é simples, gratuito, e pode ser feito a distância, pelo computador", destaca. O aluno que faz o Sisu, recorda Diniz, pode escolher duas opções de cursos, em instituições de todo o Brasil, sem precisar se inscrever individualmente em cada um dos processos ou realizar outras provas em outras cidades e estados. Ela aponta, ainda, que no sistema há um número expressivo de vagas em diversas áreas, como Ciências Exatas, Humanas, Biológicas, "o que acaba facilitando a possibilidade de ingresso". Com o que devo me preocupar antes da abertura do Sisu? Planejar e pensar nas principais opções; Conversar com a família sobre as possibilidades de estudar longe da cidade de origem; Pesquisar sobre programas de permanência oferecidos pelas universidades. De acordo com Gilberto Alvarez, diretor do cursinho da Poli, planejar é fundamental. Para ele, é importante levar em consideração as possibilidades de deslocamento e fazer uma avaliação individual e, também, familiar, para saber se é possível ingressar e requerer uma vaga em uma universidade que não está no município ou estado de domicílio do candidato. "Se for possível esse deslocamento, o número de possibilidades aumenta consideravelmente", afirma Alvarez. Ele diz que, nesse processo de escolha, é importante se informar sobre os programas de permanência que as universidades oferecem. "Por lei as universidades, pós criação do Sisu, são obrigadas a oferecerem programas de permanência, como de moradia, alimentação e incentivo financeiro, justamente para permitir o deslocamento nacional", pontua. Eu preciso entrar no Sisu todos os dias? Acompanhe as inscrições durante o período em que elas estiverem abertas; As notas variam todo os dias de acordo com as pessoas que estão se inscrevendo; Não deixe para se inscrever no último dia. Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, sugere que o candidato se inscreva assim que a inscrição abrir. "O Sisu tem por princípio não estabelecer uma nota de corte fixa, ela varia a todo o momento, de acordo com as notas daqueles que estão se inscrevendo no portal. Por isso, se no segundo dia a nota não valer para entrar no curso escolhido no primeiro dia, o candidato pode mudar de opção", indica Alvarez. "Quanto mais o candidato tiver um leque de possibilidade planejados anteriormente, mais fácil vai ser adequar a sua nota às opções de cursos e universidades" – Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli. Ao entrar no Sisu para verificar o ranking, o estudante deve avaliar: Quantas vagas estão disponíveis; Qual a posição em que se encontra; Se a nota é suficiente para garantir uma vaga. Se o estudante quiser concorrer a apenas uma vaga em uma única instituição, ele não precisa verificar o sistema todos os dias. Basta se inscrever e esperar. Mas se tiver mais de uma opção, o recomendado é que ele verifique a inscrição ao menos uma vez ao dia, entre 21 e 24 de janeiro, para ver se quer manter as opções selecionadas, ou se quer trocar de curso, instituição ou cidade. Consulta de vagas no ensino superior já estão disponíveis no SISU Como funciona a lista de espera do Sisu? O candidato que não foi selecionado pode escolher uma das duas opções para entrar na lista de espera. Caso seja aprovado na segunda opção, o candidato não poderá entrar na lista de espera para a primeira escolha; O candidato deve entrar no sistema entre os dias 29/1 e 04/2 para entrar na lista de espera. Para os candidatos que não forem selecionados na primeira chamada, há a possibilidade de participar da lista de espera para a primeira ou segunda opção de curso para o qual o candidato optou por concorrer em sua inscrição ao Sisu. Para isso, o candidato deve acessar o sistema entre 29/1 a 04/2 e selecionar em qual das duas opções deseja participar da lista de espera. O Ministério da Educação (MEC) afirma que, na lista de espera, a convocação dos candidatos para a matrícula cabe às próprias instituições de ensino. Por isso, é importante que os candidatos acompanhem as convocações da lista de espera junto à instituição na qual tenha manifestado interesse. Posso me candidatar pelo sistema de cotas no Sisu? Se o candidato tem direito, ele deve escolher suas opções pelo sistema de cotas; Cuidado em relação à documentação: se você não tem direito às cotas, não escolha esse critério. Gilberto Alvarez afirma que, se o candidato tem direito, a recomendação é fazer as escolhas pelo sistema de cotas. "Sempre importante dizer que há reserva de vagas para alunos de escolas públicas e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (PPI), segundo a porcentagem estabelecida para cada região pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)". Se eu não conseguir entrar na faculdade pelo Sisu, o que posso fazer? Há outras possibilidades de ingresso no ensino superior, como os vestibulares; O Sisu acontece também no segundo semestre de 2020. Para quem, por ventura, não conseguir ingressar em uma faculdade pelo Sisu neste primeiro semestre, há outras formas de tentar entrar para o ensino superior. Juliana Diniz, diretora pedagógica da Saber, lembra que os vestibulares convencionais podem ser uma opção. O aluno deve ficar atento, pois cada instituição possui calendários, provas e requisitos específicos. Diniz afirma que também há a possibilidade do aluno tentar o Prouni para conseguir uma bolsa integral ou parcial em uma instituição particular. Para quem preferir financiar o valor da graduação em faculdades particulares, o Fies e o P-fies podem ser considerados. Também existem instituições que usam a nota do Enem para selecionar os candidatos. "Algumas consideram esta nota para uma espécie de primeira fase, outras como uma nota extra à nota do vestibular, por exemplo", lembra Diniz. "Como o Sisu acontece duas vezes por ano, o candidato sempre pode tentar novamente seis meses depois de ter realizado a prova" - Juliana Diniz, diretora pedagógica da Saber Nota do Enem pode ser usada por três programas do governo: Sisu, Prouni e Fies. Reprodução/G1 Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro Fim das inscrições: 23h59 de 24 de janeiro Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Sisu 2020 terá inscrições entre 21 e 24 de janeiro; veja cronograma
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13/01 - Unicamp 2020: provas da 2ª fase vão de 'arroz e feijão' até polêmica na web e têm abstenção de 10,9%
Candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação na universidade estadual. Universidade encerrou 2ª fase nesta tarde e prevê divulgação de gabaritos na quinta-feira (16). Candidatos durante 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Bruna Ferreira A 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp foi encerrada na tarde desta segunda-feira (13) com abstenção de 10,9% e questões que foram desde a importância do "arroz e feijão" até debates na web sobre a negação do Holocausto. Entre os 13,5 mil candidatos classificados, 1,4 mil deixaram de fazer as provas gerais e específicas direcionadas conforme a carreira escolhida. Os gabaritos devem sair na quinta-feira. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Veja aqui impressões dos candidatos sobre o exame. O diretor da comissão organizadora do exame (Comvest), José Alves de Freitas Neto, explica que a questão na qual foi mencionado um dos pratos mais comuns das mesas brasileiras foi abordada em todas as avaliações. A prova foi formado por uma base geral - seis questões de matemática, duas interdisciplinares de ciências da natureza e duas interdisciplinares de ciências da natureza - além de de perguntas mais exigentes, de acordo com a área pretendida pelo estudante na graduação. "Ela pedia que os candidatos apontassem uma alternativa ao feijão na questão dos aminoácidos e, ao mesmo tempo, o cuidado que as pessoas com diabetes do tipo 2 devem ter no consumo do arroz. Contextualiza-se a questão para extrair as informações sobre processos químicos que impactam a saúde das pessoas", explica. Os estudantes disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Já a pergunta sobre os debates na web acerca da negação do Holocausto, direcionada aos candidatos dos cursos na área de humanas, ele destaca que o objetivo foi pedir aos estudantes uma análise. "O paradoxo entre viver numa sociedade marcada pela informação e, ao mesmo tempo, ter na internet o espaço para a divulgação de teorias como a negação do Holocausto. Nesse sentido, a Unicamp sinaliza que a simples circulação de informação não se traduz na efetiva produção de conhecimento e, por isso, como cidadãos devemos estar ainda mais atentos ao que lemos e incorporamos aos repertórios." As provas estão disponíveis no site da Comvest O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto Mirela Von Zuben/G1 Abstenção Os três maiores índices de abstenção foram registrados em Fortaleza (19,2%), Curitiba (17,8%) e Bauru (17%); enquanto que os menores foram em Jundiaí (7,8%), Salvador (8,8%) e Campinas (9%). Pela primeira vez, a universidade usou um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Nenhum problema foi registrado no momento em que os funcionários da comissão registram fotos para armazenamento em um servidor e para uso como lista de presença. Segundo a Unicamp, o índice desta terça foi o menor em oito anos; e em 2018 ele foi de 13,6%. Novo formato Esta é a primeira vez em que esta etapa do processo seletivo da universidade estadual teve dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas para término. As provas específicas tiveram a seguinte distribuição: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. "Era um dos nossos objetivos fazer uma prova que não se alongasse por vários dias, considerando que muitos candidatos trabalham ou têm outras atividades ao longo da semana, porém o principal aspecto que a abstenção baixa demonstra é que os candidatos se identificaram com a nova proposta", diz Freitas Neto. Temas inéditos na redação No primeiro dia, os candidatos precisaram solucionar oito questões de português, duas interdisciplinares de inglês e desenvolver uma das duas propostas de redação apresentadas: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou fazer um texto voltado para a plataforma podcast onde deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. A abstenção foi de 10,2%, o equivalente a 1,3 mil entre os 13,5 mil que estavam classificados. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão Provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2% Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Locais de prova As provas da 2ª fase ocorreram em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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13/01 - UFJF divulga resultado de processo seletivo para vagas ociosas
Foram mais de 300 aprovações para Juiz de Fora e Governador Valadares, a maioria para o campus sede. UFJF, Universidade Federal de Juiz de Fora Clara Downey/UFJF A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta segunda-feira (13) o resultado do processo seletivo para vagas ociosas da instituição. Foram mais de 300 aprovações para Juiz de Fora e Governador Valadares, a maioria para o campus sede. De acordo com a UFJF, os candidatos aprovados para as modalidades de transferência de instituições de ensino superior e ingresso de graduado, devem se matricular na Central de Atendimento entre os dias 14 e 17 de janeiro. Os aprovados para reinscrição e mudança de curso não precisam entregar documentos para o novo ingresso. A Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos (Cdara) realizará a atualização do cadastro no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (Siga). Segundo a instituição, foram 287 aprovações no campus de Juiz de Fora, sendo: 140 para ingresso de graduado; 93 para mudança de curso e 54 para transferência. Em Governador Valadares, foram 23 aprovados na modalidade ingresso de graduado; nove para transferência e quatro para mudança de curso. Em caso de desistências dos candidatos aprovados, os editais de reclassificação serão publicados na página eletrônica da Cdara, nos dias 28 de janeiro, 4 e 11 de fevereiro. Alista completa dos aprovados está disponível no site da UFJF.
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13/01 - Unicamp 2020: provas da 2ª fase abordam negação do Holocausto, tragédias após rompimentos de barragens e movimentos sociais
Candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação na universidade estadual. Universidade encerra 2ª fase nesta tarde e prevê divulgação de gabaritos na quinta-feira (16). Candidatos durante 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Bruna Ferreira As provas da 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp aplicadas nesta segunda-feira (13) abordaram temas como a negação do Holocausto, reflexos ambientais provocados pelo rompimento das barragens de Brumadinho (MG) e Mariana (MG) e movimentos sociais, segundo relatos de candidatos ouvidos pelo G1. O exame começou às 13h e os primeiros candidatos deixaram as salas às 16h. O estudante Daniel Tobias, de 21 anos, é candidato ao curso de administração na universidade estadual. Ele explica que a avaliação voltada para carreiras de humanas questionou o impacto da internet atrelado aos debates sobre a negação do genocídio cometido por nazistas contra judeus na Segunda Guerra. Já sobre as tragédias ambientais registradas nos anos de 2015 e 2019 em Minas Gerais, abordadas de maneira interdisciplinar na base geral do exame, a universidade apresentou três textos no enunciado para mencionar sobre espécies endêmicas extintas e impacto socioambiental. "Perguntava [prova] qual era a atividade econômica tratada, da matéria prima-ao produto final, e como isso afetava o local", falou. Ele ressaltou que a prova também questionou os candidatos sobre o que é um movimento social. "Em uma delas, era para dar um exemplo e citar a reivindicação dele", explica o jovem. A candidata Thais Vasconcelos, de 19 anos, busca uma vaga na licenciatura integrada química/física. Ela destacou uma questão que falava sobre mudanças no mercado de trabalho. "Uma falava sobre o trabalho manufaturado de antigamente e a robótica inserida nas indústrias de hoje em dia. Como se deu a substituição", diz. A prova passou ainda por direitos trabalhistas criados durante o governo Getúlio Vargas - relação entre eles, industrialização e efeitos para a democracia. A estudante Thais Vasconcelos, em Campinas Bruna Ferreira Estudantes mencionaram ainda que durante as avaliações desta tarde foram abordados tópicos como geometria espacial, trigonometria, questões sobre química orgânica; espelhos e lentes na disciplina de física, enfermidades como Aids e Doença de Chagas; o significado de "animal político" com base em um texto que fazia referência aos pensadores Aristóteles e Platão; e um texto de Simon Bolívar e o desencanto dele com os processos de independência na América Espanhola. O vestibular Os estudantes disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Esta é a primeira vez em que esta etapa do processo seletivo da universidade estadual passa a ter dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas para término. As avaliações desta tarde tiveram uma base geral com seis questões de matemática, duas interdisciplinares de ciências da natureza e duas interdisciplinares de ciências da natureza. Já as específicas tiveram a seguinte distribuição: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Temas inéditos na redação No primeiro dia, os candidatos precisaram solucionar oito questões de português, duas interdisciplinares de inglês e desenvolver uma das duas propostas de redação apresentadas: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou fazer um texto voltado para a plataforma podcast onde deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. A abstenção foi de 10,2%, o equivalente a 1,3 mil entre os 13,5 mil que estavam classificados. Pela primeira vez, a universidade usa um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Funcionários da comissão registram fotos que são armazenadas em um servidor específico e o recurso também serve como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão Provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2% Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Locais de prova As provas da 2ª fase ocorreram em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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13/01 - Unicamp 2020: candidata usa a mesma roupa para dar ‘boa sorte’ nos dois dias de prova da 2ª fase
Segundo dia de avaliações acontece nesta segunda (13) e conta com questões de matemática, interdisciplinares de ciências humanas e da natureza, além da parte específica por área. Bianca Sereda Jacinto, de 19 anos, usa a mesma roupa para dar boa sorte na segunda fase do vestibular da Unicamp Bruna Ferreira/G1 O segundo dia de provas do vestibular 2020 da Unicamp acontece nesta segunda-feira (13) e há poucos minutos antes do fechamento dos portões, às 13h, os candidatos contaram como estão se preparando para o exame. Em Campinas (SP), a estudante Bianca Sereda Jacinto, de 19 anos, foi a primeira a chegar ao local de prova, no campus da Unip do bairro Swift. A jovem de Atibaia (SP) presta o vestibular para engenharia ambiental e disse que se sente mais confiante usando a mesma roupa nas provas em que conseguiu bons resultados. “Eu costumo vestir as mesmas roupas de uma prova que eu fui bem. Essa [roupa], inclusive, é a mesma roupa que eu usei ontem e também na primeira fase de outra universidade, que foi uma prova que eu fui muito bem. Vou usar ela pra dar boa sorte”, disse. A universidade aplica nesta tarde as provas de matemática, interdisciplinares de ciências humanas e interdisciplinares de ciências da natureza, além da parte específica por área para os candidatos em ciências biológicas/saúde, em ciências exatas/tecnológicas e em ciências humanas/artes. No total, 13,5 mil candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. Perguntada pelo G1 sobre a expectativa para o segundo dia de provas da segunda fase do vestibular, a estudante disse que acredita que a prova desta segunda-feira será mais complicada e mesmo usando o amuleto da sorte, falou que está ansiosa. “Eu acho a prova de hoje será a que vai eliminar mesmo, já que é especifica. Nas questões disciplinares, eu acredito que vai misturar história com biologia, que é o que está chamando a atenção nos últimos tempos”, contou Bianca. O estudante Gabriel Zenguen, de 19 anos, revisou os conteúdos para as questões de química da segunda fase do vestibular da Unicamp Bruna Ferreira/G1 O estudante Gabriel Zenguen, de 19 anos, usou os últimos instantes antes da prova para revisar os conteúdos para as questões de química. Essa é a segunda vez que o jovem tenta o vestibular para Biologia. “Tive como base a prova que fiz no ano anterior, que fui mal em química. Por isso, estou estudando fórmulas e nomenclaturas da matéria antes da prova”, brincou. Ao invés dos livros, a candidata Izabela dos Santos Martins levou um travesseiro para o exame. Aos 20 anos, Izabela vai prestar medicina e depois da prova, ela vai direto para a rodoviária. “Eu fiz as provas antigas e estou com medo do tempo”, explicou. Izabela dos Santos Martins, de 20 anos, tenta medicina e levou um travesseiro para a segunda fase do vestibular da Unicamp Bruna Ferreira/G1 ‘Dia de folga’ dos estudos Enquanto alguns candidatos aproveitam cada segundo antes da prova para revisar a matéria, o estudante Vinicius Pazinatto, de 18 anos, decidiu tirar um dia de folga dos estudos. Ele conta que prefere se distrair na véspera da prova e que se sente mais preparado dessa forma. O candidato tenta uma vaga em análise e desenvolvimento de sistemas e acredita que a prova desta segunda-feira será mais difícil da fase, principalmente por causa das questões específicas de exatas. "Questões indisciplinares devem conter assuntos políticos, buscando candidatos com um perfil antenado no cotidiano, visando o currículo escolar e os acontecimentos do dia a dia no país", disse. Vinicius Pazinatto, de 18 anos, prefere se distrair na véspera da segunda fase do vestibular da Unicamp Bruna Ferreira/G1 Os candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. As avaliações ocorrem em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Pela primeira vez, a universidade vai usar um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Funcionários da comissão registram fotos que são armazenadas em um servidor específico e o recurso também serve como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Locais de prova As provas da 2ª fase foram realizadas em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). De acordo com Comvest, as cidades que receberam mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 A Comvest informa que a matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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13/01 - Mary Somerville, a gênio autodidata que foi declarada ‘rainha da ciência’ e depois caiu no esquecimento
Seus livros traduziam, reuniam e explicavam diferentes campo científicos, o que a levaram a ser nomeada rainha da ciência no século 19. Mary Sommervile, declarada 'rainha da ciência' Getty Images via BBC A escocesa Mary Somerville conseguiu, no século 19, um feito impressionante: traduziu obras científicas e escreveu um livro abarcando diversos campos da ciência, explicando de forma simples e compreensível as partes mais complicadas da física, da química, da astronomia. Autodidata, fez isso em uma época em que era ainda mais difícil para mulheres terem educação científica. Isso lhe rendeu o apelido de "rainha da ciência" na época, mas sua história hoje em dia não é tão conhecida. Conheça 10 brasileiras pioneiras na ciência Após 15 anos, mulheres continuam sendo minoria nos cursos universitários de ciência Matemáticas respondem por 26% do total de cientistas, mas só 11% das bolsas do CNPq vão para elas Nascida em 1780, Mary cresceu passeando pelo campos da Escócia, coletando conchas na praia e observando as aves. Sua educação formal se limitava às disciplinas consideradas "femininas" à época: pintura, música e francês. Paisagem da Escócia Hamish Duncan/Unsplash No entanto, quando foi alfabetizada — aos dez anos —, começou a ler vorazmente centenas e livros e revistas, basicamente tudo o que pudesse encontrar, incluindo peças de Shakespeare. O incentivo, contudo, não vinha de casa. Seu pai era um oficial naval que passava longos períodos no mar, enquanto a mãe se interessava apenas por textos religiosos. X e Y Aos 13 anos, em um dos chás que a mãe organizava para reunir as amigas, uma jovem mostrou a Mary o que descreveu como "uma revista com imagens coloridas de vestidos, charadas e quebra-cabeças". "No final de uma página, li o que pensei ser uma simples pergunta aritmética", escreveu a jovem em seu diário. "Mas, quando virei a página, fiquei surpresa ao ver números misturados com letras, principalmente X e Y, e perguntei: 'O que é isso?' 'Oh', disse Miss Ogilvie, 'é uma espécie de aritmética: eles chamam de álgebra'". Depois de insistir para que todos os seus "conhecidos ou parentes" explicassem o que era álgebra, finalmente alguém lhe disse que ela poderia aprender com um livro chamado "Euclides". A jovem teve que implorar ao tutor do irmão que lhe comprasse o livro, porque na época se considerava que não era "certo" uma mulher ler "esse tipo de coisa". Sem deixar de fazer as atividades "corretas para ela", isto é, tocando piano, pintando e arrumando roupas, Mary se dedicou a estudar álgebra. Ela lia antes de dormir — já que seus pais não viam com bons olhos seus estudos sobre o tema. Com medo de que ela acabasse "em uma camisa de força", eles chegaram a tirar a vela que mantinham em seu quarto para impedi-la de ler à noite. No escuro, Mary revisava mentalmente os seis primeiros livros de Euclides até sentir que os sabia de cor. Desigualdade de gênero entre cientistas de matemática é tema de encontro nacional neste fim de semana no Rio de Janeiro Divulgação O primo errado O casamento de Mary com Samuel Grieg, um primo distante, foi arranjado por seus pais. A união foi desastrosa para sua vida intelectual. Sobre o marido, escreveu que ele acreditava que as mulheres tinham baixa capacidade intelectual e "não tinha nenhum conhecimento ou interesse em ciência de nenhum tipo". O casal foi morar em Londres e teve dois filhos. Grieg morreu em 1808, quando Mary tinha 28 anos. Após sua morte, ela voltou para a Escócia e, embora estivesse amamentando, tinha muito tempo para retomar seus estudos, conforme escreveu na época. "Estudei trigonometria plana e esférica, seções cônicas e astronomia de (James) Fergusson." O primo certo Em Edimburgo, Mary finalmente começou a encontrar pessoas com as mesmas afinidades. Ela ganhou uma medalha de prata por resolver um problema publicado em uma revista de matemática, levantado por William Wallace, que se tornaria o primeiro professor de matemática da Universidade de Edimburgo. Ele foi um dos matemáticos respeitados com quem ela se correspondia. Mary também conheceu pessoas com novas teorias sobre o mundo natural, estendeu seus estudos para astronomia, química, geografia, microscopia, eletricidade e magnetismo e usou a herança que recebeu de Grieg para comprar uma biblioteca de livros científicos. Quando conheceu seu segundo marido, William Somerville, já estava claro que ela era uma pessoa excepcional. Somerville também era seu primo e médico, mas, diferentemente de Grieg, tinha uma mente curiosa e estava encantado por ter encontrado uma esposa tão inteligente. Ele e seus pais incentivaram a pesquisa científica de Mary. Eles viveram primeiro em Edimburgo e depois em Londres, e estavam bem conectados com a vibrante cena intelectual da época: eram amigos do pioneiro da computação Charles Babbage, do astrônomo John Herschel, do polímata Thomas Young, que trabalhou com temas tão variados quanto a teoria das ondas de luz ou os hieróglifos. Finalmente, Mary estava em seu lugar. Renascimento Ela teve outros quatro filhos e, enquanto os criava, começou a conduzir seus próprios experimentos sobre luz e magnetismo e a publicar seus próprios artigos científicos. Os Somervilles viviam no centro de todos os tipos de evento científico e assistiam a conferências da Royal Institution, onde cientistas como Michael Faraday, Alexander Von Humbolt e Humphry Davy conversavam com Mary como iguais. Ela foi nomeada membro honorário da Royal Astronomical Society. E foi nesse momento que Henry Brougham, um político reformista que havia fundado uma "sociedade para espalhar conhecimentos úteis", conseguiu um emprego para o qual Mary seria a candidata ideal. Eles se conheceram em Edimburgo e Brougham não a esqueceu. Com seu francês fluente e profundo conhecimento de matemática, Mary foi contratada para traduzir o livro que foi aclamado como a maior conquista intelectual desde da descoberta da gravidade por Isaac Newton: Mecânica Celeste, do matemático e astrônomo Pierre-Simon Laplace. Mary tinha 51 anos e sua grande carreira como escritora científica best-seller estava prestes a começar. Mais do que traduzir, explicar Mary aceitou a proposta de Brougham com a condição de que a sua tradução fosse destruída se ficasse horrível. "É claro que não ficou", disse à BBC News Kathryn Neeley, professora de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade da Virgínia e autora do livro Mary Somerville e o Mundo da Ciência. "Ela era uma das poucas pessoas com conhecimento suficiente para explicar não apenas o que Laplace havia realizado, mas também a série de desenvolvimentos científicos que tornaram isso possível." O trabalho necessário não era exatamente uma tradução, mas uma interpretação para tornar o texto compreensível. Uma vez convencido da verdade de um resultado, Laplace tendia a não se dar ao trabalho de explicar o assunto em detalhes. "Outro tradutor de Laplace havia dito que quando viu a frase 'está claro' no texto, ele sabia que tinha horas de trabalho pela frente para entender o que ele quis dizer", diz Neeley. "Além disso, era impossível entender o livro sem saber o que precedeu seu trabalho, então Mary começou com uma dissertação magistral – como foi descrita na época – que sintetizava tudo o que acontecera na astronomia física até aquele momento." "A visão de mundo que emergiu no livro de Laplace da astronomia física era deslumbrante." "O escopo (do que foi apresentado no livro) o conectou à ciência sublime, a ideia de que, através da Ciência, encontramos uma natureza fantástica e bela". Mas tudo isso ficaria preso nas páginas, a menos que a pessoa que traduzisse o trabalho não apenas entendesse as palavras, mas também os conceitos, e pudesse comunicá-las. Para Lord Brougham, uma das poucas pessoas com essas habilidades era Mary. E ele não estava errado. Desenhando mundos desconhecidos Neeley ressalta que um dos talentos de Mary era a pintura. Isso lhe permitiu desenhar com suas palavras mundos que os leitores não tinham visto, desde o primeiro trabalho, sobre o espaço sideral, até o último, Da Ciência Molecular e Microscópica (1869), que coletou as descobertas mais recentes reveladas pelo microscópio. Desde sua primeira publicação, Mary tornou-se famosa. Primeiro ficou conhecida entre especialistas. Depois, com seus próximos livros – que não eram apenas traduções, mas textos de sua autoria – ficou cada vez mais famosa entre leitores amantes da ciência. Seu maior sucesso de vendas foi Geografia Física, publicado em 1848, no qual, dizia ela, seguiu "o nobre exemplo do Barão Humboldt, o patriarca da geografia física", e adotou uma visão ampla da geografia. O trabalho incluía a Terra, seus animais, plantas e "as condições atuais e passadas do homem, a origem, os comportamentos e as línguas das nações existentes e os monumentos daqueles que não existem mais". O livro lhe rendeu a Medalha Victoria de Ouro da Sociedade Geográfica Real e a admiração de Humboldt, que a escreveu elogiando sua originalidade. Ninguém teria previsto que Mary Somerville iria tão longe, dadas as condições em que ela cresceu. Felizmente, ressalta Neeley, ela não era apenas um gênio, mas vivia numa época em que começava a reconhecer a ciência "como um fórum de conhecimento distinto, como uma fonte cultural comum, na qual valia a pena se especializar". "As ciências não eram disciplinas ensinadas nas universidades na época em que ela escreveu A Conexão das Ciências Físicas (1834). E era frequente que, nas áreas que estavam surgindo, houvesse espaço para as mulheres", acrescenta. "Se ela tivesse tentado participar ativamente alguns anos depois, teria sido muito mais difícil, porque, uma vez solidificada, a Ciência deixou de ser aberta ao seu gênero." A rainha Mary e William Somerville se mudaram para a Itália quando ele se aposentou de seu trabalho como médico no Hospital Chelsea em 1840. Vinte anos depois, William morreu. A intelectual apoiava causas liberais, como a campanha para as mulheres poderem votar, e uma educação de boa qualidade para as meninas. E continuou escrevendo. Com a ajuda de suas filhas, compilou sua autobiografia e pediu aos filhos que ela fosse publicada postumamente. Mary viveu até 1872. Nos seus últimos dias, ela escreveu: "Tenho 92 anos, minha memória para eventos comuns é fraca, mas não para experiências matemáticas ou científicas. Ainda sou capaz de ler livros de álgebra superior por quatro ou cinco horas pela manhã e até de resolver problemas ". Em seu obituário, o jornal The Morning Post declarou: "Embora tenhamos dificuldade para escolher um rei da ciência em meados do século 19, não há dúvida sobre quem é a rainha". Em 1879, o Somerville College da Universidade de Oxford foi nomeado em sua homenagem. Mas, com o tempo, sua contribuição para a ciência foi quase esquecida. É muito comum que a fama seja dada às pessoas que fazem descobertas, não àquelas que conseguem comunicar brilhantemente essas realizações ao público. VÍDEOS Confira abaixo reportagens de arquivo sobre os temas educação, ciência e desigualdade de gênero: Diretora-geral da Unesco alerta sobre a enorme desigualdade de gênero no acesso à educação Nobel de economia premia segunda mulher em 50 anos Mulheres cientistas comentam sobre como conciliar maternidade, trabalho e pesquisas
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13/01 - Unicamp 2020: candidatos fazem provas específicas da 2ª fase nesta segunda-feira; veja orientações
Candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação na universidade estadual. Portões fecham às 13h e exame dura cinco horas; escolas têm sistema para reconhecimento facial. Estudantes fazem segundo dia de provas da 2ª fase do vestibular Bruna Ferreira/G1 A Unicamp aplica nesta segunda-feira (13) as provas específicas da 2ª fase do vestibular 2020, com questões distribuídas conforme a carreira escolhida pelo candidato. Os portões abrem às 12h, fecham às 13h, e o exame dura cinco horas, segundo a comissão organizadora (Comvest). Veja abaixo orientações. Os estudantes disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Esta é a primeira vez em que esta etapa do processo seletivo da universidade estadual passa a ter dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas para término. As provas desta tarde têm uma base geral, além de conteúdos direcionados conforme área de atuação: Seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. No primeiro dia, os candidatos precisaram solucionar oito questões de português, duas interdisciplinares de inglês e desenvolver uma das duas propostas de redação apresentadas: fazer uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou fazer um texto voltado para a plataforma podcast onde deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil. A abstenção foi de 10,2%, o equivalente a 1,3 mil entre os 13,5 mil que estavam classificados. Pela primeira vez, a universidade usa um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Funcionários da comissão registram fotos que são armazenadas em um servidor específico e o recurso também serve como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão Provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2% Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Orientações A universidade recomenda aos candidatos que cheguem com antecedência aos locais de prova. O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova As provas da 2ª fase serão em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). A Comvest ressalta que os locais não são necessariamente os mesmos da 1ª fase. De acordo com a Comvest, as cidades que recebem mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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12/01 - Unicamp 2020: gabaritos das provas da 2ª fase serão divulgados na quinta-feira, diz comissão
Primeiro dia de provas teve 12,2 mil participantes e nenhum incidente neste domingo, diz comissão. Segundo dia terá questões específicas na tarde desta segunda-feira (13). Unicamp aplica provas da segunda fase do vestibular 2020 Bruna Ferreira/G1 As respostas esperadas pela Unicamp na 2ª fase do vestibular 2020 serão divulgadas na quinta-feira (16), segundo a comissão organizadora do exame (Comvest). A etapa começou neste domingo (12), com abstenção de 10,2%, temas abordados de maneira inédita na prova de redação e sem incidentes. Já o segundo dia de avaliações, com questões específicas para cada carreira, será nesta segunda-feira. Além de executar uma proposta - crônica sobre micromachismos na sociedade ou fazer um texto voltado para a plataforma podcast onde deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil - os estudantes precisaram solucionar oito questões de português e duas interdisciplinares de inglês. As provas podem ser conferidas no site da comissão; clique aqui Os candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Avaliação Sobre o índice de abstenção, a Comvest destacou que trata-se, por enquanto, do menor índice em três anos. Os dados foram apresentados durante uma coletiva no início desta noite por Alves, além da diretora adjunta, Ana Maria Almeida, e da coordenadora acadêmica, Márcia Mendonça. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). 2017 - 10% 2018 - 12,7% 2019 - 11,3% 2020 - 10,2% Os três maiores índices de abstenção foram registrados em Curitiba (17,3%), Fortaleza (17,2%) e Bauru (16,8%); enquanto que os menores foram em Jundiaí (7%), São Carlos (8%) e Campinas (8,1%). Pela primeira vez, a universidade usou um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Nenhum problema foi registrado no momento em que os funcionários da comissão registram fotos para armazenamento em um servidor e para uso como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Candidatos falam em promessas e fazem 'última revisão' antes de provas da 2ª fase Aluna de 15 anos passa para 2ª fase da Unicamp e vislumbra medicina: 'estudar mais' Novo formato Esta é a primeira vez em que a 2ª fase tem dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas. Além disso, inglês voltou a ser cobrado nesta etapa. A segunda prova está marcada para a tarde desta segunda-feira. Veja abaixo distribuição de conteúdos. Seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Orientações A universidade recomenda aos candidatos que cheguem com antecedência aos locais de prova. O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova As provas da 2ª fase serão em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). A Comvest ressalta que os locais não são necessariamente os mesmos da 1ª fase. De acordo com a Comvest, as cidades que recebem mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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12/01 - Unicamp 2020: provas da segunda fase começam com temas inéditos na redação e abstenção de 10,2%
Primeiro dia de provas teve 12,2 mil participantes e nenhum incidente neste domingo, diz comissão. Segundo dia terá questões específicas na tarde desta segunda-feira (13). Comvest fez balanço sobre primeiro dia da 2ª fase do vestibular da Unicamp Bruna Ferreira A 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp começou com abstenção de 10,2%, temas abordados de maneira inédita na prova de redação e sem incidentes, segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Entre os 13,5 mil candidatos classificados, 1,3 mil deixaram de fazer as provas português, inglês e redação neste domingo (12). O segundo dia de avaliações será nesta segunda-feira. Os exames foram aplicados em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Na prova de redação, o candidato poderia desenvolver uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou fazer um texto voltado para a plataforma podcast onde deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil, considerando-se um público-alvo. "O tema [crônica sobre micromachismos] é mais próximo: traz experiências corriqueiras como a interrupção da fala das mulheres ou a desconfiança em relação à capacidade delas ou não convidá-las para jogar futebol. O interessante da proposta é permitir a reflexão sobre algo que transcende as relações sociais mais amplas e faz com que garotas e garotos observem e revejam suas práticas", falou o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto. As provas podem ser conferidas no site da comissão; clique aqui Sobre a outra proposta, ele disse que questões ambientais e preconceitos já foram tratados em edições anteriores, mas não "na forma e especificidade" do exame aplicado nesta tarde. Além de desenvolver uma proposta de redação, os estudantes precisaram solucionar oito questões de português e duas interdisciplinares de inglês. Veja aqui como foi. Os candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Avaliação Sobre o índice de abstenção, a Comvest destacou que trata-se, por enquanto, do menor índice em três anos. Os dados foram apresentados durante uma coletiva no início desta noite por Alves, além da diretora adjunta, Ana Maria Almeida, e da coordenadora acadêmica, Márcia Mendonça. 2017 - 10% 2018 - 12,7% 2019 - 11,3% 2020 - 10,2% Os três maiores índices de abstenção foram registrados em Curitiba (17,3%), Fortaleza (17,2%) e Bauru (16,8%); enquanto que os menores foram em Jundiaí (7%), São Carlos (8%) e Campinas (8,1%). Pela primeira vez, a universidade usou um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Nenhum problema foi registrado no momento em que os funcionários da comissão registram fotos para armazenamento em um servidor e para uso como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Candidatos falam em promessas e fazem 'última revisão' antes de provas da 2ª fase Aluna de 15 anos passa para 2ª fase da Unicamp e vislumbra medicina: 'estudar mais' Unicamp aplica provas da segunda fase do vestibular 2020 Bruna Ferreira/G1 Novo formato Esta é a primeira vez em que a 2ª fase tem dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas. Além disso, inglês voltou a ser cobrado nesta etapa. A segunda prova está marcada para a tarde desta segunda-feira. Veja abaixo distribuição de conteúdos. Seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Orientações A universidade recomenda aos candidatos que cheguem com antecedência aos locais de prova. O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova As provas da 2ª fase serão em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). A Comvest ressalta que os locais não são necessariamente os mesmos da 1ª fase. De acordo com a Comvest, as cidades que recebem mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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12/01 - Unicamp 2020: prova de redação propõe texto para podcast e crônica sobre micromachismos na sociedade
Etapa começou neste domingo (12) e candidatos ainda precisaram solucionar questões de português e inglês. Universidade estadual tem 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Candidatos fazem segunda fase do vestibular da Unicamp 2020 Bruna Ferreira/G1 A prova de redação na segunda fase do vestibular 2020 da Unicamp, aplicada na tarde deste domingo (12), abordou como temas a relação entre a biodiversidade e sociodiversidade no Brasil e os micromachismos na sociedade, segundo candidatos ouvidos pelo G1. O exame, também formado por questões de português e inglês, começou às 13h e os estudantes começaram a deixar as salas às 16h. Na primeira proposta, segundo os estudantes, a universidade estadual solicitou aos candidatos um texto voltado para a plataforma podcast, em que o candidato deveria relacionar biodiversidade e sociodiversidade no Brasil e pensar no público-alvo para o desenvolvimento do conteúdo. Já na segunda, a universidade usou uma reportagem que listava exemplos de micromachismo e propôs a elaboração de uma crônica na qual o estudante poderia relatar uma experiência pessoal, por exemplo, ou sentimento após presenciar situações vivenciadas por outras pessoas e idênticas às listadas no texto. O exame dura cinco horas e cada estudante precisou desenvolver uma redação. "Na proposta do podcast você precisava relacionar biodiversidade com a sociodiversidade. Os animais das floresta com a gente nas ruas, por exemplo, e dar uma solução para ajudar a prevenir desmatamento. Já na crônica, ela dava um texto, 13 mini-artigos sobre coisas machistas", falou o estudante Pedro Penteado, de 18 anos, após sair do exame em Piracicaba (SP). Candidatos começam a deixar primeiro dia da 2ª fase da Unicamp Caroline Giantomaso / G1 Segundo o estudante Fernando Fraguas, de 21 anos, na proposta voltada para podcast a Unicamp levou aos candidatos um poema sobre derrubada de árvores, e um texto sobre preservação da biodiversidade. Além disso, segundo o candidato ao curso de engenharia agronômica, as questões de inglês foram interessantes pelos conteúdos abordados: uma delas sobre perigo da perda de diversidade genética, e outra relembrava o atentado terrorista contra as Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 2001. A estudante Brenda Martins Preciavalli, de 18 anos, busca uma das vagas no curso de linguística. Ela destacou que a prova de português levou aos candidatos questões de gramática, interpretação de texto, e abordou "Quarto de despejo", de Carolina Maria de Jesus; a poesia "A teus pés", de Ana Cristina Cesar, e a obra teatral "A falência", de Júlia Lopes de Almeida. "Foi um contexto social mais relacionada à Carolina Maria de Jesus, em 'A teus pés' foi mais interpretação, e "A falência" falou mais sobre o texto mesmo." A estudante Brenda Martins Preciavalli, em Campinas Bruna Ferreira O vestibulando Marcelo Del Rosso Rodrigues, de 18 anos, disse que optou por fazer a proposta voltada ao podcast. "Sempre escuto podcasts no carro com meu pai, aí ficou fácil", falou. De acordo com ele, o tema foi positivo ao abordar, por exemplo, a importância do cerrado e a cultura africana no Brasil. O vestibular Os candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. As avaliações ocorrem em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Pela primeira vez, a universidade vai usar um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Funcionários da comissão registram fotos que são armazenadas em um servidor específico e o recurso também serve como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Aluna de 15 anos passa para 2ª fase da Unicamp e vislumbra medicina: 'estudar mais' Candidatos falam em promessas e fazem 'última revisão' antes de provas da 2ª fase Novo formato Esta é a primeira vez em que a 2ª fase passa a ter dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas. Além disso, inglês voltou a ser cobrado nesta etapa. A segunda prova está marcada para a tarde desta segunda-feira. Veja abaixo distribuição de conteúdos. Seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Orientações A universidade recomenda aos candidatos que cheguem com antecedência aos locais de prova. O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova As provas da 2ª fase serão em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). A Comvest ressalta que os locais não são necessariamente os mesmos da 1ª fase. Ainda de acordo com a comissão, as cidades que recebem mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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12/01 - Unicamp 2020: candidatos falam em promessas e fazem 'última revisão' antes de provas da 2ª fase
Etapa tem dois dias de avaliações e 13,5 mil disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. Portões fecharam às 13h e exame dura cinco horas; veja orientações da universidade estadual. A estudante Letícia Delvechio, em Piracicaba Caroline Giantomaso / G1 A poucos minutos do início das provas da 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp, neste domingo (12), candidatos falaram em "promessas" a serem cumpridas caso conquistem uma das 2,5 mil vagas disponíveis e até encontraram tempo até para uma "última revisão". Os portões fecharam às 13h e a universidade aplica nesta tarde as provas de português, inglês e redação. Veja abaixo calendário. Em Piracicaba (SP), a estudante Letícia Delvechio, de 22 anos, usou os instantes finais em frente ao prédio da Faculdade Anhanguera para tentar relembrar conteúdos que devem ser cobrados na avaliação. Ela explica que se prepara há seis meses por conta própria, após ter feito graduação em administração. "Estou bastante ansiosa", contou aos risos a candidata ao curso de odontologia, em Piracicaba. Já em Campinas, a candidata Aline Rebeca Feliciano de Brito, de 18 anos, admitiu que cumprirá promessas, caso seja aprovada para o curso de estatística da universidade estadual. Perguntada pelo G1 sobre os "desafios especiais", disse que são quase dez, mas manteve tom de mistério. Ela preferiu fazer apostas sobre conteúdos que devem ser abordados no exame desta tarde. "Eu acho que pode cair alguma relação social ou ambiental, que impactaram o país. A Unicamp gosta de relacionar a prova com assuntos do cotidiano. Já rezei e fiz umas dez promessas." A candidata Aline Rebeca Feliciano de Brito Bruna Ferreira Os candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos. As avaliações ocorrem em 17 municípios paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Pela primeira vez, a universidade vai usar um sistema para reconhecimento facial dos candidatos nas 26 escolas que recebem a avaliação. Funcionários da comissão registram fotos que são armazenadas em um servidor específico e o recurso também serve como lista de presença. Confira lista de aprovados para a 2ª fase do vestibular Veja as notas de corte para cada um dos cursos Veja expectativas de cursinhos para a redação Novo formato Esta é a primeira vez em que a 2ª fase passa a ter dois dias de provas dissertativas - até a edição anterior eram três, cada um deles com até quatro horas. Além disso, inglês voltou a ser cobrado nesta etapa. A segunda prova está marcada para a tarde desta segunda-feira. Veja abaixo distribuição de conteúdos. Primeiro dia: oito questões de português, duas interdisciplinares de inglês e uma redação (composta por duas propostas de textos para que o candidato execute apenas uma). Segundo dia: seis questões de matemática; duas questões interdisciplinares de ciências humanas; duas questões interdisciplinares de ciências da natureza; e parte específica por área: Candidatos em ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos em ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos em ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, incluindo conteúdos de Filosofia e Sociologia. Cursos mais concorridos Medicina (integral) - 11,86 candidatos por vaga (c/v) Ciências do esporte (integral) - 8,38 c/v História (integral) - 6,78 c/v Engenharia de produção (integral) - 6,34 c/v Farmácia (integral) - 6,23 c/v Orientações A universidade recomenda aos candidatos que cheguem com antecedência aos locais de prova. O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova As provas da 2ª fase serão em Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Mogi Guaçu (SP), Osasco (SP), Piracicaba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP). A Comvest ressalta que os locais não são necessariamente os mesmos da 1ª fase. Ainda de acordo com a comissão, as cidades que recebem mais estudantes nesta segunda fase são: Campinas - 3.558 São Paulo - 3.177 São José dos Campos - 633 Piracicaba - 628 Ribeirão Preto - 545 Calendário Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/1 Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/2 Matrícula não presencial - 11/2 2ª chamada - 13/2 Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/2 Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/2 3ª chamada - 18/2 Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/2 4ª chamada - 21/2/2020 Matrícula presencial da 4ª chamada - 2/3 "A matrícula presencial da 4ª chamada deve ser feita, também, por todos os candidatos convocados nas três primeiras chamadas e que realizaram a matrícula virtual pela internet", informa nota da Comvest. Segundo a comissão, a vaga só estará garantida após realização deste procedimento, entre 9h e 12h. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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